domingo, 15 de julho de 2018

Júlia mostrando que quem sai aos seus não degenera.


Estava conversando com os avós que vão mudar o nome da escola dela para Cisne Branco, que é o nome da outra escola de educação infantil da dona do estabelecimento em que ela estuda. Mudaram o azul do uniforme e outras coisas que não me agradaram, nem à Júlia, ao que parece. Eu sempre digo que a coloquei na escola X e, não, na Cisne Branco. Daí ela diz que vai fazer um cartaz e vai protestar junto comigo na frente da escola se quiserem mudar o nome.

"E vai chamar os outros coleguinhas e os pais deles?", a avó perguntou.

"Vou, sim!"

"E quem vai ser o líder do protesto?", o avô emendou.

"Eu, claro!" E já foi inventando a música (*Sério!*) para usar no piquete.

Meu pai começou a gargalhar e disse que ela tinha a quem puxar... Eu realmente nunca fui essa criatura encrenqueira que a filhinha parece que vai ser.  Para que eu abra a boca, eu preciso ter um bom motivo, quanto mais para liderar manifestações e coisas do gênero, mas meus pais acreditam nisso, que eu sou uma barraqueira. Nos tempos de escola, s''o me lembro de ter liderado uma manifestação uma vez só,  quando queria que colocassem nossa Educação Física de volta durante a semana.  Ir aos sábados cedo de manhã ser torturada  (*o professor era um carrasco*), não era legal.  Bem, eu fui porta-voz da turma algumas vezes e na igreja, também... Talvez,meus pais tenham alguma razão... 

De qualquer forma, confesso que me senti orgulhosa. Medo não tive não, fiquei foi feliz mesmo. Basta saber escolher as causas, a estratégia e a intensidade da ação.

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1 pessoas comentaram:

Parabéns pela educação que você dá a ela! Adoro seu blog e leio sempre que tenho um tempinho. Beijos

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