Peço desculpas pelo grande atraso, mas não consegui publicar o episódio antes. Está atrasado e o novo episódio (*o décimo*) de Anatolia Story saiu na terça-feira. Este programa tem a review dos episódios 8 e 9. Como havia umas notícias que eu queria comentar, coloquei uma seção para isso. Despulpem também a repetição da palavra "turbulento"; não sei por qual motivo fiquei usando o mesmo vocábulo várias vezes. Só percebi quando estava editando. Outra coisa, a parte em que eu comento os episódios não tem captura de tela, nem imagens. Foi a correria. Para a minutagem, só no Youtube mesmo.
E chegamos ao episódio 6 de Anatolia Story (Red River/Sora wa Akai Kawa no Hotori) e ele não decepcionou em matéria de censura e boas oportunidades perdidas. Algumas opções da produção são inexplicáveis e cada vez mais eu me pergunto se quem está à frente do projeto tem alguma simpatia pela história. Mas podem acreditar que eu dou o meu máximo para comentar mais um episódio dessa série que é adaptação de um dos meus mangás favoritos. Para a minutagem, é preciso ir ao Youtube.
O Shoujocast está no ar. Atrasou, porque estou doente, uma gripe que me deixou com a garganta bem comprometida. Neste episódio, comento os episódios 4 e 5 de Anatolia Story (Red River), porque é um compromisso e, mesmo com uma animação deficiente, eu esperei muito tempo por essa série para não valorizar o que há de bom nela. É isso, a minutagem está abaixo para ajudar. E peço desculpas pelos vícios de linguagem, percebi que exagerei desta vez. Se quiser a minutagem, é preciso ir ao Youtube.
Eu cito no programa as cenas de Yuri vendo o rio vermelho e Roxellana, o Bósforo em Yume no Shizuku, Kin no Torikago (夢の雫、黄金の鳥籠). Acabei não colocando no vídeo, deixo as duas abaixo:
Gravei um resumão das minhas observações sobre os animes da temporada, que consegui assistir até agora. Falta olhar alguns, se eu tivesse assistido ao episódio #4 de Oni no Hanayome antes de gravar o programa, teria outras coisas a dizer (*e não seriam elogios*), mas foi o que consegui fazer antes de me ausentar de casa. Espero que minha falação seja pelo menos divertida de se ouvir. A minutagem está abaixo e, claro, haverá spoilers. Para quem quiser minhas primeiras impressões por escrito, é só clicar na tag reviews. Aqui, o Shoujocast sobre as estreias da temporada e o texto listando e comentando todos eles é este.
Mais um Shoujo Cast comentando um episódio de Anatolia Story. Para quem começou a assistir agora à série, seria interessante ver as primeiras reviews, mas se quiser olhar esse programa, seja bem-vindo, bem-vinda. Este episódio, assim como os outros, foi bem fiel ao mangá, mas fez várias modificações com o intuito de reduzir a violência. Irei comentar sobre isso. Se quiser a minutagem do episódio, precisa ir até o Youtube. Então, vamos ao Shoujocast!
Outra coisa, encontrei os arquivos dos volumes de Anatolia Story que eu traduzi muitos anos atrás. Eles estão no 4Share.
O segundo episódio de Anatolia Story (Red River/Sora wa Akai Kawa no Hotori) deixou bem claro que a adaptação será uma versão mutiada e higienizada do mangá. Eu lamento, mas certos cortes, especialmente de sequências com conteúdo sexual, eram esperados; o que me surpreendeu foi outro tipo de censura. Se você quiser saber do que eu estou falando, esteja convidado/a a assistir ao programa. Para os links do episódio e a minutagem, só na página do Youtube. A resenha por escrito dos episódios 1 e 2 está aqui.
Este programa deveria ter entrado ontem, gravei logo depois de assistir a estreia de Anatolia Story, mas houve um problema na edição e eu precisei refazer tudo. A emoção de ver um dos meus mangás favoritos ganhar vida e voz diante dos meus olhos está registrada na minha gravação, mas queria que tivesse sido coocado no ar ontem. Além de Anatolia, comento mais duas coisinhas, uma feliz (*um novo capítulo de Nina the Starry Bride depois de muito tempo*) e outra triste (*a morte de Benedito Ruy Barbosa*). Espero que vocês gostem, porque eu amei gravar. ❤️
E começou a nova temporada de animes! E temos uma quantidade bem generosa de animes shoujo, josei e BL. Peço desculpa por alguma falha técnica. Eu gravei durante o primeiro tempo do jogo Brasil e Japão (29/06) e estava me dividindo entre duas coisas. 😬 Deveria ter separado o que é shoujo do que é josei, mas acabei não fazendo. No fim das contas, pensem que é material para o público feminino, com uma exceção... que não é tanta exceção assim. Para a minutagem é preciso ir lá no Youtube. Outra coisa, há um post com todos os resumos das séries. Ele está aqui.
