Comentando o Primeiro Episódio de Suki-Tte Ii Na Yo。ou “Say I Love You。”

As Personagens Masculinas Tipo dos Shoujo Mangá: (Mais) um Esboço

Quais são os tipos de garotos mais comuns nos shoujo mangá? Que tal fazer uma lista?

Irene Adler é a grande injustiçada nas recentes adaptações de Sherlock Holmes

Irene Adler, a mulher que enganou Sherlock Holmes, ganhou uma nova roupagem no século XXI. Infelizmente, ela parecia muito melhor no séculos XIX...

Comentando “Detona, Ralph!” (Wreck-It, Ralph)

A Disney revisitou os vídeo games dos anos 1980 em um filme muito divertido e bem executado.

As Personagens Femininas Tipo dos Shoujo Mangá: um Esboço

Personagens centrais nos shoujo mangá, assim como na vida real, as meninas não são todas iguais, mas podemos tentar organizá-las em tipos. Vamos tentar?

Histórias em Quadrinhos: um Levantamento Bibliográfico

Uma ajudinha para quem está começando a pesquisar sobre quadrinhos.

domingo, 12 de julho de 2015

Promoção: Ganhe um volume de Helena do Studio Seasons/NewPop


Como havia prometido, para comemorar a indicação de Helena na categoria Adaptação para os quadrinhos do Troféu HQ Mix, o Shoujo Café vai sortear dois volumes dessa belíssima homenagem ao romance de Machado de Assis assinada por Montserrat (roteiro) e Simone Beatriz (arte).  Quer participar?  Então saiba como:

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Fácil, não é?  BOA SORTE!

terça-feira, 30 de junho de 2015

Comentando Divertidamente (Inside Out, 2015)


Hoje, finalmente consegui assistir Divertidamente, Inside Out no original, o novo longa da Disney-Pixar.  Embora não tenha visto alarde sobre isso, foi mais um filme do estúdio protagonizado por personagens femininas, Alegria, Tristeza e Riley, principalmente.  No geral, gostei tanto do filme, muito simpático, com momentos tocantes, e do curta que o precedeu, o dos vulcões cantantes.  Chato – e já virou regra – é a falta de opção, ou é dublado, ou é dublado.  Sei que alguma coisa se perdeu com isso, piadas que talvez me fizessem rir bem mais, já que o humor do filme não me tocou muito.  De qualquer forma, é um filme interessante sobre as dores do crescimento, das mudanças  que abalam nossas seguranças, vistos a partir do interior, de dentro das nossas cabeças. 

Divertidamente conta a história de Alegria e outras “emoções” básicas, Tristeza, Medo, Raiva, Nojo, que habitam dentro da cabeça de uma menina de 11 anos Riley. Na verdade, habitam e guiam as reações dessa menina desde seu nascimento.  Riley é feliz em Minnesota, tem amigos, pais amorosos, joga hockey muito bem, e quem comanda suas emoções é a Alegria.  A vida de Riley e de suas emoções ia muito bem até que, por motivos de trabalho, seus pais decidem se mudar para São Francisco.  A menina fica abalada e tudo piora quando a Tristeza tenta ajudar “arrumar” as memórias da menina na sala de comando e acaba contaminando e perdendo memórias base para a construção da personalidade de Riley.  



As memórias mais preciosas da menina podem ser destruídas e Alegria se precipita para salvá-las. Resultado?  Tanto ela, quanto a Tristeza, acabam saindo da sala de comando e se perdendo dentro do labirinto que é a mente de Riley.  Como poderão voltar?  Como evitar que a crise comprometa o emocional de Riley “para sempre”?  Enquanto isso, na sala de comando, Raiva, Nojinho e Medo tentam segurar a situação até que Alegria retorne, só que as coisas vão mal... Muito mal!

Enfim, eu amei o trailer de Divertidamente e reafirmo que os trailers estão ficando cada vez mais interessantes que os filmes.  Não que a nova produção da Pixar tenha problemas, ela é um produto bem acabado e simpático.  Tem seus momentos comoventes, especialmente, quando expõe a fragilidade da criança, ou adolescente, que quase nunca é consultado pelos adultos quando grandes decisões são tomadas.  



Riley, seu mundo organizado, é desfeito pela ação dos pais que, pelo menos no início, não percebem que estão fazendo as coisas mais difíceis para a menina, ou nem estão percebendo as suas dificuldades.  Talvez, a ansiedade da Tristeza, que era alienada pelas suas companheiras, tenha a ver com isso.  O abraço dos pais depois lá no clímax do filme é um dos pontos altos para mim.  E, bem, agora que sou mãe, que tenho uma menina, essas coisas me tocam ainda mais.

