Comentando o Primeiro Episódio de Suki-Tte Ii Na Yo。ou “Say I Love You。”

As Personagens Masculinas Tipo dos Shoujo Mangá: (Mais) um Esboço

Quais são os tipos de garotos mais comuns nos shoujo mangá? Que tal fazer uma lista?

Irene Adler é a grande injustiçada nas recentes adaptações de Sherlock Holmes

Irene Adler, a mulher que enganou Sherlock Holmes, ganhou uma nova roupagem no século XXI. Infelizmente, ela parecia muito melhor no séculos XIX...

Comentando “Detona, Ralph!” (Wreck-It, Ralph)

A Disney revisitou os vídeo games dos anos 1980 em um filme muito divertido e bem executado.

As Personagens Femininas Tipo dos Shoujo Mangá: um Esboço

Personagens centrais nos shoujo mangá, assim como na vida real, as meninas não são todas iguais, mas podemos tentar organizá-las em tipos. Vamos tentar?

Histórias em Quadrinhos: um Levantamento Bibliográfico

Uma ajudinha para quem está começando a pesquisar sobre quadrinhos.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Ranking da Oricon em dose tripla


Três semanas sem postar o ranking da Oricon.  Quando fui ao Rio na semana passada, tinha separado o ranking das duas últimas semanas e colocado em um pendrive.  Quem disse que consegui postar?  Não pensem que quando falo em falta de tempo estou brincando, só posso sentar e preparar um post, porque Júlia está dormindo... Se ela acordar... De qualquer forma, até gosto de postar duas semanas juntas, ajuda a visualizar o desempenho d eum mangá, mas três... De qualquer forma, na semana atual, Chihayafuru estreou em um modesto sexto lugar.  Talvez suba para o top 5, mas, normalmente, o mangá estreava entre os três primeiros.  Kyou wa Kaisha Yasumimasu。vai muito bem e engrena a terceira semana no top 10.  Deve sair esta semana, o ranking novo sai amanhã, mas é um ótimo desempenho para um josei, ainda que o dorama ajude um pouco.  Deve continuar entre os trinta mais vendidos.  Será que o povo não vai engrenar scanlations dessa série?

Ookami Shoujo to Kuro Ouji  tem anime no ar, mas deve cair for a do top 30 depois de algumas semanas e continuar na periferia.  Isso, claro, se não houver outros volumes entre os 50 ou 100 mais vendidos.  Mas isso, eu não tenho como confirmar.  Gakuen Babysitters, mangá fofinho, subiu no ranking.  Kimi ni Todoke continua no top 30, deve cair for a agora.   Honey e Hachimitsu ni Hatsukoi   se saíram bem, ainda que não estejam no ranking atual.  Skip Beat! saiu do top 10 para o limbo.  Vendeu bem, é claro, mas não é bom sinal, não. E para quem não sabe, Kuroneko Kareshi no Aishikata é BL.  É isso!  Vamos postar!

6. Chihayafuru #26
9. Kyou wa Kaisha Yasumimasu。 #7
12. Gakuen Babysitters  #10
15. Kyou no Kira-kun #9
17. Akagami no Shirayukihime  #12
25. Ookami Shoujo to Kuro Ouji  #10
27. Kimi ni Todoke #22

7. Kyou wa Kaisha Yasumimasu。 #7
11. Ookami Shoujo to Kuro Ouji  #10
12. Akagami no Shirayukihime  #12
16. Gakuen Babysitters  #10
18. Kimi ni Todoke #22
23. Kuroneko Kareshi no Aishikata #2
26. Mikado no Shihou  #7
27. Honey #5
30. Hachimitsu ni Hatsukoi  #9

3. Kyou wa Kaisha Yasumimasu。 #7
6. Ookami Shoujo to Kuro Ouji  #10
8. Kimi ni Todoke #22
9. Skip Beat! #35
12. Honey #5
16. Kami-sama Hajimemashita  #19
18. Neko to Watashi no Kinyoubi  #6
26. Hachimitsu ni Hatsukoi  #9

Menos de uma semana para o fim da insanidade (*ou assim espero*)


