segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Shugo Chara Manga chega ao final na próxima edição da Nakayoshi



Shugo Chara (しゅごキャラ!) é uma das séries shoujo de maior sucesso da atualidade e conta com o traço fofíssimo da dupla Peach-Pit. Segundo o ANN, foi anunciado que o mangá se encerrará na próxima edição da Nakayoshi que sai no dia 28 de dezembro. Shugo Chara gerou três séries animadas, games e muitos produtos. Aliás, isso já virou tradição quando se trata de mahou shoujo.

Misako Aoki, embaixadora 'fofa' do Japão, vai à ABL



Como achei este texto do Hermano Vianna, um antropólogo muito importante e que trabalha com grupos ligados à cultura pop do Brasil, decidi postar. O artigo saiu no Globo do dia 27 de novembro e é bem interessante. No mesmo dia, saiu este aqui, também. Vocês podem ler on line. A página da Misako Aoki, a embaixadora kawaii é esta aqui.

Misako Aoki, embaixadora 'fofa' do Japão, vai à ABL

Por Hermano Vianna

Este sábado, o consulado japonês no Rio de Janeiro organiza o evento Cool Japan na Academia Brasileira de Letras (Presidente Wilson 203). A principal atração será a perfomance de Misako Aoki, que tem o cargo governamental de embaixadora kawaii do Japão (saiba mais sobre o encontro no blog do Rio Fanzine). A apresentação diplomática se confunde com o cotidiano de Misako: no palco ela simplesmente é o que mais gosta de ser na vida: uma lolita gótica. Não é uma personagem teatral, não no sentido mais tradicional do que se entende como teatro no Ocidente ou Oriente. Misako é uma lolita gótica também fora dos palcos, pelo menos em todos os momentos em que não exerce sua profissão também oficial de enfermeira. Ser lolita gótica, uma das tribos urbanas inventadas recentemente pelas meninas japonesas e seguidas por multidões de muitos outros lugares, é parte de sua identidade mais verdadeira, que mistura ação teatral e vida real o tempo todo. Interessante é ver essa experimentação juvenil pós-moderna, tão surpreendente e desconcertante, ganhar o apoio do governo a ponto de representar seu país em eventos internacionais.

Misako Aoki tomou posse como embaixadora kawaii em cerimônia do Ministério das Relações Exteriores, em Tóquio, 12 de março deste ano. Há um documento, sobre o evento e sobre um simpósio que discutiu paz e segurança na África, disponível no site do Ministério na internet. Os dois assuntos são tratados com igual importância, mesmo sabendo-se que kawaii significa fofura e que pode ter uma conotação infantil.

Não é brincadeira: a embaixadora kawaii é uma diplomata de tudo aquilo que é mais fofo. Além de Misako, há outras duas embaixadoras kawaii: Yuu Kimura, uma lolita harakaju (a moda pós-punk-rave do entorno da estação Harakaju, do metrô de Tóquio), e Shizuka Fujioka, lolita especializada em uniformes escolares. Uma lolita gótica se veste com roupas vitorianas, tudo retrô filtrado pelos interesses atuais de adolescentes japoneses. Parece estranho ver a aliança do governo com um fenômeno cultural tão "maluquinho"? A atitude é ousada. Mas passa a fazer total sentido quando percebemos que a fofura é apenas a face mais simpática de uma poderosa indústria cultural, que envolve trilhões de yens, e que faz o Japão hoje ser referência pop central para jovens de todo o planeta.

Essa indústria envolve jogos eletrônicos, animes (desenho animado) e mangás (histórias em quadrinhos). Para as novas gerações adolescentes de muitos países, a nova cultura japonesa ocupa lugar semelhante ao do rock ou do cinema anglo-saxão antigamente. É todo um novo imaginário, com linguagens muito específicas (começando pela leitura de trás para frente dos mangás - até nossa brasileiríssima Turma da Mônica já entrou nessa onda, inventando um gênero híbrido nipo-brasileiro), diante do qual muitos fãs não se contentam em ser espectadores passivos e até aprendem ideogramas para viver como seus personagens favoritos. E não é pouca gente que habita essas fronteiras porosas entre virtual e real criadas pelo pop japonês. No Brasil, eventos gigantescos juntam lolitas com gamers e cosplayers (a meninada que desfila como personagens de animes-mangás-games): 70 mil pessoas em Fortaleza, 80 mil em São Paulo etc. - mesmo sem patrocinadores e divulgação na grande mídia. Muito do que se vê nesses encontros já é criação antropofágica brasileira: danças pós-macarena ao redor de tambores taiko, ou cosplayers inspirados em Tropa de Elite.