Se eu tivesse que eleger dois ou três ou mais momentos tocantes, eu teria que citar a memória favorita da Tristeza, que Alegria, sempre muito hiperativa e egocêntrica demorou a compreender; o sacrifício do amigo imaginário de Riley; e a perda das memórias queridas.  Eu tenho muito medo de perder a memória, de não lembrar, no entanto, é fato que muitas das minhas lembranças se foram.  Quantas memórias são guardadas e quantas descartadas?  E, embora o filme não enverede por aí, como lembramos das coisas é algo muito, muito pessoal.  Memórias são interpretações do passado.  Eu me lembro de alguns acontecimentos de uma forma, meus pais, meu irmão, de outra.  


Como historiadora me recuso a rotular qualquer memória pessoal de mentirosa, simplesmente, porque destoa da minha.  O fato é que nosso cérebro não consegue manter todas as nossas memórias e o filme trabalha bem a questão ao separá-las não somente por seus sentimentos dominantes – alegria, raiva, medo, nojo, tristeza – mas pelo peso que terão na personalidade da pessoa.  Houve até um artigo sobre psiquiatras infantis que assistiram o filme e fizeram ponderações positivas.  Está em inglês.

As partes mais engraçadas, bem, eu ri pouco, mas a parte do estúdio dos sonhos foi muito bem bolada.  Apesar das emoções protagonistas, há vários outros funcionários trabalhando na mente de Riley, inclusive personagens de suas lembranças boas e ruins.  O unicórnio estrela de cinema e o palhaço assustador empurrado para o inconsciente, uma câmara fechada, onde ficam “aqueles que dão problemas”, tiveram uma participação bem interessante.  Já as emoções básicas estão controlando todas as pessoas, mas é curioso como conforme crescemos elas ficam parecidas com seu dono... As de Riley guardam bem sua individualidade, mas as de sua mãe e pai, por exemplo, tem características deles mesmos, o cabelo, o bigode... Daí, fica difícil dizer quais emoções são femininas ou masculinas depois de adultas.  



E, bem, isso é interessante.  Riley tem cinco emoções básicas, três femininas (Tristeza, Alegria, Nojinho) e duas masculinas (Medo e Raiva).  Raramente, muito raramente mesmo, vemos essa configuração em uma equipe de cinco.  Divertidamente é mais um produto da Pixar com protagonistas femininas, demanda antiga, aliás, e que dá muito mais tempos de tela para as mulheres.  A mãe de Riley aparece mais que o pai.  Alegria e Tristeza são as protagonistas  da sala de comando.  Bing Bong, o amigo imaginário a muito esquecido, é, talvez, o personagem secundário de maior peso.  E há Riley, claro... Enfim, o filme cumpre a Bechdel Rule sem problemas, afinal, há várias personagens femininas com nome, que conversam entre si e tem como principal assunto a menina, Riley.  


De resto, está sugerido que a puberdade é um período de problemas, é inescapável, e que meninas gostam de rapazes canadenses melosos de cabelo esquisito (*preciso dizer o nome?*) e vampiros depressivos românticos... O uso que Alegria faz do rapaz canadense foi bem surpreendente... Obviamente, esses clichês sobre adolescentes não estraga o filme, mas não poderia deixar de pontuar.  Na minha adolescência, eu mal saía de casa, amava Zorro, os Três Mosqueteiros, Sherlock Holmes e Drácula, trilhas de cinema, e enciclopédias e assistir jogos de basquete, mas ninguém nunca me disse que eu era uma adolescente normal.



Agora, antes do fim, algo que não posso deixar de comentar:  A idéia original de Inside Out lembra muito o do mangá josei Nounai Poison Berry (脳内ポイズンベリー), de Setona Mizushiro.  Não sei se é coincidência, mas plágios já aconteceram e como o mangá não saiu nos EUA – talvez, na frança e na Itália, mas não confirmei, quem ficaria sabendo?  A bola já foi levantada em sites de scanlations e outros de fãs de anime.  Nounai Poison Berry terá filme para o cinema em breve e foi publicado entee 2009 e 2015.

