quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Volume #40 de chihayafuru lançado com festa no Japão


Acredito que o volume #40, que tem edição normal e limitada, foi lançado na segunda-feira. Desde lá, o Twitter da Be Love, revista que publica a série, da autora, de fãs, estão postando vídeos e fotos dos volumes, especialmente, da edição limitada.


Acredito que se eu estivesse no japão, eu compraria a edição especial.  Olha como a especial é mais grossa que a normal.


Ela vem com um monte de presentinhos, olha o vídeo aí embaixo.


No obi dos volumes há, também, o anúncio da nova série animada.  A gente já sabia, mas é sempre notável ver um josei tão bem sucedido a ponto de ter várias temporadas animadas e filmes para o cinema.  E uma série sobre um jogo tão japonês, o Karuta.


Mas a festa é dupla, porque a prequel do mangá, Chihayafuru: Chuugakusei-hen (ちはやふる 中学生編), fechou o seu ciclo com três volumes.  A série é baseada nas novels da autora, Yuki Suetsugu, e de Yui Tokiumi.  A arte é de Oto Tooda.


Não sei quantos mais volumes Chihayafuru (ちはやふる) terá, mas a série é espantosa, também, porque tirou do ostracismo Yuki Suetsugu, alvo de acusações da plágio (*tracing*) e queimada na fogueira, porque teria usado como referência para um de seus primeiros mangás ilustrações de jogos de basquete de Slam Dunk (スラム ダンク).  O mangá, aliás, nem era sobre basquete, mas muitos supunham que ela, na época uma iniciante, estava condenada ao limbo, ela ressurgiu das cinzas como uma fênix.  


Aliás, eu, que não sou especialista nisso, não consigo ver no tracing de cenas específicas algo tão ofensivo, pode ser até uma homenagem em certos caso (*muita gente famosa faz e fica por isso mesmo*), mas, sim, ela errou feio, enfrentou as medidas cabíveis, trata-se de crime, seu mangá Eden no Hana  (エデンの花) foi tirado de circulação no mundo inteiro.  Era uma boa série, infelizmente, não consegui terminar a leitura.

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