O governo japonês percebeu esse potencial. Sua política cultural, que antes tentava difundir basicamente o definido como tradicional, agora se abre para o pop, também por causa de uma sequência de primeiros-ministros que tiveram gostos artísticos pouco ortodoxos: Junichiro Koizuki, fã de Elvis Presley; Taro Aso e sua paixão por mangá; ou o atual Yukio Hatoyama, estudioso da internet. O interesse político-econômico coincide com um momento criativo especial, onde grandes artistas aparecem entre os operários de uma indústria cultural pop diversificada, com reconhecimento crítico cada vez mais consolidado. Hoje em dia há consciência que Shigeru Miyamoto, criador dos games Mario e Zelda, além dos fofíssimos nintendogs, é dos maiores visionários da arte moderna, junto com cineastas como Hayao Miyazaki (diretor do primeiro anime premiado com Oscar), ou Mamoru Oshi (que abriu as seleções oficiais de Cannes e Veneza para os animes), ou meu favorito Satoshi Kon (responsável por Paprika, baseado na literatura de vanguarda de Yasutaka Tsutsui).

A lição japonesa, do governo assumir papel tão ativo na difusão mundial de sua inovação cultural (mesmo a mais recente, ainda não "estabelecida" e que não precisou de leis de incentivo para sua criação), poderia ser seguida por outros povos, inclusive nosso país do futuro. Qual seria o equivalente aqui de uma embaixadora kawaii? Embaixadores da capoeira ou da música popular, que já fizeram tão bem à nossa imagem/arte no mundo? Muita gente acha que cultura que faz sucesso não precisa de apoio governamental, que o mercado deveria cuidar de tudo. O Japão nos mostra (como antes Hollywood já mostrou) que mesmo a indústria cultural mais poderosa, e - consequentemente – a totalidade da cultura do país, pode lucrar com políticas pop-inteligentes de Estado.

HERMANO VIANNA é antropólogo, autor de "Galeras cariocas"

Gótica, lolita e fofa



Houve matéria na Globo esses dias entrevistando essa moça. Eu gravei, mas ainda não coloquei no Youtube. Devo fazer nos próximos dias. Só achei curioso como dois fetiches se encontram. além de gothic lolita, a moça ainda é enfermeira... A matéria veio da Folha de São Paulo.

Gótica, lolita e fofa

Embaixadora pop japonesa diz querer ser como uma princesa

Diogo Bercito
Da Reportagem Local

"Não sei se vocês sabem, mas a embaixadora só trouxe seis vestidos na bagagem, por conta do limite de peso."

O aviso é dado com tom de pêsames pela tradutora de Misako Aoki, 23, durante a tarde em que a garota conversou com jornalistas brasileiros, em meio a sua turnê pelo país -com aparições em SP, Rio, em Recife e, no dia 2, em Brasília. É que as roupas bonitinhas são fundamentais para a missão diplomática de Aoki: divulgar o estilo "kawaii" -meigo, em japonês- mundo afora.

São três as embaixadoras incumbidas em fevereiro pelo Ministério das Relações Exteriores do Japão de espalhar a moda desse país. Foram escolhidas a dedo, por já serem famosas em suas áreas. Uma delas vai promover o estilo de vestir-se como uma estudante colegial. Outra propagará a moda de Harajuku, bairro "fashionista" de Tóquio, marcada por cores berrantes.

Para Aoki ficou o encargo de mostrar ao mundo a tendência "gothic lolita" - doçura, inocência e roupas da Era Vitoriana (século 19, na Inglaterra). Em entrevista à Folha, a garota resume suas motivações. "Penso em me tornar uma princesa, uma boneca. Para isso, preciso ter as unhas, a maquiagem e o comportamento de uma princesa."