Divertidamente é um produto infantil e mesmo que passe alguma mensagem para nós, adultos, ele não tem tantas camadas quanto outros filmes da Pixar.  O drama é leve o suficiente para não chocar, nem ferir os mais jovens.  Faz pensar?  Sim, faz, mas só se você estiver permeável, como eu aqui com a questão da relação com a filha ou o medo de esquecer.  O visual, claro, é bonito.  Brinquedos do filme tem tudo para vender bem, só que há os Minions concorrendo e eles são mais atraentes para as crianças, eu acredito.  É isso.  Não é um filme brilhante, mas é colorido, divertido e traz algumas questões interessantes. Pretendo rever em inglês, quando puder.   O trailer está aí embaixo.


OFF-TOPIC: Gente, o público na sala de cinema foi o pior que eu já vi.  Uma dupla - mãe e filha adolescente - entraram na sala e estavam ao meu lado, uma cadeira de diferença.  Elas não sabiam qual era a sessão, se estavam na sala certa, brigaram em voz alta por causa da pipoca, quando começou o curta muita gente resmungou (*e a menina urrava...*) achando que era o filme errado...   Mudei de lugar, mas, apesar do cinema estar vazio, chegaram os donos da cadeira... Esse povo não sabe que todo filme da Pixar tem um curta antes?  Gente, visão do inferno.  Sério!  De resto, acho que no caso da mãe e da filha, eu acredito que era doença... Mesmo!

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Novelando: Os Dez Mandamentos ou se a casa cair para Yunet, acabou a novela!


Não vi Os Dez Mandamentos na sexta, mas fui ver o que está para acontecer e, bem, não gostei muito.  Se a casa cair para Yunet já esta semana, terminou a novela.  O que vai sobrar?  Os hebreus chatos de galocha?  O Romance entre Miriã e Uri que nem precisava acontecer?  O romance entre Moisés e Zípora?????  

Yunet é a melhor vilã da teledramaturgia em muito tempo, talvez desde a Nazaré. Sei que ela “precisa” ser punida, afinal, é o destino de vilão, especialmente em uma novela com lógica religiosa-moralista, mas é cedo.  Não é justo que todas as encrencas que ela armou até agora sejam descobertas, afinal, vai ser difícil justificar o casamento da Nefertari com Ramsés se ele descobrir todos os podres da sogra, inclusive, que ela matou o pai dele...  E mais, vai ser ela a única punida, e no pior estilo slut shaming (*vai voltar para a sarjeta e se prostituir e ser humilhada e...*), sem que os homens cúmplices – Paser e o General, principalmente – caiam com ela?  

Enfim, desculpem o micropost, mas estou decepcionada com este caminho tomado.  O núcleo egípcio é o melhor dessa novela carnavalesca e, bem, Yunet de  Adriana Garambone é diva. ^_^  E sério, já abandonei uma novela - Os Imigrantes - quando mataram sem motivo nenhum, meu personagem favorito.  Não vi mais nenhum capítulo.

domingo, 28 de junho de 2015

É, parece que Ōoku terminou mesmo no volume #12


Fiquei quebrando a cabeça para entender este post do Comic Natalie (*aceito ajuda e correções*), mas, ao que parece, Ōoku (大奥), obra prima de Fumi Yoshinaga, fechou mesmo no volume #12, que foi lançado no dia 26 de junho.  Se entendi corretamente o CN, para comemorar o volume #12, esta edição da revista Melody temos um brinde da série chamado de Shogun Hito Gen Memo (将軍ひと言メモ) e, pelo menos é o que me parece, um gaiden.  Aí, ainda tenho dúvidas, mas lendo os comentários no Amazon Japão, a promessa da autora em fechar no volume #12 e, claro, o que eu vi até o volume #10, Ōoku deve ter terminado mesmo.  Nem que seja a linha principal da história.  No fim das contas, e não interpretem como spoiler, Ōoku gira para voltar ao início, isto é, uma sociedade governada por homens... Estou devendo as resenhas dos volumes #9 e #10, mas espero me retratar em breve.


sábado, 27 de junho de 2015

O dia em que me senti Homofóbica por causa de um arco-íris

Sei lá, li umas coisas hoje aqui no Facebook que me deixaram um tanto chateada. Entendo a importância da decisão da Suprema Corte Norte Americana em relação ao casamento igualitário.  Primeiro, porque é fazer justiça para milhares de casais, seres  humanos como eu, que tinham um direito básico negado em alguns estados daquele país. Segundo, porque uma decisão da Suprema Corte é válida para todos os Estados e isso, nos EUA, é coisa séria e incomum.  Terceiro, porque os EUA têm um papel de liderança no mundo  e o que acontece lá, tem efeito imediato no resto do mundo, seja de aderência ou resistência.  

