domingo, 7 de junho de 2015

Novelando: Comentando Os Dez Mandamentos


Antes que eu perca o timing, afinal, Moisés já fugiu do Egito, preciso fazer um pequeno, ou nem tanto, post sobre Os Dez Mandamentos.  Sim, estou assistindo a novela da Record, aliás, é a única que eu assisto com certa regularidade, o que quer dizer que se eu cochilo, é só no fim do capítulo.  Por conta disso, já vou abrir escrevendo que comparativamente, trata-se de um material inferior às minisséries Bíblicas que possibilitaram sua existência, neste caso, Rei Davi, que continua sendo a melhor, para mim, e José do Egito, cujo texto terminei nunca publicando aqui, está em algum lugar guardado.  Ms, vamos lá, então: Os Dez Mandamentos é uma novela moderna que se usa de um pano de fundo supostamente bíblico e histórico para abordar as mesmíssimas tramas que vemos em outros produtos da teledramaturgia nacional.  Este, aliás, é o ponto central do meu argumento, então, cabe explica-lo muito bem.  

Diferente das minisséries que a precederam, a produção de Os Dez Mandamentos não têm compromisso algum de tentar fazer parecer que estamos vendo pessoas de outra época, via de regra, a maioria – salvo alguns veteranos – as personagens falam da mesma forma que em uma novela contemporânea, seus dramas são muito mais atuais do que bíblicos, por assim dizer.  Por exemplo, o texto de Arão (Petrônio Gontijo), irmão de Moisés poderia ter sido escrito pelo Carlos Lombardi.  Moisés “é um cara legal”, para o bebê Oséias (*futuro Josué*) ele diz “que não vai lhe dar moleza”, e por aí vai, fora que Arão anda mais descamisado do que vestido.  E não é o único, Moisés, Ramsés, os oficiais egípcios, é um desfile de corpos masculinos malhados e com pouca roupa.  Fora os banhos sensuais de Moisés e Ramsés com Nefertári... É a mesma estratégia que já vimos Lombardi usando em suas novelas Globais.  Ah, sim, temos, também, um dos oficiais egípcios (Kiko Pissolato) que é um achado, fraquinho como ator, ela solta pérolas como “Essa eu pegava!”, quando vê a madura grande esposa real passando... Sério, gente, eu ri, mas foi meio que de vergonha.  


A graça toda, e, de novo repito que ou Lombardi ajuda na escritura dessa novela, ou a autora anda imitando o estilo do autor de O Quinto dos Infernos e Kubanakan, é que quem pegou “o novinho” e se esbaldou foi a rainha.  Depois, simplesmente despachou o moço dizendo que se dissesse palavra sua cabeça iria rolar... Assim, meu povo, qual a diferença entre esse tipo de situação, mulher casada madura que trai marido com um empregado bonitão para se vingar do fato dele ter amantes, difere das novelas globais?  Nada!  E nem está na Bíblia, que fique claro, ou na história, já que a rainha em questão, Tuya, e seu marido Seti I, existiram mesmo.

Outro ponto importante, o texto é pontilhado com mensagens religiosas que gente como eu, que cresceu em uma igreja protestante, entende muito bem.  O Deus da novela é um salvador pessoal, com o qual as personagens precisam manter uma relação íntima e direta.  Estou querendo ver como vão encaixar a questão do sacerdócio veterotestamentário (*viu que palavra bonita?*) nessa massa de bolo neopentecostal.  E na quinta-feira, houve uma cena que me deixou realmente preocupada, porque descamisados e linguajar inspirado em Kubanacan e Malhação é uma coisa, fazer a defesa da aceitação de violência contra as mulheres é outra.  A tal cena é a seguinte Joquebede (Denise Del Vecchio), mãe de Moisés, disse para Judite (Nanda Ziegler), a esposa hebréia do feitor egípcio mais malvado do pedaço, Apuki (Heitor Martinez), que decidiu sair de casa depois de tanto apanhar e ser humilhada, que ela retornasse para o lar com seus filhos e confiasse “no Senhor”.  


