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quinta-feira, 29 de maio de 2025

Revista TL Choco Love é descontinuada

A revista TL Choco Love publicou um comunicado hoje, no Japão,  e o comunicado foi divulgado por vários perfis no Twitter, como o Pro Shojo Spain.  Não sabemos se a edição nº100 será a última, ou se a revista será reconfigurada.  De qualquer forma, a mensagem fala em hiato e, não, em cancelamento.

A capa da última edição foi desenhada por Keita Kanamori e o comunicado informa que as obras que estão em publicação na revista continuarão sendo lançadas, imagino que direto no site da editora e/ou em lojas que trabalham com material digital.  Um mangá fofinho que foi publicado na Choco Love é Shojo Kon ~Kohinata Fuufu wa Shite Mitai~  (ショジョ婚 ~小日向夫婦はシてみたい~) de Aoi Chizu e Kojima Kiichi. Tem resenha no site.  A maioria das autoras que publicavam na revista tem um traço muito bonito.

sexta-feira, 23 de junho de 2023

Revista The Margaret termina a sua jornada hoje

Esta é a capa da última edição da revista THE Margaret, a edição especial da revista Margaret lançada pela primeira vez em 1982.  Em 1989, ela se tornou bimestral,  em 1997, mensal. A revista voltou a ser bimestral em 2011, depois mudou para trimestral em 2019.  A ideia da The Margaret era publicar especiais de séries de sucesso, one-shots e lançar novas autoras.  A capa da última edição foi desenhada por Mika Yamamori, de Tsubaki-chou Lonely Planet (椿町ロンリープラネット) entre outros sucessos.    O anúncio do fim da revista tinha sido feito no final do mês de março, há um post sobre isso aqui.

quinta-feira, 1 de abril de 2021

Anime de Tokyo Babylon cancelado. Estúdio admite plágio.

Sempre foi veiculado que a CLAMP, o grupo super bem sucedido de mangá-kas, ficava sempre de olho na produção das versões animadas de seus mangás.  Por isso mesmo, me surpreendeu saber que o estúdio responsável pela nova versão animada da série Tokyo Babylon (東京BABYLON), o GoHands, cometeu uma série de plágios que foram tantos e tão evidentes que conduziram ao cancelamento da série.  

Olha, surpreendeu-me, também, que logo uma série com roupas tão bonitas, tão únicas, caiu na mão de um pessoal tão vagabundo que copiou roupas de marcas famosas e até o figurino e a pose de bonecas tipo dolfie da marca Volks.  Enfim, não teremos mais Tokyo Babylon e essa história toda me pareceu muito, muito feia e pouco importa o pedido de desculpas da produção do anime.  As fontes para essa matéria foram o ANN e o Sora News.  Bem lamentável essa história.

sábado, 18 de janeiro de 2020

Publicada a última edição da revista Princess Gold


Em dezembro, fiz um post sobre o cancelamento da revista Princess Gold.  Criada em 1979, a revista teve sua última edição publicada esta semana.  A capa da edição foi da veterana Seika Nakayma, que publicava uma das continuações de seu mangá Alfheim no Kishi Ballad (妖精国の騎士Ballad) na revista.  O post do Comic Natalie fala que a maioria das publicações da revista será transferida, eu comentei isso no post do cancelamento, mas não se fala do destino de Lupin Étude (ルパン・エチュード) de Youko Iwasaki.

Oujo-sama no Hakarigoto, Ousama no Wanana começou
na última edição da Princess Gold.  Para onde vai, não sei.
 Sasaki Misuzu começou um mangá novo,  Oujo-sama no Hakarigoto, Ousama no Wanana (王女様の謀、王様の罠), edição de encerramento da Princess Gold e ele vai ser transferido, o CN diz que está na revista, mas o post mesmo não diz para onde ele vai.  Umi no Kenzoku to Itsuwari no Hanayome (海の眷属と偽りの花嫁), de Tomoko Takakura, e Tenchi no Kami ni Somuite (天地の神に背いて) de Erii Misono.  