Para quem não entendeu, insanidade é este período eleitoral, mais especificamente, o segundo turno.  Que a febre das eleições varre as redes sociais e se alastra como o Ebola.  A coisa mais triste é que algumas pessoas perdem completamente a noção de civilidade, colocando em risco mesmo amizades antigas e o respeito angariado por anos de convivência.  Tenho pelo menos um caso, uma amiga muito querida, mas que cultiva ódio insano ao PT .  Daí, a qualquer menção (*ainda que não feita*) à Cuba, Coréia do Norte, china e Rússia (*que ela crê ainda ser a URSS*), ou notícia positiva sobre o PT, ela reage de forma desmesurada.  E, claro, também repassa os links mais alucinados contra o governo.  Esta está doente faz muito tempo, mas trata-se, no entanto, de exceção.  A maioria das pessoas logo irá se curar, ou assim tenho esperança.

Ontem, uma ex-aluna, que vota em Aécio, sintetizou muito bem este meu mal estar.  As pessoas – conhecidos e até amig@s – invadem os seus posts com o intuito de agredir, mais até do que anunciar suas preferências.  E isso, usando muitas vezes caixa alta, ou seja, estão gritando com você.  Não é mais fácil, quando você respeita a time line do outro?  Por que não escrever na sua própria TL sua insatisfação ou suas opções por candidato X ou Y?   Não, é preciso cobrar satisfações (*fosse no mundo real, imagino que haveria dedo em riste e tudo mais*) como se a pessoa estivesse com suas palavras escritas ou as notícias repassadas lhe ofendendo diretamente.  Se o agressor, sim, porque é desta forma que vejo a pessoa, é um conhecido, não raro alguém que chegou a você por outras pessoas, bloquear é a saída, mas e se for um amigo ou amiga?  Necessário será deletar o comentário e/ou calar torcendo que a pessoa caia em si.  A maioria, infelizmente, não cai.  Nessas horas me questiono se é doença mesmo, ou se é o verdadeiro caráter da pessoa aflorando...


Sei, no entanto, que minha experiência nas redes sociais nem é a pior.  Acredito que por não fazer parte de grupos políticos ou comunidades do gênero, por evitar entrar em discussões em Facebook e Twitter, não receba a maioria das coisas mais pesadas, seja as (pseudo) notícias, seja as agressões mais desmesuradas.  A amiga que citei lá em cima não conta, claro, mas ela parou de me seguir e eu a ela, só não sei se me bloqueou, também, mas isso eu nem vou caçar para descobrir.  Curiosamente, aliás, acontece o seguinte comigo.  No Facebook, as agressões partem dos contaminados pelo ódio ao PT, nem se trata de eleitores de Aécio, antes de Marina, também, é gente que odeia o partido do governo e em cima disso constrói todas as suas argumentações; no Twitter, são os religioso petistas, sim, pois é gente que se comporta como membros de uma seita, que a qualquer suposta crítica contra o governo federal, vem para cima de você como se desejasse rasgar sua jugular à dentadas.  Simples assim, e como o Twitter não permite longos textos, inundam a sua conta com absurdos.  E, pelo menos no meu caso, é sempre gente desconhecida, que chegou até você através de outras pessoas que lhe seguem.  Normalmente, o caso termina em bloqueio.

Mas por qual motivo estou escrevendo este texto?  Sim, sim, ontem estava circulando uma imagem, ela está logo abaixo, com uma foto da cantora Wanessa, filha de Zezé di Camargo.  Confesso que nada sei sobre a música da moça.  Sei que é cantora e conheço a polêmica com a fala de Rafinha Bastos, que rendeu-lhe o afastamento do CQC, e da questão do parto normal pós-cesariana da cantora, amplamente divulgado em grupos de apoio ao parto normal humanizado que freqüento.  Enfim, mas eis que a moça termina criticada por apoiar Aécio Neves apesar de antes ter se posicionado contra o Pastor Feliciano e suas posições homofóbicas.  Mas, ein?