Olha, como o pano de fundo histórico é pura desculpa para atrair audiência, essa mensagem é muito, muito, muito perigosa e, sim, é lugar comum em muitas igrejas até hoje e com um agravante: Judite está pagando por ter casado com um homem que não era do seu povo, da sua fé, logo, merece sofrer.  Eu já ouvi esse tipo de pregação na igreja que frequentei no Rio até me casar.  Casou com um homem não crente?  Desobedeceu aos ensinamentos bíblicos?  Aguente.  Ele bebe?  Lhe trai?  Bate em você?  Ainda assim, ele é o chefe da casa.  Ore, confie no Senhor e se submeta.  Se fosse uma novela histórica de fato, saberiam que, no Egito, a esposa podia pedir divórcio por maus tratos e, pasmem, até ficar com parte da propriedade e a guarda dos filhos.  Não se trata, portanto, de “coisa do passado”, mas de opinião presente, perigosa, e que justifica a aceitação da violência por parte das mulheres.  De resto, até agora, só amenidades e bobagens.

Os Dez Mandamentos se configura até o momento na menos bíblica de todas os produtos bíblicos da emissora.  E pouco importa que a autora, Vivian de Oliveira, prata da casa, é importante dizer, afirme que toma "(...) cuidado para não mudar a Bíblia", pois o que ela tem feito até o momento é compor no vazio.  No entanto, e isso precisa ser enfatizado, ela vem obtendo sucesso e a audiência geral da emissora cresceu 83% em relação ao mesmo período do ano passado.  Mérito da autora?  Talvez, mas questões como respeito ao horário, a exploração da fraqueza das emissoras que competem com a Record, uma boa dose de propaganda entre o público evangélico (*muitos engolindo que se trata de um produto "fiel" às Escrituras*), o gosto pelo melodrama de época, ajudam, talvez a compreender o sucesso.  


A entrevista amarga de Gilberto Braga, autor de Babilônia, pode ajudar a dar uns pontinhos para a trama da Record, também, ainda mais, depois de chamar os paulistas de esquisitos.  Aliás, houve uma reação forte de uma das colunistas da Rádio BandNews e vocês podem ouvir clicando aqui e procurando pelo título "Autor de novelas diz...".  Não concordo integralmente, mas sei que culpar a audiência pela rejeição de uma novela nunca é muito sensato, afinal, ninguém é obrigado/a a assistir coisa alguma e os motivos da dissidência não são fruto somente de uma campanha homofóbica, mas do fato da novela não ter se acertado.  Aliás,  eu mesma apontei isso... Mas deixemos de falar de Babilônia, pois o assunto é os Dez Mandamentos.  

Cabe ainda enfatizar que a novela da Record é um produto de propaganda das doutrinas da Universal.  Sim, a supervisora da trama, a responsável por garantir o alinhamento do produto é a filha de Macedo, Cristiane Cardoso, apresentadora de A Escola do Amor.  Aliás, a cena de Joquebede instando a esposa maltratada a se submeter parece script do programa que Cardoso apresenta com o marido e que reforça papéis de gênero tradicionais e preconceitos diversos.  Mas os livros de ambos, como Casamento Blindado, são um sucesso, daí, há a certeza de que temos público para produções que se utilizem de suas idéias.  E não pensem que estou insinuando que os consumidores são idiotas, alguns até podem ser, como podem ser idiotas os consumidores de qualquer mídia, mas são exatamente o que são, gente que, por motivos diversos, sente afinidade por certos materiais, identificação com certos discursos e merecem respeito pelas suas escolhas, ainda que possamos analisá-las e criticá-las.


Do trio Ramsés, Moisés e Nefertári, o triângulo amoroso central até a fuga do protagonista, somente Camila Rodrigues consegue atuar com desenvoltura.  Sérgio Marone antes me parecia insuportável, mas, com o tempo, a gente percebe que ele está se esforçando, fora que Ramsés é aquele playboy gente boa, que parece uma personagem de Malhação com roupas de época.  Em alguns momentos, aliás, Os Dez Mandamentos pode ser tão divertido como Malhação Épocas de Tá no Ar na TV. Rico, mimado, mas que tem genuíno afeto por seu amigo Moisés a ponto de desistir da mulher que ama e ajudá-lo mesmo colocando seu trono em risco.  Além disso, depois que o amigo foge, ainda vai ajudar a família hebreia de Moisés...  Olha, não sei, não, mas vai ser difícil não ficar com raiva de Moisés quando ele voltar para azucrinar o faraó... Vai, sim, principalmente porque Arão será – ou, pelo menos deveria ser, se seguirem a Bíblia – o porta-voz de Moisés.  Vai ser esquisito ver esse confronto entre amigos tão chegados, ainda mais depois que a personagem Ramsés assumiu uma complexidade que não era sinalizada lá no inicio da novela.