Página do capítulo final de Tenchi no Kami ni Somuite,
não sei o que está acontecendo, mas parece bem erótica essa situação.
Lamento bastante o fim da Princess Gold.  As séries da revista são boas, as autoras são competentes, algumas tem um traço belíssimo e a maioria dos mangás eram históricos, ou de fantasia.  Uma grande perda, com certeza. A maioria das autoras deve ir para a Mystery Bonita, Petit Princess e a Princess mensal, mas deve ter gente se dispersando por outras publicações.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Depois de 40 anos, revista Princess Gold é cancelada


Fiz um post recente sobre mangá-ka You Higuri e comentei que sua série mais recente, Cristalia no Kouki na Gizoku (クリスタリアの高貴な義賊), iria ser transferida da revista Princess gold para a Petit Princess e perdi o cerne da notícia toda.  Sim, segundo o Comic Natalie, a Princess Gold terá somente mais uma edição e acabou.  Trata-se do último e doloroso cancelamento do ano.  A última edição digital sai em janeiro.

Seika Nakayama é uma das
grandes mangá-kas da revista.
Sim, digital, ela é publicada nesse formato desde fevereiro de 2018, antes disso, quando ainda de papel, em 2016, ela tinha deixado de ser mensal e passado a ser bimestral.  Acho que esse é o detalhe mais triste.  Acredito que é o primeiro caso, especialmente, se levarmos em conta a importância da publicação.  Sabemos que algumas séries da revista serão transferidas, caso do mangá de Higuri, mas outras ainda não tem destino.  Quero saber para onde vai Yoko Iwasaki com seu Lupin, por exemplo.

Para onde vai Lupin?
A Princess Gold surgiu em 1979 como uma edição especial da revista Princess publicando principalmente mangás curtos, gaiden de séries da revista Princess e com nove edições anuais.  Em 2010, ela se tornou mensal e independente publicando séries longas.  A Princess Gold tinha muitos mangás históricos, aliás, acho que era uma das marcas da revista.  Publicaram em suas páginas, além das duas mangá-kas citadas, Yasuko Aoike (*que já tinha se mudado para a Mystery Bonita*), Seika Nakayama, Ryoko Shitou, Riho Sachimi, Naoko Moto, Pink Aomata, Tomoko Takakura, Erii Misono etc.  é uma pena, enfim.

quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Mais uma revista cancelada no Japão: Manga Time Special


Eu sempre me perco na família Manga Times, sei que tecnicamente, alguma, ou mais de uma delas, seria shoujo, ou josei, pois bem, uma dessas publicações, a Manga Time Special, anunciou seu cancelamento.  Criada em  1989, revista da editora Hobunsha publicava 4-koma, algo semelhante às nossas tirinhas.  Boa parte das séries da revista terminaram na derradeira edição, mas as demais publicações serão transferidas principalmente para as outras revistas da editora, como a Manga Times Original.  Várias séries da revista Manga Times Special foram transformadas em anime, como Renai Lab (恋愛ラボ) e Ooya-san wa Shishunki! (大家さんは思春期!).  A notícia estava no ANN, mas tinha saído antes no Comic Natalie.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Publicada a última edição da revista ITAN


Outra das revistas canceladas este ano, a ITAN, teve seu último volume publicado ontem, em formato digital.  Segundo vi no Twitter da revista, algumas séries chegaram ao fim, outras como Noumen Joshi no Hanako-san  (能面女子の花子さん), de Oda Ryou, foram transferidas para outras publicações.  A edição digital da ITAN, acredito que os dois últimos números, estão disponíveis no site e aplicativo Comic Days.  É para lá que as séries inconclusas da revista devem migrar.  


Como já pontuamos antes, o mercado japonês está mudando, os padrões de consumo, especialmente das mulheres, mais rápido do que de outras demografias, e o povo tem preferido ler na internet e comprar o encadernado quando ele sair.  Essa última parte não mudou muito, mas, resumindo, as antologias estão morrendo.  Imagino que veremos muios outros cancelamentos, ou mudanças para formato digital nos próximos anos.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

12 Antologias de Mangá foram canceladas só na primeira metade de 2018: Algumas reflexões


Estou com a matéria do ANN aberta faz um tempo, até pensei em comentá-la no Shoujocast, mas decidi adiantar. De tempos em tempos, eu comento o cancelamento de antologias no blog. Também venho pontuando que, pelo menos para mim, que estou aqui de observadora distante, o mercado japonês está mudando. As antologias, que pré-publicam capítulos de mangá e que eram um item descartável, sempre funcionaram praticamente no vermelho, mas as vendagens, mesmo das top revistas, como a Shounen Jump, vem em declínio faz tempo.  

