Comentando o Primeiro Episódio de Suki-Tte Ii Na Yo。ou “Say I Love You。”

As Personagens Masculinas Tipo dos Shoujo Mangá: (Mais) um Esboço

Quais são os tipos de garotos mais comuns nos shoujo mangá? Que tal fazer uma lista?

Irene Adler é a grande injustiçada nas recentes adaptações de Sherlock Holmes

Irene Adler, a mulher que enganou Sherlock Holmes, ganhou uma nova roupagem no século XXI. Infelizmente, ela parecia muito melhor no séculos XIX...

Comentando “Detona, Ralph!” (Wreck-It, Ralph)

A Disney revisitou os vídeo games dos anos 1980 em um filme muito divertido e bem executado.

As Personagens Femininas Tipo dos Shoujo Mangá: um Esboço

Personagens centrais nos shoujo mangá, assim como na vida real, as meninas não são todas iguais, mas podemos tentar organizá-las em tipos. Vamos tentar?

Histórias em Quadrinhos: um Levantamento Bibliográfico

Uma ajudinha para quem está começando a pesquisar sobre quadrinhos.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Fechado Temporariamente


Pessoal, lamento informar que preciso fechar o Shoujo Café por algum tempo.  Imagino que dias, já foram dois sem posts mesmo.  O fato é que Júlia está doente, não vejo melhora rápida no horizonte, fui ao hospital no domingo e na segunda, ao posto de saúde na terça; e eu tenho pendências de trabalho que são urgentes.  Não posso me  enganar achando que vou dar conta de tudo.  Enfim, é o Shoujo Café que sofrerá, pelo menos momentaneamente, com minha incapacidade de multiplicar o tempo e diminuir o sono.  

Para vocês verem, são quase 4 da manhã e somente agora terminei a correção das provas de recuperação que preciso entregar hoje, porque vários alunos e alunas dependem dessas notas para pedirem o avanço escolar e entrarem na universidade.  Na correria, errei a correção de um item e tive que rever todas as provas.

Mas que ninguém se desespere, se conseguir, volto com as postagens amanhã ou na sexta.  No entanto, não é certeza.  No mais, peço que torçam pela melhora da Júlia, porque ela está sofrendo bastante.

domingo, 20 de julho de 2014

Autora de Sunadokei publican a revista Big Comic Original


O Comic Natalie anunciou que Hinako Ashihara está publicando um one-shot chamado Kouhito (乞う女) na revista Big Comic Original. Se entendi bem o resuminho, trata-se da história de uma jovem mulher eu casou por dinheiro com um viúvo, presidente de uma companhia.  Quando o homem morre, a vida da moça parece mudar bastante.  Não tenho mais detalhes, nem sei se entendi direito, no entanto, acredito que alguém faça scanlations.  

Ashihara é uma das mangá-kas shoujo mais elogiadas do momento e publicou duas séries importantes, Piece ~Kanojo no Kioku~ (Piece ~彼女の記憶~) e Sunadokei (砂時計), que foi lançado aqui pela Panini.  Algo curioso é que várias mangá-kas top josei e shoujo estão publicando seus one-shots na Big Comic Original.  Comemoração dos 40 anos da revista?  Teste?  Forma de atrair as leitoras dessas autoras?  Realmente, não sei.  Só espero que elas não cismem de abandonar suas casas (*revistas*) para publicar seinen. Uma visita, entretanto, faz muito bem para todo mundo.

Editor da JBC avisa que o novo shoujo da editora não é chato!


Está rolando o Anime Friends e ontem houve um painel (*ai, gosto desse termo, por que não usar?*) da JBC apresentando seus novos mangás. Os grandes sites estavam lá, claro, e o Gyabbo fez uma cobertura momento a momento.  E estão lá as falas do editor da JBC, o Cassius, sobre o novo mangá shoujo que eles lançaram: 


Enquanto eu maternava (*Júlia continua doentinha*), alguém postou o comentário lá no Facebook do Shoujo Café e o post ferveu.  Curioso observar gente defendendo o editor dizendo que sua fala foi uma espécie de “propaganda” do tal Tom Sawyer – que não é versão quadrinhos do livro do Mark Twain, que fique claro – para quem não curte shoujo. Cóf!  Cóf!  O amadorismo das editoras persiste, porque há quem acredite que ele seja aceitável e necessário.