Falando em Moisés, Guilherme Winter fala como um legítimo “garoto das praias do Rio Nilo”, isto é, seu sotaque é tão carioca Zona Sul que chega a ser cansativo.  De qualquer forma, a personagem foi construída para ser perfeita: grande guerreiro, arquiteto genial, compassivo, honrado, responsável, filho amoroso etc.  Só falta descobrirmos que ainda é virgem, que estava se guardando para Nefertári, vamos aguardar os próximos capítulos.  Aguardando, também, a desculpa enviesada que vão arranjar para que ele precise de Arão falando por ele.  Moisés fala muito bem e no texto bíblico ele diz que é “pesado de língua”.  Esperemos.  Só vou lamentar não termos mais aquelas cenas vídeo game de lutas com ele e que ele troque o figurino egípcio limpinho, cheiroso e bonito pela indumentária hebréia, espero que pegue umas dicas de moda masculina rústica com o sogro, pois as roupas de Jetro são bem mais interessantes.


Já Nefertári, que está linda, aliás, é uma personagem complexa como Ramsés.  Ela tem caráter, é boa, gentil, mas quando Moisés descobriu sua família hebreia se comporta como a patricinha de Zona Sul que até aceita namorar com o rapaz que descobriu que era filho da empregada e foi dotado pelos patrões, mas não quer relação com a família favelada dele.  Sim, o comportamento é exatamente este.  É só mudar as roupas e a época. É esse sentimento que a mãe dela, a terrível e espetacular Yunet, explora para tentar separar os dois... Sim, eles anunciam para a corte do Egito que estão “namorando”, do jeitinho moderno mesmo.  De resto, ela é dúbia, porque deseja os dois.  

Sei que mais dia, menos dia, o texto moralista vai arrumar alguma forma de humilhá-la, mas o fato é que poucas personagens femininas em novela encarnaram de forma tão sincera a terrível situação de amar dois homens.  E, na boa, Nefertári é muito simpática, já Zípora é chata, faz aquela linha personagem feminina forte fake, pois não tem força alguma é só mal educada mesmo.  Mais ainda, Giselle Itié é muito fraca como atriz.  Ela não consegue cativar e no elenco de atrizes que fazem suas irmãs, há várias que conseguem ser melhores que ela.  Podiam ter entregue o papel de Zípora para Rayana Carvalho, que faz Adira.  Ela é competente, bonita e poderia ser uma competidora convincente para Camila Rodrigues.  Itié atuando junto com Guilherme Winter é dose aguentar, porque ambos são fraquinhos, fora o figurino decotado dela (*compare com as irmãs*) e as cars e bocas "sensuais" que ela faz.  Boniteza é uma coisa – e nem a acho tão bonita assim – competência para levar uma personagem importante nas costas é outra.


Dos atores e atrizes veteranos, os do núcleo egípcio são os que tentam dar um tom “de época” as suas personagens.  Caso de Angelina Muniz (Tuya) e Zé Carlos Machado (Seti I).  Aliás, é ótima a interação dos dois e é interessante ver como conseguiram dar um tom verossímil  à relação do faraó com sua primeira esposa.  Obviamente, não vai rolar do faraó casando com irmã, filha ou neta, pois feriria as sensibilidades modernas da audiência.  Já Henutmire, a mãe adotiva de Moisés, seja como Mel Lisboa ou Vera Zimmermann, sua função é ser boazinha, bonita e ser enganada pelo marido, o general Disebek (Daniel Aguiar/Eduardo Lago) e a vilã Yunet.  Mas houve uma cena bem comovente de Vera Zimmermann e Eduardo Lago, quando o ator abandonou aquela cara de cafajeste (*sim, ele parece aqueles maridos sem vergonha de programa de comédia ou contos de jornal popular *) para mostrar seu sentimento de pai por Moisés.  Não chorou, fez aquela linha “homem não chora”, mas foi de uma ternura muito grande.  Eu gosto do ator, ele é versátil e tem uma ótima veia para comédia.

