domingo, 11 de janeiro de 2026

Comentando o volume #2 de Uruwashi no Yoi no Tsuki (Sob a Luz da Lua): Aproveitando que o anime estreou hoje, segue a resenha atrasada.

Queria escrever algumas coisas sobre o volume #2 de Sob a Luz da Lua, título nacional de Uruwashi no Yoi no Tsuki (うるわしの宵の月), mangá de Mika Yamamori.  Eu li anteontem (*trouxe para as férias, estava atrasada*), o anime estreou hoje, já fiz resenha inclusive.  Não deu para comentar ontem.  Escrevi longamente sobre o volume #1, então, não vou fazer resumo, vou direto aos pontos que gostaria de destacar, até para que vocês não tenham overdose de uma série que é muito, muito boa.

Quando terminamos o volume #1, Ichimura propõe que Yoi saia com ele, depois, se retrai, diz que era brincadeira, mas a garota aceita a proposta.  O rapaz fica surpreso e decide fazer uma série de perguntas inconvenientes.  Se eles vão sair, o que poderão fazer?  Beijo?  Sexo?  Não conheço Ichimura  o suficiente para apostar se ele é experiente ou mais um mocinho de shoujo mangá que parece ser por ser muito disputado.  Eu apostei, por exemplo, que o Kiyoka de Watashi no Shiawase na Kekkon (わたしの幸せな結婚) seria tão virgem quanto Miyo, mas os livros me apontaram o contrário; ele só é discreto mesmo.  

Yoi fica abalada com as palavras dele e angustiada por algum tempo, sendo cobrada por Ichimura, mas termina se saindo muito bem ao redigir um contrato.  As cláusulas deixam claro o que esse período de "namoro" experimental irá deixar de fora.  E ela coloca como fora dos limites qualquer tipo de toque.  Obviamente, Ichimura vai querer derrubar as cláusulas  uma a uma e ele diz isso claramente.  Já nossa  mocinha, com o andar dos acontecimentos, até deseja isso, ainda que não consiga externar.  E Ichimura deixa claro para Yoi que ela é a primeira mulher que ele realmente quer.  Acredito que no sentido de estar ao lado, junto, não há nada nas palavras dele que me remetam ao sexual.  Não é como Kimi to Koete Koi ni Naru (キミと越えて恋になる), o mangá/anime do menino cachorro, que grita sexo desde a primeira interação entre os protagonistas.

E eles começam um novo tipo de interação.  Ela manda mensagem pelo celular, ele responde laconicamente e de forma seca.  Ela pergunta o motivo, ele diz que se respondeu é por gostar dela, porque normalmente ele nem responde.  E eles saem juntos.  Provam roupas, temos quadros lindos, porque ambos são muito bonitos.  Ele descobre que ela ama doces (*coisa de menina*).  Eles vão ao parque.  O pai de Yoi é muito gentil com Ichimura, ela fica com vergonha e ele diz que estão namorando.  Os dois estão juntos e chegam os amigos dele e temos constrangimento, porque o acordo é um segredo, mas do tipo que todo mundo parece saber.

Por  fim, nosso mocinho é confrontado com seus sentimentos.  Assim como Kiyoka, que eu citei lá em cima, Ichimura não sabe que está amando.  Kiyoka não acreditava que o amor precisasse estar presente no casamento, achava inclusive que poderia atrapalhar a relação entre marido e mulher.  Já Ichimura não entende seus sentimentos por Yoi.  É somente admiração? Vontade de estar perto de alguém que ele acredita ser atraente e que tem uma personalidade que lhe agrada? Seria algo mais?  Ele não sabe.  Nossa mocinha também não sabe direito ainda, mas ela não tem experiência alguma.  Ichimura talvez já tenha se relacionado antes, mas nunca amou e ele quer descobrir.  Terminamos o volume nesse pé.  Ele quer usar esse teste como uma forma séria de entender seus sentimentos.

O volume #3 sai este mês, mas estou no Rio e ele vai chegar em Brasília.  Só poderei ler depois de voltar pra casa.  O anime, se tudo correr bem, irei assistir.  Espero ter como encaixar as SEIS séries que eu gostaria de acompanhar.  Estou com medo de deixar várias delas pelo caminho.

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