Esse declínio parece ter se acentuado particularmente com o avanço da internet. Não é que os japoneses estejam consumindo menos mangá, mas que  casa vez mais, parecem preferir ler pelo celular, as próprias editoras vem lançando suas plataformas de leitura e várias antologias já nascem virtuais. De resto, segue o padrão de somente colecionar os encadernados favoritos. Mas algo diferente aconteceu este ano, as antologias, algumas importantes,  como a Betsuhana, a You (*essa me deixa confusa... cancelou mesmo?*), a Young Animal Arashi, foram canceladas.


Segundo o ANN, há um mapeamento dos cancelamentos de antologias desde 1995, desde então, o ano com o maior número de revistas canceladas foi 2014 com 14 antologias no primeiro semestre e 36 ao todo no ano. Diferença? Eram revistas desconhecidas, assim, o impacto foi reduzido. 

A matéria comenta a opinião de alguns especialistas, um deles, o Professor Yashio Uemura, pontuou que muitas crianças sequer estão aprendendo a ler mangá em antologias (*Será que os japoneses estão deixando crianças pequenas lerem no celular?*) e que a abundância de aplicativos de leitura gratuitos tem impactado as vendas das antologias. Outro especialista,  Kyōhei Shibata, pontua que as revistas que buscam formas criativas de atrair os leitores tem se mantido saudáveis.  Sim, é verdade, mas basta pegar os relatórios anuais e perceber que mesmo as grandes revistas encolheram, independente de se manterem vivas e bem. 


Qual o impacto disso? Imagino que setores da economia japonesa, como o das gráficas iram sofrer o golpe. De resto, todo o setor parece estar se adequando. Outro setor que certamente poderá sentir é o das livrarias. Eu sei que muita gente prefere papel, eu mesma gosto de ter um livro em mãos, folheá-lo, mas, no Japão, as coisas parecem estar mudando, isso, claro, se o que o primeiro especialista pontuou, procede e crianças pequenas estão aprendendo a ler mangá em aplicativos. Será que o setor de livrarias vai minguar no Japão?

Hoje, muitos mangás começam a ser lançados direto na internet, nas plataformas, como o do Line. Alguns, quando fazem sucesso, fazem a transição para revistas físicas, outros vão direto para os encadernados. Outro ponto importante, é  que há revistas que se tornaram digitais, outras, como a Mobile Flowers, nasceram assim.


De resto, como enquadrar de cara a demografia de um novo mangá? Vai tudo, ou quase tudo, virar seinen? Teremos que esperar que os autores, editoras  sites, se manifestem? Algumas coisas, a gente tenta enquadrar, mas será que mesmo essa coisa de demografia não vai mudar no processo? É esperar para ver como os japoneses se posicionam a respeito.  Agora, vejam só, ao que parece, a crise editorial não acontece somente no Brasil, mas crise pode ser motor para mudanças, ou para o desespero... O que será?

quinta-feira, 7 de junho de 2018

A Bruxa está solta: Revista Itan entra em hiato


A revista Itan, publicada pela editora Kodansha, foi lançada em 2010.  Seu maior sucesso, seu grande e espetacular sucesso, foi Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu (昭和元禄落語心中) de Haruko Kumota.  Hoje, veio a triste notícia de que a revista entrou em hiato.  Não acredito que volte.  Parece que existe um movimento de transferir mangás das antologias, que vem sendo canceladas em quantidade surpreendente, para plataformas de leitura on line.  Várias séries da Itan irão para a plataforma Comic DAYS da Kodansha a partir de agosto.  Falando em cancelamentos de antologias, mês passado se foram canceladas a You (38 anos), a Aria (8 anos), a Bessatsu Hana to Yume (41 anos), a Comic Ryuu (13 anos), a Monthly Birz (22 anos) e a Young Animal Arashi (18 anos).  Junho já começa com a ITAN saindo do ar... A notinha sobre a Itan está no ANN e no Comic Natalie.

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Maio Mais Triste da História dos mangás termina com 5 antologias canceladas. Adeus revista YOU!