Considero muito injusto esse tipo de post, sabe por qual motivo? Vanessa estava criticando Feliciano, e nisso a maioria concorda com ela. Mas eis que ela apóia Aécio(*direito seu, aliás*), daí, ela vira motivo de chacota e critica, porque, bem, a candidatura do PSDB foi apoiada por Feliciano e outros renomados homofóbicos. Quem posta algo assim, esquece que Feliciano foi da base do governo e que o PT - em uma de suas manobras mais canalhas - deu de bandeja a comissão de direitos humanos para ele? Será que o fato de Aécio receber tais apoios o torna naturalmente homofóbico?  Olha, eu du-vi-do que o PT não aceitasse essa corja no seu palanque se eles quisessem subir.  Aceitaria até o Malafaia, mas ele, acredito, nunca apoiaria o PT sem pedir muito em troca. Será que Wanessa se torna uma falsa, mentirosa, traidora, simplesmente por ter Aécio como candidato?  Mas eis que fico sabendo que o marido dela, Marcus Buaiz, é o articulador de Aécio junto aos “famosos” (*imaginava Luciano Hulk e Ronaldo, enfim...*) e que inclusive apoiadores antigos do PT, caso de Zezé di Camargo, pularam para o barco do PSDB por causa dele.  Acho que as pessoas esquecem que artistas apoiam candidatos desde sempre, minha memória é de uma maioria pró-PT, mas em uma campanha acirrada como a que vivemos, alguns precisam apoiar o PSDB, ora bolas!

Só que fiquei pensando: será que atiram pedras em Wanessa para acertar o marido?  Afinal, ela é alvo mais fácil.  Um amigo, a quem respeito muito e que entende muito desse universo musical, acredita que ela se colocou contra Feliciano para se promover junto à comunidade GBLT.  Não concordo, muita gente boa e nem tanto, indignou-se com o que estava acontecendo na comissão de direitos humanos.  Aliás, a maioria das pessoas com o mínimo de bom senso viu que Feliciano não podia ocupar aquele lugar e criticou, na época, as estratégias de poder do PT.  O que quero dizer é que essa fúria eleitoral está passando dos limites e que as pessoas estão perdendo o senso crítico, o bom senso, a cordialidade.  E isso de ambos os lados, não é privilégio somente dos seus adversários de ocasião, sejam petistas ou tucanos.


Não vou me estender comentando o suposto desprezo de Aécio – para mim, o grande vencedor do primeiro turno – pelas mulheres, vejo-o muito mais como um machista, um patriarcal mesmo, que nos trata com complacência, vide sua última propaganda antes do primeiro turno.  Para quem não lembra, era mais ou menos assim “Amiga dona de casa, enquanto as duas mulherzinhas brigam (Marina e Dilma), deixe um homem resolver a sua vida”.  Não acho que foi acreditar que o mundo é dividido em trabalhadores e donas de casa, que ele foi ao segundo turno, tampouco que acreditar que violência doméstica se resolve com polícia na rua, ou sinalizar que vai extinguir a Secretaria de Políticas para as Mulheres, que ele deixará de ser eleito presidente do Brasil no próximo domingo.  O fato é que a cara de nojo e outras expressões faciais, e a forma como tratou Dilma no debate da Band e do SBT, especialmente, repercutiram mal, muito mal. E isso foi detectado pelos analistas.  Fora a acusação de agressão contra uma mulher, algo que ficou em aberto, sem processo contra o acusador...   Não vejo, no entanto, isso como definidor da eleição.  Ganhe quem ganhar, será muito apertado mesmo.  

No mais, votarei 13 por conhecer o projeto de Brasil do PSDB, não por esquecer-me de todas as bobagens que o PT fez durante seu período no poder. Temos muito a comemorar, mas temos muito, também, a deplorar.  Já falei disso em outros posts aqui no Shoujo Café, não vou me repetir, acho que os links sobre Feliciano já sintetizam o que eu penso.  Mas vivemos um momento histórico, esta é uma eleição a ser lembrada, seja pelo número de candidatas mulheres, seja pela mobilização – para o bem e para o mal – que ela vem inspirando.  No entanto, não sentirei falta dela e temo pelas eleições futuras com o ambiente virtual cada vez mais hostil e se desdobrando em violência real em espaços públicos.  Espero que tenha sido um texto útil.  Queria desabafar desde ontem, nem falei do aniversário de Júlia ainda, mas estou sem tempo mesmo e com muitos problemas para resolver.