Depois da decisão da Suprema Corte de lá, repostei várias notícias e fotos, tanto quanto a minha conexão problemática (*estou no Rio de Janeiro*) me permitiu.  Adorei, em especial, a foto da Suprema Corte que mostrou que as mulheres, as três juízas, fizeram toda a diferença para que o “Amor Vencesse” (#LoveWins).  Estava celebrando a decisão de lá tanto quanto meus amigos e amigas gays, no entanto, percebi a cobrança para que todo mundo colocasse o arco-íris – ou rainbow, porque queremos ser americanizados em tudo – na foto ou prontamente virar suspeito de ser homofóbico ou estar se escondendo.  Sério isso, gente?  Se eu não colocar o arco-íris na minha foto passo a integrar o mesmo bloco do Malafaia, Feliciano e Bolsonaro?  Será que eles me aceitam do jeitinho que eu sou/estou?


Não vou chamar a história do arco-íris de modinha, trata-se, para a maioria, acredito, de uma legítima expressão de felicidade, entretanto, não vejo como justo que se torne obrigatório, como uma credencial de que você é simpatizante ou militante da igualdade entre todos e todas.  Coloque cores na sua foto ou se torne uma reacionária em um passe de mágica.  Não, não é justo, nem por brincadeira.  Pior ainda é o pessoal que colocou para circular aquela foto famosa de uma criança africana faminta para protestar contra as manifestações de alegria... Eu não vou colocá-la aqui, acho de extremo mau gosto e desrespeitoso que se use esta foto ou de outras de crianças sofrendo e morrendo da mesma forma que considero abjeto quem fotografa e coloca na net a autópsia de um famoso (*ou anônimo*) ou vai para o cemitério ou velório tirar selfie com o cadáver.  Ainda mais, para desqualificar as pautas alheias, como se tivéssemos que abraçar todas elas ou houvesse uma hierarquia de importância que sempre parte da crítica ao outro que milita, batalha, luta por algo que é justo.  Quem nunca leu uma matéria sobre direitos dos animais seguida de comentários cobrando que os defensores dos bichinhos cuidem das crianças?  Aposto que quem aponta um dedo tem quatro apontando para si.

Enfim, é isso.  Não vou me pintar de arco-íris, pois não acho fundamental para me identificar como apoiadora dos direitos dos homossexuais e, também, porque acredito que há ainda um longo caminho.  Aqui, em nosso país, o Supremo por unanimidade e o Conselho Nacional de Justiça garantiram o direito à união civil aos homossexuais e, ainda assim, o Congresso não legislou sobre isso e se põe a discutir sobre como privar os homossexuais dos direitos básicos garantidos a outros cidadãos e cidadãs como adotar; quando o mesmo legislativo quer estabelecer em lei um conceito estreito de família para excluí-los; e deputado propõe bolsa para ex-gays; mais ainda quando boa parte dos municípios brasileiros vêm excluindo as discussões de gênero dos Planos Nacional de Educação e dos diversos estados e municípios.  


Sim, há um longo percurso a percorrer, seja aqui, seja nos EUA.  Só que, por lá, uma decisão da Suprema Corte deve ser mais acatada do que as do Supremo aqui. Quem nunca leu de juiz ou outro operador da justiça negando-se a fazer um casamento de duas pessoas do mesmo sexo mesmo depois da decisão do CNJ? (*Aqui, uma delas, uma das noivas é minha amiga, aliás.*) Enfim, fico por aqui e  reafirmo meu direito de não me pintar de arco-íris e não ser rotulada de homofóbica por isso.  Sei que foi brincadeira, mas com essas coisas eu não brinco, não.

Cocohana traz one-shot de Akiko Higashimura


Akiko Higashimura, autora de Kuragehime (海月姫), lançou um one-shot na revista Cocohana. O nome da história é Bishoku Tantei (美食探偵), em português, Detetive Gourmet.  O resumo do ANN e do Comic Natalie diz que se trata de uma história que começa e termina com comida.  Enfim, acredito que as aventuras do detetive gourmet  tenham tudo para virar uma série regular se for um sucesso e substitua a elogiada Kakukaku Shikajika (かくかくしかじか), que a autora encerrou recentemente na revista.  De qualquer forma, é mais um gourmet mangá.  Acho que todos os bons mangá-kas da atualidade vão produzir pelo menos um durante a vida.