Passei o dia fora no trabalho e vi no Twitter que a revista YOU, a mais antiga antologia de mangás josei, foi cancelada.  Mais tarde, saíram maiores detalhes no Comic Natalie e no ANN.  Ela não continuará em formato digital, a Shueisha acabou com ela mesmo.  A revista surgiu em 1980 como uma edição extra da revista Seventeen, na época a mais madura das revistas shoujo, e tornou-se independente em 1982.  Foram 38 anos de história. Curiosamente, a sua spin-off Office You continuará sendo publicada.  A mensagem está, também, no site da revista e no Twitter:

Segundo a editora, o número de compradoras da revista vinha declinando em virtude da mudança de hábitos de leitura, isto é, a preferência das leitoras por formatos digitais e por volumes completos.  A Shueisha decidiu investir no fortalecimento da revista Cocohana, ao invés de manter a YOU.  eu entendo a estratégia, mas lamento.  Aliás, fiquei triste mesmo com a notícia.  O cancelamento da Betsuhana não me abalou, afinal, a revista mãe, a Hana to Yume, continua firme. A ARIA, bem, foi uma surpresa, mas não me deixou comovida. Agora, a YOU?  Logo ela? Não daria para continuar digital?  Será que a Shueisha não muda de ideia?


Gokusen foi um dos grandes
sucessos da revista YOU.
O Manga Mag listou cinco cancelamentos de antologias este mês: Aria (8 anos), Bessatsu Hana to Yume (41 anos), Comic Ryuu (13 anos) e Monthly Birz (22 anos).  Então, somando tudo, foram duas revistas shoujo, duas seinen e uma josei.  Para quem interpreta isso como uma crise do mercado de mangá, esqueça.  O que parece estar em mudança são as antologias.  Não acredito que todas desapareçam, mas o enxugamento parece ser inevitável.  Se durante anos foi aceitável que elas funcionassem no vermelho, parece que, hoje, não é mais e que os hábitos de leitura dos japoneses e japonesas mudaram muito.  A fatia de mercado de mangá digital só faz crescer, a de papel não encolheu, mas a parte das antologias vem funcionando com tiragens cada vez menores.  É isso.  Agora, é esperar para saber para onde vão La Reine Margot (王妃マルゴ), de Hagio Moto, que está em hiato, e Dame na Watashi ni Koishite Kudasai, de Aya Nakahara (ダメな私に恋してください).  Todo o resto deve se encerrar na última edição impressa da revista que sai em 15 de outubro.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

R.I.P.: Revista ARIA


Saiu no dia 28 de abril a última edição da revista ARIA.  Neste caso, é "rest in peace" (*R.I.P.*), não haverá revista digital, as séries que não terminaram na edição atual, e o Comic Natalie oferece uma lista de todas elas, foram transferidas para outras revistas (*Nakayoshi, Magazine Edge, entre outras*), além da plataforma digital da Kodansha, a/o Palcy.

Agradecimentos e despedidas.
A ARIA foi lançada em 2010.  Uma revista shoujo moderna e que chegou a fazer muito sucesso, com adaptações de série para animação e tudo mais.  Realmente, o seu cancelamento e, neste caso, é cancelamento mesmo, foi uma surpresa para mim.  Agora, é aguardar e ver como fica o futuro das autoras da revista.

quarta-feira, 28 de março de 2018

Revista ARIA é cancelada ou, pelo menos, é o que parece...


A revista ARIA da Kodansha deixará de ser publicada no Japão.  Lançada em 28 de julho de 2010, ela teve seu auge quando começou a publicar gaiden de Shingeki no Kyojin (進撃の巨人 ), em 20013.  Segundo o Comic Natalie e o Mangamag, a última edição da revista seré em 28 de abril.  Agora, nada é dito sobre a revista se tornar digital, ou o destino das séries que não serão encerradas na última edição da revista.


Fica parecendo um cancelamento mesmo e é um que eu não esperava.  Vamos aguardar novas notícias, elas virão mês que vem.  Agora, o CN pontua que a editora tem três plataformas digitais de leitura de mangá, o MangaPoke, e os recentes Comic Days e Palcy.  


Este último, o Palcy, foi lançado com certo alarde e eu deveria ter comentado, mas deixei a notícia esfriar... mas é isso, de todos os cancelamentos que eu já acompanhei, o da ARIA foi o que me pegou mais de surpresa, por assim dizer.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Revista Zipper anuncia o seu encerramento


Paradise Kiss (パラダイスキス), uma das séries mais populares de Ai Yazawa, não foi publicada em uma antologia de mangá, mas na revista de moda Zipper.  Agora, depois de 24 anos, a Zipper encerrará suas atividades.  A notícia foi dada no Twitter da revista, mas eu vi primeiro no Arama Japan.  A edição de dezembro será a última.  Não há informações sobre os motivos, mas a teoria é de que o ano foi particularmente ruim para as revistas impressas no Japão - quem acompanha vendagens de antologias de mangá sabe disso - e que em 2017 a maioria das pessoas interessadas em moda usa a internet, não revistas de papel.  Por isso, algumas revistas japonesas tem se tornado digitais.  Talvez, esse seja o destino da Zipper.

