Ouke no Monshou (王家の紋章), de Chieko Hosokawa e Fumin, elas são irmãs, acredito que as precursoras dessa história de duo de mangá-kas, está completando 50 anos este ano. A série é um isekai, pois o passado é uma terra estrangeira, na qual a protagonista, Carol Reed, vai parar no Egito no século XIV a.E.C. Mesma época de Anatolia Story, só que o faraó da história é fictício. Enfim, Ouke no Monshou nunca teve animação (*só um OAV especial*) ou peça do Takarazuka (*apesar de ter tido mais de uma peça musical*), mas tem um conjunto de fãs fiéis e é louvado por retratar o Egito e outras civilizações da antiguidade com fidelidade dentro dos limites da ficção, além disso, a série já vendeu mais de 40 milhões de exemplares.
Muito bem, a exposição comemorativa será aberta em 28 de agosto em Tokyo e passará ainda por Osaka e Fukuoka, terminando sua trajetória somente em 2027. Segundo o site oficial do evento e seu perfil no Twitter, a exposição trará uma coleção de ilustrações originais, românticas e lindamente coloridas juntamente com manuscritos do mangá de cenas icônicas. Imagino que haverá recriação de figurinos do mangá e lojinha, claro. Seria muito oportuno o anúncio de uma animação, como a série é feita de arcos, talvez fosse possível selecionar alguma coisa para uma série comemorativa. De resto, não esperem que Ouke no Monshou seja concluída, acredito que as autoras vão continuar fazendo esse mangá até a morte, porque idade para se aposentar ambas já têm. Hosokawa, por exemplo, estreou em 1958 e nasceu em 1935. Já sua irmã, que não tem verbete na Wikipedia japonesa, é 5 anos mais jovem.
















































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