A década de 1970 é considerada um momento de experimentação dentro do shoujo mangá. Novas propostas conviviam com o que era considerado tradicional dentro da demografia que, agora, era cada vez mais dominada por autoras mulheres. Os anos de 1975 e 1976 foram particularmente felizes, pois viram nascer mangás que continuam sendo vistos como importantes, inesquecíveis, alguns até divisores de águas no shoujo mangá. O programa de hoje é sobre alguns desses mangás inesquecíveis que, assim como eu, chegaram aos seus 50 anos.
No dia 4 de junho, foi comunicado que Marjane Satrapi, conhecida mundialmente pelo quadrinho autobiográfico Persepolis, tinha morrido de tristeza. Ela nunca se recuperara da morte do marido, Mattias Ripa, um ano antes. Eles permaneceram casados por quase trinta anos. Morrer de tristeza é possível. Como meu marido é depressivo e tem um quadro severo, eu me senti particularmente tocada.
Esse Shoujocast foi ravado um pouco na força do ódio, porque vi tantas críticas de gente "de esquerda" a Satrapi, acusações de quem não deve ter lido nenhum de seus quadrinhos ou assistido aos seus filmes, acusando-a de ser partidária da monarquia, dos Estados Unidos, de Israel. Reclamando que ela não se pronunciou sobre a guerra contra o Irã, o bombardeio à escola de meninas em Minab, o genocídio em Gaza.
Gente, meu marido passou mais de 4 anos quase sem colocar os pés fora de casa. Eu não sei do que o marido de Satrapi morreu, mas se foi uma doença longa, e se ela o amava tanto, talvez ela só tenha ficado focada nele por boa parte do seu tempo. Quanto à guerra contra o Irã, ela começou em fevereiro; Satrapi morreu em junho, muito provavelmente, ela estava já muito debilitada.
Outra coisa, as mulheres do Irã SEMPRE lutaram por seus direitos (inclusive pelo direito de poderem usar o véu, quando foi proibido). Antes da Revolução, durante a Revolução (a favor e contra ela) e depois da vitória dos aiatolás. Se as feministas iranianas não estão nas ruas agora, é porque é mais importante se unir por um país que está sob ataque ou pelo menos esperar melhores oportunidades. Mas me desculpem esticar essa coisa toda, mas depois que eu gravei o programa, li muita bobagem ainda, coisa de gente insensível, inculta e/ou maliciosa. Mas o programa ainda vale, mesmo que eu tenha falado mais do que deveria.
Enfim, volto ao Shoujocast esta semana. Como acredito ser importante, estou trazendo os links do programa para cá, também.
Fazia tempo que queria comentar Bridgerton. Então, é um Shoujocast diferente e ele precisava entrar no ar antes da estreia da nova leva de episódios. Será um programa diferente e eu acabei comentando a série desde a primeira temporada, quando o objetivo seria falar do romance entre Sophie e Benedict. Fui prolixa, sei que há gente que fala muito melhor de Bridgerton, mas espero que o programa possa ser interessante.
Estou atrasada nos meus programas de Hana-Kimi. Muito atrasada, mas, agora, vou colocar tudo em dia, porque amanhã vem o episódio 9 e coisas importantes vão acontecer. Muito bem, este programa cooca em dia o que está acontecendo na série e comenta o boato, porque ainda é boato, de que teremos mais temporadas da série. Será que é verdade?
Publicado entre 1995 e 2002, ninguém apostaria em uma animação de Anatolia Story ou Red River ou ainda Sora wa Akai Kawa no Hotori, série monumental de Chie Shinohara, mas ela foi anunciada no domingo. Para 2027? Não! Para esse ano, na temporada de verão japonesa. Este shoujo cast é para anunciar essa surpresa e já aviso que está aberta uma playlist da série, porque é um dos meus mangás favoritos de todos os tempos. Mais que isso, parece que estamos vivendo um revival dos anos 1990 e a cabeça da gente já está fervendo com as possibilidades. 🤯
P.S.: Desculpem, mas não encontrei o programa no qual falei da censura na reedição da VIZ. Queria colocar o card, gastei muito tempo procurando, mas não encontrei.
Eu precisava comentar o anime que é o melhor shoujo da temporada para mim: Champignon no Majo. É uma série sensível, triste e que pode ter uma história mais densa do que parece. A resenha escrita dos dois primeiros episódios está aqui. Além disso, anteontem anunciaram os indicados ao Oscar com o Brasil aparecendo em 5 categorias. Preciso comentar as indicações.
Pelo Prisma do Amor, Prism Rondo, Love Through a Prism é o novo anime original da Netflix com character design e história de Kamio Yoko, autora de Hana Yori Dango. Foi o último shoujo anime a estrear nessa temporada. Neste programa, comento os primeiros 7 episódios da série, que tem 20 episódios. Programa curto. Depois que eu gravei, lembrei de um monte de coisas que eu queria falar. 😖A resenha dos episódios 1 e 2 de Prism Rondo está aqui.