É disso que eu falo com as pessoas e algumas vezes não me faço compreender.  ainda que algumas revistas sobrevivam, a internet ocupou definitivamente o espaço de certas publicações.  Por exemplo, grandes portais de notícias têm suprido a necessidade de muita gente e os jornais de papel, assim como as revistas semanais tradicionais, têm encolhido suas tiragens e lançado assinaturas digitais e aplicativos. Não vejo, por exemplo, como viáveis em nossos dias as revistinhas informativas de mangá, anime e outros, salvo se forem muito especializadas e tenham um nicho muito seguro.  Por isso mesmo, a nostalgia do lançamento da Animax #51, uma edição comemorativa, é interessante, mas não vejo espeço para o retorno desse tipo de revista salvo para atender nostálgicos, aficionados, gente que não tem internet, ou quem não consegue fazer pesquisa na rede.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Revista Ciel Très Très é cancelada


O ANN anunciou que a revista BL Ciel Très Très, da editora Kadokawa, chegou ao seu último número.  A edição de agosto, lançada, agora, em junho, trouxe a notícia, agradeceu às leitoras pelo apoio e informou que as histórias e autoras irão se mudar para a revista Ciel original.  A revista Ciel Très Très  nasceu há 12 anos como uma spin-off da Ciel e publicou obras de autoras como Kaname Itsuki, Yuzuha Ougi, Shungiku Nakamura (Junjō Romantica), Haruka Minami, Nase Yamato, and Miyuki Abe (Hakkenden: Tōhō Hakken Ibun).  Só que assim como aconteceu com outras revistas femininas, como a Chorus e a Kiss Plus, que viraram outras revistas depois de um período de suspensão, o mesmo acontecerá com a Ciel Très Très ainda neste verão japonês.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Panini finalmente admite cancelamento de Otomen


Abro o post repetindo algo que já disse várias vezes (*aqui, no Shoujocast, na antiga coluna do Annime-Pró, etc.*): cancelamentos acontecem em qualquer mercado saudável, no Japão, vários títulos são cancelados por falta de popularidade, por exemplo; pouco importa se é seu mangá favorito, uma editora é uma empresa e precisa ter lucro, se o título não preenche as expectativas da editora, ela tem todo o direito de interromper a publicação pelo bem da sua saúde financeira.  O problema, aqui no Brasil, pelo menos, é que as editoras brasileiras costumam mentir, omitir, enrolar, enfim, não admitem o problema – a necessidade de descontinuar um mangá – e ficam enrolando os fãs-consumidores.  Para mim, este é a questão chave, junto com a culpabilização do produto, ou de uma demografia inteira (*O velho mantra “Shoujo não vende!”*) por um problema que, não raro, começa na má distribuição, passa pelos atrasos, e termina com o tradicional segredo em relação às vendagens.

Pois bem, ontem, no Facebook Oficial da Editora Panini, admitiu-se, pela primeira vez e de forma definitiva, que Otomen (オトメン(乙男) está cancelado: 


A gente já sabia, a gente já sabia... Custava um pouquinho mais de transparência?  Pois é, falta muito profissionalismo no mercado de mangá no Brasil e inexperiência não é mais a desculpa.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Duas revistas chegam ao seu final no Japão



Ontem e hoje, o Comic Natalie publicou a informação de que duas revistas foram canceladas, uma definitivamente e outra irá mudar de nome. A cancelada definitivamente foi a revista yuri Tsubomi da editora Hobunsha. Criada como revista trimestral em 2009, ela se tornou bimestral em 2010. Agora, a Tsubomi encerra sua carreira na edição 21, de dezembro de 2012. Segundo o CN, as séries da revista continuarão em outras publicações, não sei se shoujo, josei ou seinen. Enfim, é uma pena...