P.S.: Imaginem que eu fiz esse post no tablet a tarde e perdi tudo, porque a net caiu e eu reiniciei o aparelho.  Achei que estava tudo salvo... Azar o meu, enfim.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Primeiro Volume da Continuação de Hana Yori Dango chega às lojas esta semana


O Comic Natalie fez uma longa entrevista com Kamio Yoko – sim, três páginas e tudo em japonês, claro – na qual a autora fala de sua obra como um todo, séries que mais gostou de fazer, e Hanadan que é seu grande sucesso.  Além disso, o CN informa que os volumes 1-24 do Hana Yori Dango (花より男子) original estarão disponíveis para leitura on line até 31 de julho, a partir de hoje.  Posteriormente, os volumes de 25 até 37 também serão disponibilizados.


Tudo isso é para promover o lançamento do volume 1 de Hana Nochi Hare ~Hanadan Next Season~ (花のち晴れ~花男 Next Season~) e o relançamento do volume #1 do original.  A capa que está no CN é nova pelo menos... Enfim, o gaiden sai no dia 3 de julho.  A autora fala na entrevista como é ter seu novo Hanadan na Shounen Jump+, o CN ressalta bem que é uma publicação para o público masculino.


O que eu gostei mais na entrevista foram as fotos de Kamio-sensei trabalhando.  Elas estão aí embaixo:


terça-feira, 23 de junho de 2015

Bullying e sonho de fuga são tema de One-Shot na Office You


O Comic Natalie anunciou que a mangá-ka Hagiiwa Mutsumi publicou na última edição da revista Office You um mangá curto chamado  Heart no Coin (ハートのコイン).  Segundo o CN, a autora conta em 100 páginas a história de uma mulher que sempre se sentiu solitária e infeliz desde a infância.  Sofrendo bullying, ela buscava refúgio no sonho de ir para a Dinamarca, pois encontrara algumas moedas deste país perdidas em sua casa.  Adulta e trabalhando, ela tem que enfrentar a realidade, isto é, que não é nada barato ou fácil mudar de país.  Enfim, temas adultos para mulheres adultas.


segunda-feira, 22 de junho de 2015

Snoopy e Charlie Brown no cinema este ano


Eu não estava levando fé, mas o trailer de Snoopy & Charlie Brown – Peanuts, O Filme ficou tão, mas tão fofinho, divertido, nostálgico que eu não poderia deixar de postar.  Sou fã da obra do Schulz, tenho vários livros de coletâneas de Snoopy - no Brasil sempre foi assim - e adorava o desenho quando era criança.  


Enfim, espero poder assistir no cinema em dezembro (*previsão para o Brasil*).  Quem sabe, a Júlia já vai conseguir assistir comigo.  Quem sabe... ^_^

Queria ser Lady Oscar: um livro canadense que parece ser muito legal

Capa da edição italiana.
Vi no Facebook o anúncio do lançamento na Itália do livro Volevo Essere Lady Oscar  de uma autora canadense chamada Marie-Renée Lavoie. O título em francês do Quebec,  língua materna da autora, não é esse, mas La petite et le vieux (A Menina e o Velho). De qualquer forma, trata-se de uma história premiada e que conta a história da menina Hélène de oito ajos, mas que finge ter 10 para poder vender jornais no seu bairro. A protagonista tem três irmãs, um pai muito ocupado e uma mãe amorosa, mas muito rígida. A menina também queria ter nascido um garoto, inspirada por seu desenho favorito, Lady Oscar, e diz para todos que se chama "Joe".

Bem, vocês já devem saber que Hélène não é uma menina de nossos dias, a história do livro se passa nos anos 1980. Em suas andanças pelo bairro, a menina conhece um velhinho, Roger, que se mudara recentemente e ambos passam a nutrir uma grande amizade. Se entendi bem, parece que o velhinho morre ao longo do livro, ou no final dele.
Capa da edição original canadense
Amizades entre velhinhos e crianças normalmente têm garotos como protagonistas, La petite et le vieux já rompe com essa tradição,  mas o fato é que Hélène é "Joe", então,  talvez a relação se construa como se fosse entre um menino e um velho. Se entendi bem as resenhas que li em francês é italiano, trata-se do primeiro livro de  Marie-Renée Lavoie, que é formada em letras e leciona no Collège Maisonneuve de Montréal. Ela já escreveu pelo menos um outro. O site italiano que consultei originalmente, fala em tradução para 4 línguas,  achei italiano, alemão e francês (da França), imagino que exista tradução para o espanhol, mas não achei, ainda assim, todos são países que assistiram A Rosa de Versalhes nos anos 1980. Nós, aqui, nunca vimos, nem os ingleses, nem os americanos... De qualquer forma, fiquei me roendo para ler este livro, deve ser delicioso.