E preciso falar da vilã, que é ótima tanto na pele de Day Mesquita, quanto na de Adriana Garambone.   Ah, o povo fala de Babilônia, mas Yunet é páreo duro para qualquer vilã recente de novela.  Nazaré talvez, mas Senhor do Destino se foi faz tempo... Querem ver?  Amante de Disebek, foi levada por ele para ser dama de sua esposa, a princesa Henutmire.  Dopou a noiva na noite de núpcias para transar com o general.  Deu o golpe da barriga em um sacerdote incauto, se acomodou no palácio.  Usava, e usa ainda, a capela real como ponto de encontro.  Tem desprezo pelos hebreus e sempre ofendeu Moisés quando a princesa não estava por perto.  Aliás, ela fez com que a princesa abortasse seguidas vezes como vingança por ela ter se casado com seu amante.  Envenenou a noiva de Ramsés para tirá-la do caminho de sua filha, Nefertári, e ainda conseguiu que a criada da moça fosse executada pelo crime.  


A última e grande maldade de Yunet foi denunciar Moisés usando seu marido, a quem trata com desprezo profundo, fazendo com que ele mentisse que sonhara com o lugar onde o protagonista tinha enterrado o egípcio que matara.  Uma cascata de outras pequenas desgraças se seguiram como a expulsão do palácio de Leila (Juliana Didone), a ajudante de cozinha hebréia que havia ajudado Moisés a encontrar sua família depois que a própria vilã havia lhe contado que havia um decreto de extermínio dos meninos hebreus, ou a raiva que Nefertári passou a nutrir pelo pai, o pobre Paser.  Humilha quem pode, tripudia sobre a esposa núbia do faraó (Maria Ceiça) por ela não ter filhos e, agora, seduziu o oficial que flertou com a Rainha Tuya como parte de um plano para chantagear a soberana.  Está bom?  E ela, claro, não é personagem bíblica, saiu da cabeça da autora da novela.  Em que ela é melhor que a Beatriz de Babilônia?  

Quando vejo o pessoal “dando glória” e dizendo que a novela é “edificante”, me pergunto se esqueceram de Yunet, pois a personagem deve continuar aprontando impunemente por muito tempo ainda.  É porque é pseudo-bíblica a novela?  É porque não há homossexuais ainda?  Aliás, pergunto-me se vão colocar Levítico nos capítulos do deserto, enfim...  Para não sair da família, Giuseppe Oristanio está muito bem como Paser, o marido banana de Yunet, um homem assujeitado que, apesar de ser bom caráter, se dobra aos interesses da cobra. Esta semana, depois de muita humilhação, ele lhe deu uma bofetada.  Ela jurou vingança e, pelo que vemos dela, será cruel.


Já terminando, porque o texto já está longo, uma das melhores coisas da novela foi a menina Isabella Koppel, a Miriã criança.  Ela é talentosa e tomou para ela todas as cenas em que atuou.  Tem futuro.  Já Miriã adulta é defendida pela excelente Larissa Maciel.  Ela poderia ser chata, afinal, ela é uma das enunciadoras dos valores religiosos anacrônicos, mas não é.  Poderiam investir no papel de liderança que o texto Bíblico lhe confere, afinal, ela era profetisa, tem destaque maior que outras mulheres, é punida pro Deus quando enfrenta Moisés e era solteira, ou, pelo menos, na Bíblia não lhe colocam marido.  Agora, na novela, parece que vão lhe dar um, devem imaginar que sem romance a personagem não teria uma razão de ser.  Desperdício...  

Ah, sim... Joquebede resistindo em entregar Moisés para a princesa foi tão contra o texto bíblico que doeu.  É sempre aquela história de colocar valores atuais em personagens passadas.  Culturalmente, espera-se que uma mulher assuma um filho e lute para ficar com ele mesmo que na pior miséria.  A Joquebede bíblica sabia que ser criado pela princesa era melhor para seu filho do que ser escravo, só que no mundo das personagens da Record, isso seria uma traição contra os laços de sangue, que sempre são os mais fortes, e o bom senso.  Se Joquebede entregasse pacificamente seu filho depois de desmamá-lo, ela seria uma traidora, uma péssima mãe e cristã... Ooops! Hebréia!  E, por conta disso, várias cenas constrangedoras e exageradas foram criadas... Enfim, outras virão.