Eu realmente não entendo como alguém – editor e consumidor – consegue ver esse tipo de comentário desrespeitoso, ignorante, e desnecessário, como elegantemente colocou o Gyabbo, como propaganda.  Nem comento mais essas tiradas do editor da JBC aqui no blog, porque é meio que como dar audiência para quem não merece, afinal, não me quer como consumidora, mas como Júlia dorme, decidi falar bem rapidinho, afinal, serve para a gente rir um pouco.

E ainda há quem fique surpreso com o que esse povo fala.
Eu não tenho muita fé no mercado brasileiro de mangás, muito menos em nossas editoras, quando o assunto é shoujo.  Houve quem dissesse que não iria comprar nada mais da editora.  A mesma pessoa que defendeu o Cassius ficou horrorizada com tamanho radicalismo. Você deixa de ouvir um cantor por ele falar/fazer besteira? E ficou de cara quando outras pessoas disseram que sim.  Militância é militância!  Eu já deixei de consumir tanta coisa por conta de comentários/ações homofóbicas, racistas, misóginas, etc. E como há tanto o que se ouvir, ler, comprar, assistir no mundo, será que é uma perda tão grande assim?  Eu acho que não.

Enfim, acho que tem gente que não entende que o Shoujo Café é para fãs de shoujo e se a demografia e seus fãs-consumidores são maltratados, boicote é uma forma de marcar posição.  Só que é deveras cansativo ficar repetindo a mesma coisa desde, sei lá, 2000, 2001?  Parece mesmo que estamos andando para trás... 


De resto, o shoujo que não é chato da JBC – Sailor Moon (美少女戦士セーラームーン) não é shoujo, vocês sabe, é Sailor Moon – se chama Tom Sawyer (トムソーヤ), saiu em 2007 na revista Melody,  mesma que publica Ōoku (大奥), então periga ser um material mais denso e, talvez, focando em um público mais velho.  Esse é o perfil da Melody. E tem autoria masculina (*de repente, é por isso que não é chato, né mesmo?*).  Volume único.  Neste caso, acho que a JBC fez bem, afinal, o retorno é garantido e não há preocupação com possível perda de público/lucro.O mangá está muito bem cotado no Mangaupdates

Então, você decide.  Compra da JBC, ou não? Só não acredite que com isso irá incentivar a vinda de novos shoujo, porque esta não é a política da editora mesmo.  eu não sei se vou comprar, mas meu marido de repente compra sem eu nem saber... aliás, ele está comprando o relançamento das Guerreiras Mágicas de Rayearth (魔法騎士レイアース).  Comprei Genshiken  (げんしけん) e Termae Romae (テルマエ・ロマエ), compro Sailor Moon, mas esses relançamentos cara de pau, eu não compraria, não. 

P.S.: Dennys, desculpe ter confundido o seu site com o Chuva de Nanquim.

Drama CD para Pochamani


Foi lançada hoje no Japão a nova edição da revista Hana to Yume com um Drama CD de  Pochamani (ぽちゃまに). Segundo o Comic Natalie, Kana Hanazawa e Megumi Ogata fazem parte do elenco de dubladores, a capa do Drama CD reproduz a do volume #1 da série e temos um perguntas e respostas com o elenco incluído.  Eu realmente acredito que essa série vai virar ou anime, ou dorama.  Um dos dois é certeza.


Yumiko Ooshima é tema de livro no Japão


Yumiko Ooshima foi uma das mangá-kas que revoluciounou o shoujo nos anos 1970.  A primeira a falar de gravidez na adolescência e aborto em um mangá, a inventora das mais que recorrentes meninas com orelhas de gatinho.  Não no mesmo mangá, que fique claro!  Enfim, segundo o Comic Natalie, Fukuda Rika, que é especialista em culinária e tem vários livros (Exemplo 1 e 2), conversou com Ooshima e a mangá-ka Naito Yamada. O resultado desse papo é um livro OoSHIMA Yumiko ni Akogarete ~Ocha wo Nonde, Chanbo wo Shite,Shuraba wo Koete, Neko to Class (大島弓子にあこがれて ~お茶をのんで、散歩をして、修羅場をこえて、猫とくらす)que fala de chá, livros e de como Ooshima foi uma das figuras centrais da revolução do shoujo mangá.  O livro tem um apêndice com ilustrações feita spela mangá-ka, se entendi bem o CN, o brinde tem formato de bloco de cartas.  


sábado, 19 de julho de 2014

Algumas palavras sobre o livro Quadrinhos: História Moderna de uma Arte Global


Queria escrever algumas linhas – não é uma resenha, porque só li dois capítulos até o momento – sobre o livro Quadrinhos: História Moderna de uma Arte Global, de Dan Mazur e Alexander Danner.  O título original, Comics: A Global History, 1968 to the Present, explicita bem o objetivo da obra, que é fazer uma história dos quadrinhos sem limites geográficos e com um recorte temporal bem específico, os últimos 50 anos.  É um livro novo, recém-lançado em nosso país, e é positivo que tenha chegado por aqui tão rápido.  