P.S.: O objetivo das ilustrações do post é inspirar bons sentimentos e nada tem a ver com o tema dscutido.  Flores sempre me trazem uma sensação de paz e tranqüilidade.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Quinto gaiden da Rosa de Versalhes na revista Margaret



Conforme havia sido prometido, e o sucesso foi tanto que eu imaginava que só não aconteceria se Riyoko Ikeda recusasse, temos mais um gaiden da Rosa de Versalhes (ベルサイユのばら) na Margaret.  O protagonista é, novamente, Gerodel.  Para quem não sabe, ele é o personagem masculino favorito da autora.  Se entendi bem, trata-se de uma história em duas partes, a segunda e última será lançada em 5 de novembro.


Além disso, a última Margaret traz um apêndice com ilustrações das séries da revista comemorando o Dia das Bruxas.  O  nome do booklet é Margaret BOY’s Halloween (マーガレットBOY's Halloween).  A notícia estava no Comic Natalie.


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Mineo Maya conta suas memórias na revista Princess Gold


Mineo Maya é o autor de Patalliro! (パタリロ! ), o shoujo mangá com maior número de volumes da história.  Ele é, também, o nome de maior sucesso do shoujo mangá, alguém que debutou quando o gênero já era dominado pelas mulheres, em 1973, e lá permaneceu sempre fazendo sucesso.  Mineo Maya conta suas memórias na última edição da revista Princess Gold, já havia comentado sobre a série de entrevistas com autoras que começaram a carreira nos anos dourados do shoujo mangá.  Pois é, há pelo menos um homem a entrevistar, eis ele aí.  Shinji Wada, de Sukeban Deka (スケバン刑事), seria o outro, mas ela\e faleceu faz alguns anos. A notícia estava no Comic Natalie.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Algumas reflexões atrasadas sobre o Dia dos Professores


Ontem, não pude fazer um post sobre o Dia das Professoras, se não se importarem, uso o feminino, afinal, somos maioria na profissão. A maioria dos que lecionam, dos que abraçam a profissão em seus níveis mais básicos e fundamentais, aqueles que mais sofrem com a discriminação, longas horas de trabalho, turmas lotadas e baixíssimos salários. Somos, também,nós mulheres as que mais colhem os  sorrisos dos pequenos e pequenas, que recebem os pequenos presentes cheios de valor sentimental, que somos abraçadas e beijadas.  Sim, isso é importante, eu acredito.  Mas, por sermos em maioria mulheres, pesa sobre a profissão uma depreciação calcada em leituras de gênero.  Afinal, trabalho de mulher é coisa de menor importância, é dom oferecido gratuitamente, é algo cuja remuneração não precisa ser relevante, afinal, mulheres amam servir ao próximo, enfim... 

Fiz a minha opção cedo, nunca quis ser somente – como se pouca coisa fosse – professora, mas sabia que tinha vocação e desejo de seguir por este caminho.  O exemplo de minha mãe, professora-alfabetizadora, modelo de dedicação até atenta, amorosa e até excessiva à profissão de lecionar e de meu pai, mecânico, que nunca se viu como professor mas tantas vezes me ensinou a me aprimorar na minha profissão e valorizar o que faço pela importância que dava ao trabalho bem feito, assinatura de qualquer profissional, me inspiraram.  


Salário ruim, coisa que experimentei nos meus primeiros anos lecionando, era a propaganda negativa principal; a violência que os professores e professoras sofrem, não era algo em evidência nos meus anos de formação.  Sofríamos violência do Estado, que paga mal em qualquer uma de suas esferas, mas que é muito cruel no Estado do Rio de Janeiro, e dos estabelecimentos particulares de ensino, que exigem muito e oferecem pouco, na maioria dos casos. 

De resto, acho que minha vida como professora tem sido tranqüila. A maioria das turmas que tive, se não gostavam de mim, nunca me desrespeitaram.  Certeza de que uma turma não gostava de mim, aliás, só tive uma vez.  Acredito que o respeito é o ponto de partida, se conseguir ganhar a estima, estou satisfeita, se a relação extrapola para um afeto genuíno, sinto-me abençoada e feliz.  Nos piores momentos da minha vida, aqueles em que cada dia parecia um peso, o que me mantinha funcionando e minimamente feliz era saber que iria dar aula no outro dia.  


