Para vocês verem o quão atrasados estão os posts do blog, o anime Ikoku Nikki (違国日記), baseado no mangá de Tomoko Yamashita, recebeu, no final do mês passado, um dos prêmios Galaxy concedidos pela Associação Japonesa de Críticos de Radiodifusão. Desde 1963, o Galaxy Awards homenageia programas, indivíduos e grupos de destaque com o objetivo de aprimorar a qualidade da cultura televisiva japonesa. Pelo que entendi do ANN, o anime ganhou um dos prêmios mensais, neste caso, do mês de março, qualificando-se para o Galaxy Awards anual, que será realizado em junho deste ano.
Segundo o ANN, "A associação declarou que selecionou o anime por sua afirmação sutil de respeito mútuo e coexistência, apesar das personalidades opostas e dos mal-entendidos entre os protagonistas. A associação acrescentou que a convivência dos protagonistas no mesmo cômodo, que, paradoxalmente, dá a sensação de estarem vivendo em "mundos diferentes", é retratada com delicadeza por meio do estilo visual único, do design de som e da animação do anime.". Ikoku Nikki foi o melhor anime do ano que eu assisti até agora e espero que ele vença a premiação.
O anime Ikoku Nikki estreou em 4 de janeiro e teve 13 episódios. Ele pode ser assistido na Crunchyroll. Yamashita lançou o mangá em junho de 2017 na revista Feel Young e o finalizou em junho de 2023. O mangá foi indicado ao 28º Tezuka Awards em 2024. Também alcançou o 5º lugar na lista feminina da edição de 2024 do Kono Manga ga Sugoi!, liderou a 23ª lista anual de "Livro do Ano" do Prêmio Da Vinci para mangá em dezembro de 2023 e foi indicado ao 13º Taisho Award em 2020. O mangá também inspirou uma adaptação live action para o cinema em 2024.














































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