A intenção era fazer um episódio longo comentando todos os animes que eu consegui assistir dessa temporada, destacando Prism Rondo e Champignon no Majo, além de notícias, inclusive, o Globo de Ouro e o desempenho do Agente Secreto. Só que eu perdi boa parte do que eu tinha gravado. Enfim, é um Shoujocast atípico, mas o que deu para salvar ficou bom, podem acreditar.
O primeiro Shoujocast de 2026 é para comentar a estreia de Hana-Kimi e de mais dois animes da temporada: Ikokku Nikki e Isekai no Sata wa Shachiku Shidai (Isekai Office Worker: The Other World's Books Depend on the Bean Counter). Durante a gravação, começou um tiroteio. Felizmente, não saiu na gravação, mas a minha reação, sim. Para a minutagem é preciso visitar o Youtube.
Chegamos ao final de 2025 e é hora do Shoujocast de Retrospectiva do ano. Mantive as categorias do ano passado, a maioria pelo menos, e incluí algumas novas. É a retrospectiva da Valéria, tenham isso em mente, e eu não sou modelo para coisa nenhuma. Tem avaliação das editoras, melhores mangás, melhores animes, melhores filmes, documentários, séries, novelas, in memoriam etc. Incluí uma categoria para a pior notícia do ano e a melhor. E os comentários de vocês, que deixaram mensagem no último vídeo, estão aqui também. Ficou grande, claro! Não tinha como, mas a minutagem ajuda (*precisa acessar o Youtube*). Obrigada por ficarem comigo por mais um ano e até 2026.
Mais um Shoujocast! E ele terá vários assuntos, porque vou comentar algumas notícias, a chegada de Hagio Moto em janeiro e a sangrenta campanha de erradicação da violência contra as mulheres. Essa última parte é pesada, mas a minutagem está no YouTube para que ninguém precise sofrer desnecessariamente. Eu falei sobre muita coisa mesmo e, hoje, é dia dos Direitos Humanos e final da campanha da Erradicação da Violência contra as Mulheres.
E, só para lembrar, hoje é o Dia dos Direitos Humanos. A escolha é por um motivo simples: mulheres são tratadas como menos que humanas em muitos momentos e aspectos, porque são consideradas mais uma propriedade, por isso tantos feminicídios do que gente de verdade.
E foram muitos feminicídios, muitos, mais do que em qualquer outro período da campanha que eu tenha acompanhado. E alguns que nem estão nesse post emergiram mais tarde, como o da mulher que o pai de seus três filhos matou esmagando seu crânio com uma pedra, ou outra, também mãe de três filhos, morta a facadas pelo ex dentro de casa, ou o de outra que foi espancada e atirada do 10º andar pelo companheiro. Ele foi chorar em seu enterro fingindo que não tinha nada a ver com isso. E um caso que me chocou tremendamente, o da moça trans de 18 anos estrangulada por um motorista de aplicativo de 19 anos. Ele levou o cadáver até a delegacia, confessou o crime (*tinha medo que ela falasse que ele andava com mulheres trans*) e saiu livre. LIVRE como se nada tivesse feito. Há uma guerra contra as mulheres, além do descaso. Peguem qualquer notícia sobre violência contra NÓS e sobre medidas de reação, ou atos e contem as risadinhas, ou olhem os comentários. Estamos TODAS em perigo.
Depois de muito tempo, mais um Shoujocast. Estavam com saudades? Espero que sim. Hoje (deveria ter sido no dia 20), temos minhas impressões sobre dois dos animes da temporada, o anime da mocinha p*******a, Scarlet, e o romance furry que a gente queria odiar, as não consegue (e se odeia por causa disso), os candidatos do Brasil no Oscar (1 - 2) e minhas considerações sobre o dia da Consciência Negra. Eu tive problemas técnicos, por isso, o som não está uniforme, desde já peço desculpas. E Beastards tem uma autora, não, autor, como eu disse mais de uma vez. Os outros links do programa estão no Youtube.
Eu deveria ter feito um post sobre o Dia da Consciência Negra. Não consegui. Falei da data no Shoujocast. Não considero o suficiente. De qualquer forma, vou deixar abaixo o programa incorporado na minutagem certinha de quando eu falo da data. E queria historicizar a data. O texto era a introdução do post que eu não consegui terminar. A primeira vez em que o dia 20 de novembro, data da morte de Zumbi dos Palmares, foi proposto como data alternativa para o 13 de maio, foi em 1971, em Porto Alegre, pelo Grupo Palmares. Em plena Ditadura Civil Militar, se organizar politicamente, falar em diversidade, inclusão e racismo poderia ser motivo de perseguição. 1971 faz parte do momento mais atroz da Ditadura. OK, temos um feriado, a maioria de nós gosta de feriados, mas é preciso lembrar que a data deve ser utilizada para lembrar das muitas lutas e do quanto ainda precisa ser alcançado.