De resto, no início não gostava de Leila, porque ela fazia a linha crente chata fanática que existe abundantemente por aí.  Só que ao aceitar ir para o palácio e interagir com Gahijii, o cozinheiro chefe, ela ficou bem mais humana e palatável.  Aliás, o  Gahijii  de Fernando Sampaio é um fofo.  Junto com o aprendiz de sacerdote trapalhão Simut (Renato Livera) eles são as minhas personagens favoritas.  Um dá poesia às cenas, o outro, depois de vencidos os preconceitos, me faz rir com gosto.  Pena que Simut não vai ganhar o coração da Karuma (Roberta Santiago).  

De resto, a maioria das personagens muito chatas estão indo embora, ou estão com os dias contados, já que se Moisés passar 40 anos em Midiã  números simbólicos, mas vai que interpretam literalmente?  muita gente da primeira e segunda fase da novela já terá partido quando ele retornar ao Egito. De qualquer forma, Os Dez Mandamentos foi uma aposta corajosa de Record e está rendendo frutos em audiência.  Da para ver o dinheiro investido em cenários, figurinos e locações.  Exagerados? Talvez, mas não menos impressionantes.  A gente pode discordar de certas representações, vide as hebréias de cabeça descoberta e braços nus, mas tudo parece funcionar bem.   Além disso, o que vale é pegarem uma história consolidada e mais que conhecida e colarem sobre elas um monte de dramas e reviravoltas norteadas por valores modernos e aprovados pela teologia da Universal. Não sei quantos capítulos terá, a idéia da novela parece ser um passo atrás, uma minissérie bastava, no entanto, se está funcionando e é o que o povo prefere, a emissora vai continuar no mesmo filão por algum tempo.  

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6 pessoas comentaram:

Amei os seus comentários.Concordo com todos êles!A personagem yunet é maravilhosa(atuação esplendida)o assistente do sacerdote,é ótimo e principalmente esta coisinha fofa que foi Isabella Koppel no papel de Miriã, no ínicio da novela.As crianças atuais sao muito fracas e com textos muito longos!Mas a novela está com grande audiência, por alguma razão, pois nada nos é imposto!Um abraço!

Concordei muito com os comentários e também os meus favoritos são Gahiji e Simut, acho que são unanimidades, curto todas as cenas desses dois fofos, mas na minha opinião não só Gisele Itié é fraca, Camila Rodrigues também não fica atrás, é outra! É muito bonita sem a menor dúvida, mas fraca demais, suas falas são sempre sussurrando, e as cenas de quando perdeu o filho foram muito ruins, faltou veracidade, não parecia ter perdido sequer um animalzinho de estimação.

Têm muitas cenas diferentes do texto bíblico que nem sequer menciona Nefertari: é só um de muitos exemplos.

Rafaella, Nefertári nem existe na Bílbia, simples assim.

Haha incrível essa inveja de vocês viu, vocês nem gostam de Os Dez mandamentos e ficam de "mi mi mi" aff fassam mil favor né! Vocês são o que? Crianças mimadas que não aceitam o susseço dos outros e vão fazer site pra comentar contra a novela??? Kkkkk vocês realmente não tem maturidade! Mais só pra consta,ok? a suposta atriz fraca (Giselle Itié) passou por um teste avaliado por grandes atores e atrizes, pra que? Pra interpretar como Zípora na novela... Então vamos ao assunto, se esses artistas fossem 'fracos' a novela não teria vendido 2,3 MILHÕES de ingressos na PRÉ VENDA para assistir o filme de Os Dez Mandamentos! Eh... Pelo jeito só resta a vocês invejosos kids,sentarem e chorarem, OK? Hahaha a novela e um susseço mundial!!! E pra quem não aceita o susseço dos outros Caladinho só tenho uma coisa e dizer: Chola Mais Minha Gente ( ˘ ³˘)❤ Vlw,flw.

uma criatura dessas existe? Publiquei o comentário só pelo humor da coisa mesmo. Não entendeu uma lina do que eu escrevi.

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