Dividir o que sei, ou acho que sei com outros, estimular os alunos e alunas a pensarem criticamente (*não a pensarem como eu penso*), garantir que estudar e se divertir não são coisas incompatíveis, reforçar positivamente e não desqualificar meus alunos e alunas com dificuldades, são missões caras para mim.  Não tenho interesse em converter, não sou guia religiosa; quero estimular, ajudar a crescer.  Educar  e educar-se é exercício de transcendência.  Também não sou tia, ainda que reconheça a doçura desse tratamento, nem trabalho de graça.  Profissional e, não,  sacerdote (*em um sentido pouco compreendido hoje em tempos de padres e pastores pop star*), professoras e professores não deveriam trabalhar por migalhas, porque, bem, é seu dever servir e trabalhar em silêncio.  Aliás, me mandaram vídeo do Alexandre Garcia (*sujeito que detesto*), que reforça esta idéia.  Aliás, já chega disso!  Estamos no século XXI.

A profissão de professora precisa ser valorizada.  E se nós, professoras e professores, não exigirmos isso, seremos, sim, tratados  como qualquer coisa.  A culpa da situação não é nossa, mas precisamos mostrar excelência, comprometimento e parar de reforçar uma idéia terrível que persiste, como sempre precisarão de professores, a profissão acaba sendo refúgio para medíocres.  Em meus mais de 20 anos de sala de aula, conheci muitos colegas que eu não teria pena, caso fosse gestora, de retirar de sala de aula.  Na maioria dos casos, pelo bem dos educandos, em outros casos, para o bem do próprio profissional.  


Ter muitos diplomas, formação em uma boa universidade, não lhe torna excelente professor.  Conheci muitos que com seus conhecimentos limitados eram excepcionais mestres, dignos, sim, de carregar esse título.  Outros, estariam melhor somente na pesquisa, ou em outras profissões, mas persistiam lecionando e destroçando as cabeças e os corações de meninos e meninas.  Tal situação me aterroriza ainda mais quando eu imagino que minha filha poderá passar pelas mãos de algum profissional desse  tipo...

Enfim, vamos acabar este texto.  É sempre comovente receber as congratulações pelo "meu dia".  Comove-me quando ex-alunos e alunas me cumprimentam.  Choro até,, ando bem molenga.  Fico mais emocionada ainda quando algum deles diz que seguiu carreira porque eu, ou também eu, servi de inspiração.  Saibam, queridos, que vocês são minha inspiração para viver.  Meu alimento diário de esperança no futuro, de vitalidade e força para viver momentos difíceis. Se eu ajudo de alguma forma a vocês, não pensem que vocês não me ajudem muito, também.


Até o próximo 15 de outubro!

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Autora de Black Bird lança mangá curto na Betsucomi


O Comic Natalie anunciou que Kanoko Sakurakouji, de Black Bird e Last Notes (ラストノーツ), lançou um mangá em duas partes intitulado Beautiful (ビューティフル). O resumo disponível não me deu muita coisa, há um assassinato, dois rapazes e o triste destino de uma bailarina.  Mais detalhes devem aparecer depois.  De resto, a capa da Betsucomi está muito bonita.  O ícone é tão diminuto que nem dá para ver muita coisa.


Além disso, se eu entendi bem a página da revista, a edição traz o calendário 2015, ilustrado pelas principais autoras.  A capa é de Sakurakouji.  Devem estar torcendo para que ela emplaque outro grande sucesso em 2015.  Black Bird, série mais importante da autora, foi publicada no brasil pela Panini.



Peça do Takarazuka faz Akita Shoten lançar produtos de Hakushaku Reijou


Hakushaku Reijou  (伯爵令嬢), mangá de Chieko Hosokawa, começou a ser publicado na revista Princess em 1979.  Ao contrário de Ouke no Monshou (王家の紋章), que não termina nunca, a série fechou em modestos 12 volumes.  Enfim, segundo o Comic Natalie, com a peça do Takarazuka, a Ashita Shoten está vendendo por 13 mil ienes réplicas de ilustração original da série autografada pela autora.  A ilustração, aliás, é lindíssima.  Olhem aí em cima, há uma parte dela.
Direto da Lojinha do Takarazuka
Além disso, há toda uma cartela de produtos lançados pela editora, além dos produtos da lojinha do Takarazuka. Assim, revival em grande estilo.
Produtos da editora
Para quem quiser assistir, aí embaixo um videozinho com a apresentação do Takarazuka.  Degustação da atuação de Sagiri Seina (Alain) e Sakihi Miyu (Corinne).  