Quando vi o livro á venda na editora Leitura, observei o índice e fiquei muito curiosa.  Trata-se de uma obra corajosa, pois tenta abranger o underground e o mainstream e traçar um panorama dos quadrinhos norte americanos, japoneses, europeus e além.  Com meus conhecimentos limitados, certamente terei que pesquisar para além do livro para melhor compreender algumas questões, e, bem, dialogar com várias obras é uma coisa que eu adoro fazer.


Falando especificamente de mangá – foram as partes que peguei para ler primeiro – temos cinco capítulos ao todo. Um sobre Tezuka, um sobre a revista alternativa Garo, os outros sobre as demografias, as revoluções e as novas perspectivas.  Cinco capítulos falando de mangá em um livro não específico é muito mais do que eu poderia esperar.  Mas eis que surge a questão, o que está escrito vale a pena?

Li o capítulo sobre a Garo e o sobre mangá mainstream, isto é, as demografias mais antigas, shounen, shoujo e seinen.  O capítulo da Garo em qualquer livro sempre me parece a louvação sem nenhuma crítica. Há um grande deslumbramento em relação a esta revista alternativa.  Como de material da Garo eu só vi um pouco de Kamui, não vou comentar, pois acho que não consigo mesmo captar a grandeza que os autores costumam ver na garo.  O das demografias foi curioso, a começar pelo fato dele falar mais de shoujo do que de shounen.


Mazur e Danner se destacam por não serem descritivos, eles se posicionam, dão opiniões, a gente pode discordar, claro, mas eles vão fazer o leitor ou leitora pensar.  Por exemplo, na parte de shounen, eles defendem que Leiji Matsumoto trouxe características dos mangás shoujo para a demografia.  Segundo eles, Matsumoto faz obras introspectivas, nem sempre marcadas pela ação, e que isso seria característica do shoujo mangá.  Será mesmo?  Imagino o que Leiji Matsumoto diria a respeito...

Senti muita falta, no entanto, de uma menção ao clássico dos mangás de esporte, Kyojin no Hoshi (巨人の星).  Foi um silêncio incomodo já que ali foi estabelecido o fundamento dos mangás shounen de esporte e levados aos limites os valores defendidos nas revistas para garotos, amizade, perseverança, vitória e, neste caso, sacrifício.  Quando falam de Ashita no Joe (あしたのジョー), e não dá para não falar, é para discutir questões referentes à estética, construção da protagonista, impacto social da obra, não do esporte em si.


A parte de shoujo é boa, não se compara ao que o Paul Gravett fez em Mangá, o que, aliás, não é demérito, pois não se trata de uma obra específica como a do inglês.  é preciso ressaltar que um dos pontos positivos de Quadrinhos: História Moderna de uma Arte Global é a sua autonomia em relação a trabalhos consagrados, como os de  Frederik Schodt, por exemplo.  Voltando a parte de shoujo mangá, os autores reconhecem a importância do grupo de 24, falam da demanda por novas autoras, das inovações temáticas, do nascimento do BL.  Eu realmente senti falta de um parágrafo ou frase destacando a importância de Machiko Satonaka, mas é só.  É o ponto mais baixo do capítulo.  

Os autores também listam entre as mangá-kas em atividade nos anos 1950, Chieko Hosokawa destacando que ela era a mais importante entre todas.  O correto seria dizer que ela se tornou a mais importante pelos trabalhos que faria nos anos 1970, afinal, ela debutou em 1959.  Só que eles não explicam o motivo da sua importância, e olha que foi ela a primeira mangá-ka shoujo a construir uma série - Attention Please  (アテンション・プリーズ) - na qual a protagonista tivesse como objetivo ter uma profissão.  Aliás, Hosokawa está viva e produzindo até hoje.  Outra coisa curiosa e mal explicada pelos autores é a história de "sexo quase explícito" em Fire! (ファイヤー!), de Hideko Mizuno.  Sim, o mangá é um marco; sim, temos ali a primeira cena de sexo em um shoujo mangá; mas não passam de silhuetas.  Talvez por estarem acostumados com os comics, essas silhuetas possam ser quase explícitas para os autores, mas, sem dúvida, trata-se de um exagero.