É como uma princesa - mas mais como uma boneca - que Aoki se porta durante a entrevista. Fica sentada imóvel, movendo apenas os olhos de um lado para o outro. Quando dá raras risadas, cobre a boca com delicadeza de gueixa. Quanto ao enxoval restrito de sua visita ao Brasil, faz questão de enfatizar que é circunstancial. "Meu armário está lotado de vestidos, não faço idéia de quantos eu tenho. Gasto todo o meu salário em roupas."

Além de modelo, Aoki é enfermeira, no Japão. E pretende manter as duas carreiras. "São trabalhos femininos", explica.

E o meu Fluminense...



Todo mundo que acompanha o blog deve saber que sou Tricolor, Fluminense do Rio, que fique bem claro. E faz tempo, muito tempo, que não vejo um campeonato tão emocionante. Meu time estava pedido, meses atrás meu pai dizia "É, minha filha, o Fluminense já caiu!", esboçou reação fenomenal e, agora, só depende de si (*medo*). O chato é que para que o Fluminense fique, o Botafogo cai. Pegar o Palmeiras nas atuais condições é pedreira. Eu não desejo 2ª divisão para nenhum time carioca, especialmente para um, que como o meu próprio, pode ir e demorar a voltar. Flamengo e Vasco caindo voltam, já Botafogo e Fluminense, enfim... Mas o fato é que além de tudo, o Flamengo pode ser campeão e isso é igualmente muito bom. Mas para que este post mesmo? Ah, para citar o Juca Kfouri em seu texto para a Folha de São Paulo:
Milagre como o do Fluminense, que não tem nem a massa nem as glórias do rival, mas que faz por disputar com ele quem será mais notícia no fim da temporada. [...]” Porque se, de fato, o Flu ao menos empatar com o Coritiba, em Curitiba, e escapar, o feito será para comemorar até com volta olímpica. Tomara que a direção tricolor não queira revanche contra a LDU. Dane-se a Copa Sul-Americana!
Sim, dane-se a LDU! A primeira divisão vale muito mais. A concentração é contra o Coritiba. E se por acaso não der certo, enfim, valeu o esforço, que foi grande e foi lindo!

domingo, 29 de novembro de 2009

Cartão de Natal autografado de Kii-chan Sensei no Jijou



Kii-chan Sensei no Jijou (きーちゃん先生の事情) é um mangá publicado na revistas Dessert. Segundo o Comic Natalie, a revista e a autora, Ai Okaue, vão presentear os fãs com um cartão de Natal autografado. O cupom deve vir com a revista e pode ser enviado até 17 de dezembro, depois haverá sorteio e as vencedoras receberão o prêmio. Em janeiro, o quinto volume do mangá chegará às lojas.

Talk Show com Akiko Higarashimura



Ontem falei de uma coletânea sobre maternidade, e a matéria original comentava que o sucesso de Akiko Higashimura tinha colocado o tema em evidência. Hoje, o Comic Natalie publicou uma nota anunciando um talk show de duas horas com a mangá-ka que ocorrerá no dia 14 de dezembro no ABC (Aoyama Book Center). Haverá venda de itens exclusivos ilustrados pela autora, como camisetas, cartões, bolsas, stickers e outros, tudo em edição limitada de 100 cada um. A venda dos ingressos começa no dia 2 de dezembro, a capacidade é de 130 pessoas.

Novidades na revista Chorus



Segundo o Comic Natalie, Setona Mizushiro, autora do aclamado Houkago Hokenshitsu (放課後保健室), conhecido em inglês como After School Nightmare, vai estrear um mangá em dezembro na Chorus. O nome da série é Nounai Poison Berry (脳 内ポイズンベリー). Para se ter uma idéia, este será o terceiro mangá simultâneo desta mangá-ka, pois ela publica Shitsuren Chocolatier (失恋ショコラティエ) na Rinka e Kuro Bara Alice (黒薔薇アリス), na Princess. Este último, aliás, é mangá de vampiro e aposto que brevemente aparecerá nos EUA. Ainda falando em Setona Mizushiro, o Pro Shoujo Spain fala dos dramas cds baseados em seus mangás que sairão no Natal. Dêem uma olhada.

Se entendi bem, os oneshots Chikutaku Bonbon (ちくたくぼんぼん) de Bun Katsuta e Akashi Tsurubami (赤白つるばみ) de Maki Kusumoto vão se tornar séries regulares. A próxima edição também marca a estréia nos mangás femininos de Hajime Yamamura com o oneshot Toki no Michiyuki (ときのみちゆき). Esta autora é mais conhecida pelo seu mangá Kamisama Dolls (神様ドォルズ) na revista Sunday GX.

