sábado, 29 de junho de 2013

Rurouni Kenshin ganha mais dois filmes para os cinemas



Segundo imagem postada no Manga News, está confirmado que teremos dois novos live action de Rurouni Kenshin (るろうに剣心) nos cinemas japoneses no verão de 2014.  Desta vez, trata-se do Arco de Kyoto e Shishio aparece em destaque na ilustração da Jump SQ que vocês podem ver abaixo.  Não há informação mais concreta sobre os filmes, mas acredito que o elenco básico do primeiro filme de 2012 seja repetido e Takeru Satoh volte a encarnar o samurai.  O que me lembra que até hoje o filme está no meu HD para ser assistido... 


No momento, o mangá de Rurouni Kenshin está sendo republicado pela JBC em um formato bem mais digno do que o anterior e quem não pode ler a série na época em português, faz bem em colecioná-la agora que está tendo esta nova chance.


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3 pessoas comentaram:

O filme até que é bom, considerando-o isoladamente do mangá. A caracterização das personagens principais e a luta final contra o Jin-E Udou estão bem fiéis.
Mas há alguns poréns, se considerarmos o manga como base: a relação com o Saito é precoce, perdendo todo o impacto que o encontro dos dois tem no manga. A luta contra o Sanosuke não tem nem 10% do material (o que é especialmente ruim para a construção da personagem) e a "Oniwabanshuu" sequer existe (cortando quase toda a dramaticidade do arco da Megumi).
Então, de novo: o filme até que é bom, se assistido sem a espectativa de fã do manga.

Muito bom o filme!
Não o deixe no HD rsrs

Assista o/

Estou esperando a crítica da Valéria a esse filme pq sei que além de fã de mangás ela é cinéfila.

Meu lado fã não se incomodou com a história (até pq não sou tão fã e já faz uns 5 anos que não leio o mangá), acho até que, considerando que é uma adaptação e o filme possui pouco tempo para contar uma história que poderia levar horas e horas para ser contada, td se encaixou bem e deixou aquele gostinho de quero mais.

Maaasss... tirando a parte fã, as atuações em geral foram sofríveis... ou melhor, quase não se teve espaço para elas e, como não se tinha nenhum ator brilhante para se fazer aparecer, a ação tomou conta.
Gostei dos efeitos das lutas, achei que ficou bem próximo do mangá, mas ao mesmo tempo era como se houvesse um corte, como se o tempo e o espaço parassem durante as lutas, depois td voltava ao 'normal'.

Quem eu conheço que é fã de animação, gostou muito, mas pra quem não é fã, fica difícil de passar...

Meu marido comentou que o filme não é cinema oriental. Complemento dizendo que tampouco se faz ocidental... talvez aí resida minha estranheza, o fato dele estar no meio do caminho...

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