O texto deixa evidente, também, a predileção dos autores pelo trabalho de Yumiko Ooshima, uma das autoras do Grupo de 24 (Nijūyo-nen Gumi).  Não somente elogiam a ousadia na escolha dos temas, citando como exemplo seu mangá Tanjou! (誕生!), que abordou gravidez na adolescência e aborto em 1970, como o seu traço minimalista em comparação com o de suas contemporâneas.  Os autores inclusive criticam os excessos do resto do grupo de 24, Riyoko Ikeda entre elas, chamando a arte das autoras de “jóia falsa” em comparação com o estilo de Ooshima. O objetivo é reforçar a importância do trabalho de Ooshima, mas é o tipo de afirmação, pelo menos da forma que foi feita, parece mais coisa de fã.  O trabalho de Ooshima, sua genialidade,sustenta-se sem a necessidade desse tipo de comparação.

Ainda assim, o maior problema dos dois capítulos e, provavelmente, do livro inteiro, repousa na revisão final.  Vamos lá!  Acredito que o texto original – sim, ler coisa traduzida é algo que pode colocar a perder muita coisa – os autores tenham optado por colocar o nome em japonês da série e uma tradução para a língua inglesa.  A partir do momento que a tradução estava dada, ela passa a ser usada regularmente no texto.  Esse é o padrão, por isso, reforço que deve ter vindo do texto original.  Não gosto desse tipo de escolha, mas é uma escolha, desde que se mantenha a regra e, aí, começa o problema.


Alguns mangás só aparecem com o título traduzido, como 11-gatsu no Gymnasium (11月のギムナジウム). As traduções mais correntes do título são O Ginásio/Colégio em Novembro. O livro traduz como O Ginasial em Novembro.  Será que ambas são traduções possíveis do japonês?  Não sei, mas a que está no livro, nunca vi.  Já outros títulos, caso de Shiroi no Heya no Futari (白い部屋のふたり), primeiro shoujo mangá yuri, e que poderia ser traduzido como O par/casal do Quarto Branco, só aparece com seu título em japonês.  Em um livro ou trabalho acadêmico, a uniformização é algo obrigatório.

E chegamos a um problema que certamente é de tradução/revisão, porque não acredito mesmo que tenha sido coisa do original.  Candy♥Candy (キャンディ♥キャンデ) virou um mangá sobre um garoto órfão.  Sim!  Garoto!  Já Oniisama E... (おにいさまへ…) virou um mangá sobre bullying e lesbianismo, claro, em uma faculdade com alunos e alunas... A série se passa em um colégio particular e elitista para meninas.  Foram dois erros gritantes, mas será que são os únicos do tipo?  Sei que um revisor técnico – e conheço a competência do responsável por este livro – não pode conhecer tudo em profundidade, ainda mais um livro com uma proposta desse tipo, mas ficou muito feio.


Tão ruim, ou pior, é ter a grafia do nome de um autor escrita de maneiras diferentes no mesmo parágrafo.  Uma está certa, a outra escapou e ficou.  Vejam bem, o livro é um produto e, neste caso, deslizes assim comprometem a qualidade do material, acaba convidando o/a leitor/a a sair catando erros.  E é algo muito, muito comum no mercado editorial no Brasil que este tipo de erro de digitação não seja corrigida. Só que se é um livro de 10, 20 reais, a coisa dói muito menos do que eu um que custa quase 89 reais. Eu paguei 30 reais a menos na FNAC, mas, ainda assim, é um livro caro.

