quinta-feira, 6 de agosto de 2020

A Disney não aprende mesmo: Protagonistas Negros nunca são deixados em paz

Não vai ser um post longo, mas uma recomendação de um texto do UOL chamado Você já reparou no destino dos personagens negros das animações da Disney?.  Resumindo todas as protagonistas da Disney, que incluem os estúdios que pertencem à empresa, passam pouquíssimo tempo em seu corpo negro, poque sempre são transformados em alguma outra coisa.


Em 2009, tivemos A Princesa Sapo e a protagonista passou boa parte do seu tempo em formato animal.  Esse aspecto foi um dos que eu pontuei na minha resenha mais de uma década atrás.  Este ano, a BlueSky, que eu não sabia que era da Disney, lançou Um Espião Animal, dublado por ninguém menos que Will Smith, mas o agente, uma espécie de 007 negro, passa boa parte do filme como um pombo.  Eu assisti nos cinemas com a Júlia e não fiz resenha, porque não valia a pena, afinal, seria somente para pontuar essas duas obviedades que eu coloquei em uma frase.  E está para estrear Soul, da Pixar, no qual o protagonista morre e vira uma bolha azul.  
Três protagonistas negras em toda a história da empresa e elas tem pouquíssimo tempo de tela.  Mas não é uma atitude racista, é só uma necessidade de roteiro, vocês sabem. Falando nisso, descobri graças a um vídeo antigo da Mikannn que A Princesa Sapo da Disney é livremente baseada no primeiro  romance de E.D.Baker (*mulher se escondendo atrás de suas iniciais*) chamado de The Frog Princess.  A principal e evidente mudança?  A heroína era branca, claro.

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