Kinkyori Renai é destaque revista Betsufure


O Comic Natalie noticiou que a última edição da revista Betsufure, lançada no dia 11 de outubro, trouxe um apêndice especial de  Kinkyori Renai.  O objetivo, claro, é promover o filme live action.  Daí, o livreto de 50 páginas traz ilustrações em cores, prefácio, entrevista coletiva com o elenco e a autora (Rin Mikimoto), pôster, etc.  É o tipo de material que os fãs não podem perder.  Se entendi bem, no apêndice ou na revista há a reprodução do primeiro e do segundo capítulo do mangá.


Na mesma edição, estréia o novo mangá de Miwa Ueda, conhecida no Brasil por seu maior sucesso, Peach Girl (ピーチガール), Ichigo no Ouji to Entremet(いちごの王子とアントルメ.). Sei lá, sempre me deprime um pouco ter que citar um autor e autora sempre se referindo a uma única obra... 

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Shoujo Café devagar quase parando


Estou no corre-corre para a festa de aniversário de 1 ano da Júlia, que será no dia 18.  Por isso mesmo, não tenho conseguido dar muita atenção ao blog, quer dizer, a conexão na casa dos meus pais pega muito, muito mal. De qualquer forma, tentarei manter as atualizações que puder até o domingo.  Não esperem muito, mas saibam que não abandonei o Shoujo Café.

De resto, deixo aí uma das fotos da minha pequena... Foram muitas tentativas até que alguma foto ficou boa o suficiente para colocar em um cartãozinho.  Quer dizer, ficaram todas mais ou menos fofas, mas não serviam para o objetivo principal.  O primeiro ano da  Júlia passou, rápido, ou nem tanto, a depender da minha percepção do tempo.  O bebezinho de 47 cm, agora, é um bebezão de 72 cm... 

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Ranking da Oricon


Estou com dois rankings da Oricon atrasados, quer dizer, um atrasado e o da semana.  Antes que a coisa aumente, vamos lá.  Nas duas últimas pesquisas, Kyou wa Kaisha Yasumimasu。, josei que tem dorama no ar, é o mangá feminino melhor posicionado.  Um terceiro lugar, seguido de um sétimo lugar. Na semana atual, está solitário no top 10, mas no período de 22-28 de setembro tínhamos quatro shoujo no top 10.  Desses quatro, só Skip Beat! desapareceu.  Aliás, foi uma descida rápida, do nono lugar para uma saída do top 30.

Ookami Shoujo to Kuro Ouji não está no top 10, também, mesmo com anime no ar.  Já Honey, mangá mais modesto, mas de boas vendagens, manteve boa posição nos dois levantamentos.  Imagino que esta semana Kyou wa Kaisha Yasumimasu。saia do top 10, mas fique entre os 20, Ookami deve cair pouco, já o resto... não vou apostar.  Ah, sim!  Kuroneko Kareshi no Aishikata é BL da Dear+ e ficou muito bem no top 30 da Oricon.

7. Kyou wa Kaisha Yasumimasu。 #7
11.  Ookami Shoujo to Kuro Ouji #10
12.  Akagami no Shirayukihime #12
16.  Gakuen Babysitters #10
18. Kimi ni Todoke #22
23. Kuroneko Kareshi no Aishikata #2
26.  Mikado no Shihou #7
27. Honey #5
30.  Hachimitsu ni Hatsukoi #9

3. Kyou wa Kaisha Yasumimasu。 #7
6. Ookami Shoujo to Kuro Ouji #10
8. Kimi ni Todoke #22
9. Skip Beat! #35
12. Honey#5
16. Skip Beat! #35
18.  Neko to Watashi no Kinyoubi #6
26.  Hachimitsu ni Hatsukoi #9

P.S.: Como estou fora de casa, não garanto o ranking do Comic List, mas farei o possível.  Apesar dos pesares, somente ele permite uma visualização do que está vendendo mais dentre os shoujo e josei.