A outra revista que chegou ao fim foi a Nemuki (Nemurenu Yoru no Kimyō na Hanashi). A publicação tem longa história de mudanças de nome, mudança de editora, possível cancelamento. Basta procurar no Shoujo café. Segundo o CN, a última edição da Nemuki é a de janeiro de 2013. No entanto, outra revista a substituirá e puxará as séries que saem nesta publicação shoujo, acredito que a partir de abril. Ou seja, a Nemuki continua...


sábado, 27 de agosto de 2011

Revista Pafu é cancelada...



Notícia triste do dia, a Revista Pafu encerrou sua publicação depois de 37 anos, segundo o Comic Natalie. Na primeira vez que postei alguma coisa sobre essa revista aqui, escrevi o seguinte “(...) a Pafu magazine é uma revista especializada no universo otome/fujoshi. Foi nela que surgiu pela primeira vez o termo "otome"". A Pafu era especializada em matérias sobre o universo dos animes e mangás, a última edição, por exemplo, foi sobre os livreiros dos mangás, além de trazer entrevistas e outras coisas de interesse, principalmente das mulheres... Pena... enfim...

domingo, 12 de dezembro de 2010

Revista indonésia HanaLala é extinta



Segundo o Pro Shoujo Spain, a revista shoujo indonésia que mescla títulos das japonesas Hana to Yume e Lala, publicou seu último número em 8 de dezembro, a edição 55/2010. A revista foi criada em 2005 e publica Vampire Knight, Hosho no Utau, Skip Beat! e outras séries japonesas. Segundo o site espanhol, a revista vinha com baixas vendagens e a editora Elex Media optou pelo cancelamento garantindo a continuidade dos títulos em versões encadernadas. Até o momento, a editora nada disse sobre a edição local da Nakayoshi.

domingo, 1 de agosto de 2010

Na Forma da Lei é Cancelado



Sinceramente? Não acho que a culpa foi dos atores e atrizes. A culpa foi da direção e o roteiro com falas absolutamente irreais e não há ator genial que resolva isso. Sem falar em alguma situações absurdas... O primeiro episódio, o único que vi completo, foi muito fraco. Segue a matéria da Folha de São Paulo. E só para constar, Ana Paula Arósio era promotora. Eu detesto críticas "negativas" que sequer se dão ao trabalho de checar o básico das informações.

Trash, versão brasileira de "Law & Order" sai do ar

Luana Piovani como delegada? Ana Paula Arósio como juíza? Henri Castelli como advogado criminal? Soa insólito, mas aconteceu: a Globo escalou os atores acima para estes papéis. E mais: a tentativa era fazer algo próximo da já consagrada "Law & Order", série policial que durou 20 anos nos Estados Unidos.

"Na Forma da Lei", a versão brasileira, não passou de oito episódios, ou seja, nem dois meses. Sai do ar nesta terça-feira com média de 17 pontos de audiência (cada ponto equivale a 60 mil domicílios na Grande São Paulo) e 32% de share (participação dentre os televisores ligados no horário). Nela, Luana Piovani é a delegada Gabriela Guerreiro que, define, é "competente, bem-humorada, afetuosa". Em "Law & Order", o papel surge na franquia "Special Victims Unit", no ar há 11 anos. A atriz Mariska Hargitay é a detetive Olivia Benson, que teve a mãe estuprada e, por isso, decide investigar crimes sexuais.

Com personagens menos intensos, a série nacional penou com atuações sofríveis e diálogos que incluíram até frases em latim - de autoria de Antonio Calmon. É fato que, diante de tanto desacerto, como série policial, "Na Forma da Lei" foi um bom humorístico.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Morre uma revista… Nasce outra!



Segundo o Pro Shoujo Spain, a edição da Deluxe Margaret (Derama) que chegou às lojas japonesas no dia 28 de maio foi a última. O último destaque da Deluxe Margaret foi o one-shot de Aya Nakahara, autora de Love☆Com (ラブ★コン), que comentamos aqui. Na página da Betsuma, a Derama nunca teve uma página própria realmente, era um spin-off bimestral de Betsuma mesmo, há o anúncio de outra revista chamada Betsuma Sister. Será bimestral, também? É somente uma mudança de nome e lance de marketing? De qualquer forma, na primeira edição teremos Aya Nakahara, Aruko, Akemi Fujiii, Aiji Yamakawa e uma homenagem à Kimi ni Todoke (君に届け). Acho que é uma boa notícia, já que é mais uma troca do que um cancelamento.