"Is it a bird, is it a plane? No, it's Astro Boy leaping from niche to mainstream" este é o título de uma matéria que discute como o mangá deixou de ser coisa de um punhado de pessoas e se tornou uma mídia global. O artigo foca na Austrália, mas não diz nada que não possa ser aplicado ao mundo inteiro. Me fez lembrar quando o Sidney que editava o mangá de Dragon Ball da Conrad falou que muitos leitores que escreviam para ele nunca tinham lido outro tipo de quadrinho antes dos mangás. O último parágrafo, aliás, é bem interessante, pois aponta para o que deve e precisa acontecer no futuro, coisa que gente na minha faixa etária não vai conseguir fazer, mas meninos e meninas que cresceram lendo mangás, sim. Eis o trecho: "A segunda fase é o que estamos vendo agora quando os fãs autralianos, neozelandeses, norte-americanos e ao redor do mundo inteiro começam a contar suas próprias histórias usando as ferramentas [narrativas] do mangá."
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segunda-feira, 27 de março de 2006
Quando o mangá se torna Mainstream
"Is it a bird, is it a plane? No, it's Astro Boy leaping from niche to mainstream" este é o título de uma matéria que discute como o mangá deixou de ser coisa de um punhado de pessoas e se tornou uma mídia global. O artigo foca na Austrália, mas não diz nada que não possa ser aplicado ao mundo inteiro. Me fez lembrar quando o Sidney que editava o mangá de Dragon Ball da Conrad falou que muitos leitores que escreviam para ele nunca tinham lido outro tipo de quadrinho antes dos mangás. O último parágrafo, aliás, é bem interessante, pois aponta para o que deve e precisa acontecer no futuro, coisa que gente na minha faixa etária não vai conseguir fazer, mas meninos e meninas que cresceram lendo mangás, sim. Eis o trecho: "A segunda fase é o que estamos vendo agora quando os fãs autralianos, neozelandeses, norte-americanos e ao redor do mundo inteiro começam a contar suas próprias histórias usando as ferramentas [narrativas] do mangá."
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