Uma das notícias de ontem, foi que o Estúdio KAI declarou falência, quer dizer, acredito que no Brasil seria isso, não sou conhecedora dessas coisas, não, mas a gente sabe que as coisas vão mal e é o que me importa. Vou reproduzir o texto conforme está no ANN:
"A edição de 13 de abril do Diário Oficial Japonês (Kanpō) revelou na segunda-feira que o estúdio de animação Studio KAI está entrando em estado de insolvência, condição na qual a empresa se torna incapaz de pagar suas dívidas, após encerrar o ano fiscal de 2025 com um prejuízo líquido de 565 milhões de ienes (aproximadamente US$ 3,5 milhões).
A empresa reportou um prejuízo de 165.129.000 ienes (cerca de US$ 1,51 milhão) em seu segundo relatório de resultados financeiros de 2021. Anteriormente, em seu primeiro relatório, referente ao período encerrado em 31 de dezembro de 2019, a empresa havia reportado um prejuízo de 402.010.000 ienes (cerca de US$ 3,69 milhões em valores atuais).
O Studio KAI é uma subsidiária da ADK Emotions e foi formado em junho de 2019. A GONZO transferiu parte de seus negócios de produção de anime, propriedade intelectual e gestão de direitos para o Studio KAI em julho de 2019, quando realizou uma "cisão societária por incorporação"."
Bem, algo que vi o povo comentando é como um estúdio com tantos títulos populares (*e não estou falando dos shoujo e josei, não*), e há uma lista completa na Wikipédia, conseguiu ficar nessa situação? No mesmo ANN, aliás, há uma matéria falando de como o Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão está muito empolgado com o crescimento da animação japonesa e que "pretende aumentar o mercado internacional de animes para 6 trilhões de ienes até 2033.". Será que há uma má gestão do Estúdio KAI? Outra coisa, a gente sabe que os animadores recebem muito mal no Japão e que a produção de animes vive uma crise faz tempo. Qual o motivo desse colapso? E como fica a segunda temporada de A Star Brighter than the Sun (太陽よりも眩しい星/Taiyou Yori mo Mabushii Hoshi)?
.jpg)















































0 pessoas comentaram:
Postar um comentário