sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Estudante "forçado" a deixar a escola processa a prefeitura de Kumamoto pedindo como indenização 1 iene


Um ex-aluno está  processando uma escola pública de prestígio,  o Colégio Seiseiko, em Kumamoto, por permitir que, em nome de tradições da instituição, o bullying acontecesse em suas dependências.  O ex-aluno em questão terminou por desenvolver depressão e ter que abandonar a escola.  Dois dos casos citados pelo Sora News são bem emblemáticos, logo depois da cerimônia de boas vindas da escola, os garotos do primeiro ano foram levados por veteranos para o telhado da escola e obrigados a cantar o hino da instituição por mais de 30 minutos à plenos pulmões; o outro caso foi obrigar os meninos do clube de tênis a deixarem seu cabelo ser raspado, além de outras tantas humilhações.  Os dois casos aconteceram em abril de 2017, em maio do mesmo ano, ele deixou o clube de tênis.  Em maio de 2018, ele teve que sair da escola devido à doença.

A escola, durante todo esse tempo, fechou os olhos para o abuso, apontando que a escola tinha tradições de mais de 100 anos e que os novos alunos deveriam se ajustar.  Enfim, o caso está na justiça e a mãe do garoto aponta que a indenização  pedida é simbólica, porque o objetivo é expôr o sistema que permite que tais abusos aconteçam e tentar mudar a forma como a educação nas escolas japonesas é conduzida.  Espero que o caso gere o máximo de repercussão no Japão.

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