Agora, algumas palavrinhas sobre o segundo episódio de Isekai no Sata wa Shachiku Shidai (異世界の沙汰は社畜次第) ou Isekai Office Worker: The Other World's Books Depend on the Bean Counter, para quem quiser mais detalhes do ponto de partida da história, por favor, leia a primeira resenha da série ou assista ao Shoujocast. Quando terminamos o episódio um, Seichiro Kondou, nosso protagonista, está passando mal. Foi envenenado? Não, ele tinha tomado uma overdose do tônico revigorante mágico. Ele acaba sendo resgatado pelo comandante Aresh Indolark.
O comandante usa sua magia para tentar salvar o protagonista. Aresh avisa que era uma espécie de primeiros socorros, mas ele percebe que Kondou parece hipersensível à magia e ele precisa tentar outro tipo de abordagem que implica em contatos íntimos com o protagonista. Sim, é exatamente isso que vocês estão pensando, mas nada de realmente explícito é mostrado. Kondou consente e compreende o que vai acontecer. No outro dia, ele sai correndo para o trabalho, deixando Aresh muito irritado, porque ele estava à morte e não consegue colocar seu bem-estar em primeiro lugar.
Mais para adiante do episódio, Aresh explica para Kondou que uma boa saúde é fundamental para que você possa ser um bom trabalhador, o comportamento compulsivo de Kondou é destrutivo. Como eu conheço gente, da minha família inclusive, que é compulsiva em relação ao trabalho, ainda que o conceito de shachiku (escravo do trabalho) inexista entre nós, a prática pode ser encontrada. A gente não deve morrer de trabalhar, mesmo que ame o que faz, é preciso buscar um equilíbrio entre trabalho, vida privada, família, lazer, sempre preservando a saúde.
Aresh e Kondou passam a manhã pensando um no outro. O comandante inclusive se mostra impaciente com a sacerdotisa durante as aulas de magia. Ela quer saber mais sobre sua vida privada, ele exige seriedade, mas, na verdade, está preocupado com Kondou. E ele toma para si a responsabilidade de cuidar dele, levando-o até o médico. Já Kondou acredita que ofendeu Aresh e quer saber, indo perguntar para Norbert, como poderia compensar qualquer brecha de etiqueta para com alguém superior.
O médico é bonitão, meio sedutor e um tanto expansivo demais. Oposto de Aresh em termos de personalidade. Só que ele é competente também, ele descobre que Kondou tem certo grau de alergia à magia e a elementos mágicos presentes na comida. Aresh reclama do fato de Kondou não ter sido examinado por ele ainda e o protagonista chega à conclusão de que ninguém que governa aquele país se preocupa realmente com ele. Se ele morresse, seria menos um problema.
Aresh, para a surpresa de todos, passa a assumir meio que uma atitude de babá em relação à Kondou, logo ele que parecia tão frio e distante. O jovem comandante começa cuidando da alimentação do protagonista, o impedindo de trabalhar em excesso e levando-o para sua casa. Ele precisa se acostumar com a comida do reino de Romany, com as partículas mágicas presentes nela, precisa se fortalecer, porque está desnutrido. Como Kondou foi doutrinado para obedecer a hierarquia e considera Aresh seu superior, ele aceita sua orientação impositiva.
A relação dos dois vai se tornar mais próxima ao longo dos capítulos que estão por vir. Não temos um romance ainda, mas os elementos estão todos lá. Muito provavelmente, Aresh terá que usar a tal cura mágica íntima de novo, antes que eles se entreguem por afeto e/ou prazer às intimidades. Como o anime está se pautando pelo mangá, já vimos os dois na capa, eles já se beijaram, mas não nada de explícito de verdade vai aparecer. Por enquanto é só.














































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