sábado, 4 de abril de 2020

La Seine no Hoshi completa 45 anos de sua estreia


Em 1974, no auge do sucesso da Rosa de Versalhes (ベルサイユのばら), Riyoko Ikeda se recusou a permitir a produção de um anime da série.  A história de Oscar tinha impactado as japonesas e havia demanda por material semelhante.  Com a negativa da autora, nasceu La Seine no Hoshi ( ラ・セーヌの星).  A série de capa e espada da Sunrise estreou em 4 de abril de 1975 e ficou no ar até 26 de dezembro do mesmo ano, contando com 39 episódios.  Nascido como anime, houve um mangá da série contando com 3 volumes.



La Seine no Hoshi conta a história de Simone, uma adolescente de 15 anos, que acredita ser uma plebeia, mas, na verdade, é irmã bastarda de Maria Antonieta, futura rainha da França.  Seus pais adotivos são guardiões desse segredo. Graças a um vizinho, Robert, filho do Conde de Vaudreuil, a garota aprende a usar a espada e termina se tornando uma espécie de heroína mascarada (*e com collant e shortinho*) na França às vésperas da Revolução Francesa.  Ela é a Estrela do Sena.  Robert se torna o Tulipa Negra (*imitação do Cavaleiro Negro da Rosa de Versalhes, mas com um figurino um século desfasado, ele parece um mosqueteiro*) e a ajuda.  Na versão italiana do anime, tiveram a capacidade de renomear a série e ajustá-la para parecer que o protagonista era o rapaz.


Nunca consegui gostar de La Seine no Hoshi, considero infantil e muito distante da qualidade da Rosa de Versalhes, o mangá, ou outras séries animadas de ponta da época, mas ela tem seus fãs, claro.  De Seine no Hoshi, eu gosto da música de abertura, acho bem legalzinha.  

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