Disney encontra o momento certo para lançar sua primeira princesa negra



Eu estou aguardando ansiosamente o filme. Tenho minhas críticas, já coloquei aqui, preferia uma lenda africana e, não, uma história original. Esse príncipe não me convence só de olhar para ele e – não sei se foi o texto francês ou a tradução da Folha – chamá-lo de “moreno” foi um escorregão racista. Digo isso, porque chamar negros (*ou que assim se vêem ou são vistos*) de morenos é uma forma de embranquecê-los. Mas, enfim, é isso. Mais uma princesa da Disney. E duvido que a Disney não tenha atrasado Ponyo de novo por causa dela. Aliás, a Ghibli já tinha que ter rompido com a Disney, porque é óbvio que os americanos dificultam a estréia dos filmes da companhia japonesa para valorizar o seu produto. E olha, que eu gosto dos dois. E, ao que parece, os japoneses, também gostam. Ah, e a eleição d eObama veio bem a calhar. Já li por aí que a disney orquestrou a eleição dele para alavancar seu filme. Ridículo, claro, mas há umas teorias de conspiração que são umas pérolas.

Disney encontra o momento certo para lançar sua primeira princesa negra

da France Presse, em Los Angeles

Tiana é o nome da primeira princesa negra dos estúdios Disney, que recriou um clássico infantil dos contos de fada marcado pelo jazz e demais sons de Nova Orleans, coração cultural da comunidade afro-americana, que, com Barack Obama como presidente, começa a ver a queda de alguns tabus.

"The Princess and the Frog", que no Brasil terá o título de "A Princesa e o Sapo", não é a primeira heroína diferente dos desenhos da Disney, mas primeira que de origem não –caucasiana que tem um "principado" de fantasia ambientado nos Estados Unidos.

Antes, a índia Pocahontas (1995) conquistada pelo colono britânico John Smith e Jasmine (de "Aladin", 1992) chegaram aos cinemas em longas do estúdio, mas a primeira foi criada em terras canadenses da tribo powhatan e a segunda é parte dos contos árabes incluídos nas "Mil e Uma Noites".

A produção deste musical com estilo da Broadway e ambientado no Bairro Francês de Nova Orleans ao som de jazz, zydeco, blues e gospel sob a batuta de Randy Newman – compositor várias vezes indicados ao Oscar, por filmes como "Carros", "Toy Story", entre outro –, começou a ser planejada antes do nome de Obama despontar como favorito para ocupar a Casa Branca.

"Quando a produção deste filme começou, as primeiras conversas, Barack Obama não estava na Casa Branca, é apenas uma casualidade feliz, uma coincidência maravilhosa que tenhamos dois 'príncipes' afro-americanos ao mesmo tempo em que o filme é lançado", afirmou em entrevista coletiva o ator Terrence Howard, que faz a voz de James, o pai da princesa Tiana.

Para o ator negro indicado ao Oscar em 2006 por "Ritmo de um Sonho", "sempre existiu nobreza em todas as culturas e raças, assim como também gênios em cada cultura e raça, e é bom ter a plataforma da Disney para divulgar isso".

O possível impacto para a comunidade negra nos Estados Unidos de ver pela primeira vez na grande tela uma princesa negra, com vestido de gala, usando coroa e beijando um príncipe também moreno, Naveen (que tem a voz do ator brasileiro Bruno Campos), "pode ser diferente, dependendo da geração do espectador", nas palavras de Anika Noni Rose, que empresta sua voz a Tiana.

"Para meu sobrinho será a norma, ele não vai pensar nada a respeito, será sua primeira princesa e ponto", explicou a atriz negra de 37 anos, uma das três protagonistas do musical "Dreamgirls" (2006).

"Mas para minha mãe será algo que ela estava esperando há tempos, enquanto que, para minha avó, será algo que ela nunca pensou que seria possível de acontecer", completa.
"A Disney é americana e simplesmente abrimos um novo capítulo na história americana, algo que esteve aqui por um tempo muito longo. É apenas um passo a mais na conclusão da história do que é a América neste mundo de fantasia."