Pergunto-me se ainda verei o mercado editorial brasileiro – e vale para tudo, inclusive mangás – superar esses percalços e oferecer a qualidade que os preços altos parecem sinalizar.  É por conta dessas coisas que, quando posso, opto pelo material original.  Enganos como os que escrevi, erros grosseiros, ou cacos de edição roubam um pouco do brilho de um bom livro, caso de Quadrinhos: História Moderna de uma Arte Global, e não podem continuar sendo a regra, precisam ser a exceção da exceção.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Notícias do dorama coreano de Nodame Cantabile


O querido Manoel Victor me mandou vários twitts me colocando a par de a quantas anda o dorama coreano de Nodame Cantabile (のだめカンタービ).  Enfim, as notícias não são boas, por assim dizer.  Segundo informa o site AllKpop, está difícil escalar protagonista para a série.  Depois de confirmarem a atriz – acho que ela deve ser como uma idol japonesa – Yoona seria a protagonista, a desistência foi comunicada dias depois.  O Manoel Victor até tinha dito que a moça não se parecia com a Nodame, mas foi alegado que a moça preferiu ser protagonista em uma co-produção coreana e chinesa para o cinema.  Será a estréia da moça na tela grande.  Os coreanos estão sem Nodame novamente.  Parece que, pelo menos, Joo Won continua confirmado como Chiaki, ou Cha Yoo-Jin, na versão coreana.  Mas estão conversando de novo Shim Eun Kyung, que era a escolha anterior e visualmente muito mais Nodame, para mim, ela talvez assuma o papel.  


quinta-feira, 17 de julho de 2014

Ranking da Oricon


Nessa confusão dos meus últimos dias, acabei esquecendo de postar o ranking da Oricon da semana passada.  O Comic List já faz tempo que não consigo postar e não queria ficar devendo o mais importante dos rankings japoneses, também.  Enfim, por conta disso, estou postando o da semana passada e o desta semana de uma vez.  Segue o ranking desta semana:

Semana de 07-13/07 
4. Chihayafuru #25
6. Umimachi Diary  #6
10. 7SEEDS #27
11. Hana-kun to Koisuru Watashi #9
20. Last Game #6
21. Taiyou no Ie  #11
26. Anata no Koto wa Sorehodo  #2
27. Hyakki Yakoushou  #23

Foi uma boa semana para os shoujo e josei mangá.  Aliás, temos três josei no top 10, Chihayafuru, que deve subir de posição, eu imagino, Umimachi Diary e 7SEEDS.  Muito bom!  Não lembro de três josei no top 10, não séries diferentes.  Além disso, ainda tempos mais cinco volumes, distribuídos em outras posições.  O destaque é para mais dois josei, Hyakki Yakoushou  e Anata no Koto wa Sorehodo, ou seja, a maioria dos mangás femininos no ranking desta semana não é shoujo.  Isso é raro, se é que já aconteceu antes com séries variadas.

Semana de 30/06-06/07
16. Miseinen dakedo Kodomo ja Nai  #4
17. Last Game #6
20. 12-sai。 ~Kokuhaku~
25. Himitsu no Ai-chan #13
27. Nijiiro Days #6
29. Ore Monogatari!! #6

Semana passada tivemos seis shoujo mangá no top 30, no entanto, nenhum entre os dez mais vendidos.  Mas, como vocês viram, as coisas melhoraram esta semana.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Azumanga Daioh é da Newpop


Coisas boas acontecem, acontecem o tempo todo. ^_^ E foi bom saber ontem que a Newpop anunciou o lançamento do mangá de Azumanga Daioh (あずまんが大王)!!!!!!!!  Se eu não estivesse tão quebrada, eu iria ficar pulando pela casa inteira.  Eu tenho cá minhas dúvidas se a tradução vai conseguir passar as piadas, algumas muito japonesas mesmo, mas eu realmente não me importo.  Também não sei se vão lançar a versão original, que saiu em uma revista seinen, ou a do aniversário de 10 anos, que voltou a ser publicada em uma revista, só que desta vez, shounen.  Para quem não sabe, a série é 4koma, isto é, tirinha.  Azumanga Daioh é muito legal e o anime é um dos meus top favoritos.  Lançamento no Anime Friends e eles ainda vão anunciar mais um título.  Aguardem!


Meio fora do ar


Pessoal, o Shoujo Café está devagar quase parando esta semana, espero retornar hoje com algum post relevante. Mas, enfim, Júlia está doentinha, tive que dar muita atenção a ela no fim de semana. Mal dormi de sexta para sábado e de sábado para domingo.   volta ao trabalho nesta semana está me sugando bastante. Meu computador também quase morreu de segunda para terça, inviabilizando qualquer post... estou do tablet, agora. Mas acho que tudo está sob controle agora, mas nunca se sabe... O Shoujo Café continua aberto, mas não necessariamente com a freqüência que wu gostaria. É isso.