A princesa Tiana, que chegará aos cinemas da América do Norte no dia 11 de dezembro, depois de estreias em Nova York e Los Angeles no dia 25 deste mês, derruba tabus apenas pela cor da pele e ao pintar a riqueza cultural de Nova Orleans, uma região que, apesar de ser o berço do jazz, da comida cajun e dos pântanos sob a neblina dos contos de Mark Twain, sensibilizou o mundo pela pobreza revelada com a passagem do furacão Katrina em 2005.

O roteiro do filme dirigido por John Musker e Ron Clements responde aos clássicos tradicionais do estúdio, que com este longa retorna ao velho estilo de animação feita a mão, mas com o uso da tecnologia atual.

Com diálogos de meninas que ainda acreditam que apenas um "príncipe" é sinônimo de êxito, "A Princesa e o Sapo" destaca uma fantasia em muito superada pela vida real a partir de 4 de novembro de 2008, quando Barack Obama foi eleito presidente dos Estados Unidos.

Em janeiro, ele, Michelle Obama e as filhas, Malia e Sasha, se mudaram para a Casa Branca, quatro décadas depois dos Estados Unidos tornarem ilegal a discriminação racial.

sábado, 28 de novembro de 2009

Comic Zero-Sum presenteia com cartões de Ano Novo



A edição de da Comic Zero-Sum lançada em 28 de novembro veio com uma coleção de seis cartões de Ano Novo focando nas séries de maior peso da revista. Segundo o Comic Natalie temos Amemiya Yuki e Ichihara Yukino com 07-Ghost , Takayama Shinobu com Amatsuki (あまつき), Mikanagi Touya com Karneval (カーニヴァル), Yamamoto Kana com Di[E]Ce (di[e]ce-ダイス-), Naked Ape Com Dolls e Minekura Kazuya Com Sayuki Reload (最遊記RELOAD). E a estréia do novo mangá de Kikuta Yui chamado Mahoutsukai no Neko (魔法使いの猫) e de Minekura Kazuya que continua com mais um gaiden de Sayuki, desta feita, Sayuki Reload Blast (最遊記RELOAD BLAST). Quando é que ela vai fazer outro mangá que não seja Sayuki?

Romance de mistério ganha mangá na Betsufure



Segundo o Comic Natalie, o romance de Keigo Higashino chamado Houkago (放課後), “Depois da Aula” em português, vai virar mangá sob a autoria de Kayoko Shimotsuki. Esta série é uma das estréias da Betsufure em 2010. Trata-se de um romance de mistério, preimiado várias vezes e que conta a história de um serial killer que ataca professores de matemática, se entendi bem. No site da Betsufure há muito material de propaganda, como um wallpaper especial. O encadernado – então deve ser um oneshot – está previsto para março de 2010.

Mangá-kas falam de maternidade e nascimento



Segundo o Comic Natalie, um grupo de mangá-kas – homens e mulheres – dos mais conceituados publicará no dia 30 de novembro uma coletânea de histórias curtas (*algumas serão 4koma, com certeza*) sobre o tema da maternidade. O nome do volume é Shiawase Shussan! (しあわせ出産!) que quer dizer “Feliz do Nascimento!”. A notícia destaca que o sucesso da série Mama wa Tenparist (ママはテンパリスト), de Akiko Higashimura, colocou em evidência o tema. As autoras envolvidas falarão, em muitos casos, da sua própria experiência, já os homens, enfim, não sei se falarão de sua experiência como pais, já que a capa sugere o contrário. Seria um material interessante para se olhar. Os autores e autoras das 18 histórias do projeto são Maya Mineo, Enomoto Shunji, Abe Jun, Shigeno Naoki, Tsutsui Asahi, Gendai Youko, Hamaguchi Noriko, Kouno Yuuko, Kitazawa Bambi, Uguisu Mitsuru, Sakamoto Miyuki e Oohashi Rui.

Comemorações dos 10 anos da revista Cookie



A revista Cookie fará 10 anos em 2010 e para o aniversário publicará especiais com e sobre as autoras de peso da revista, já foram anunciados os de Ryo Ikuemi em fevereiro, em março é a vez de Miho Obana, em abril Sakura Fujisue e em maio será de Takumi Ishida. Como Ai Yazawa publica Nana na revista, é esperado um especial com ela, também, mas não anunciaram ainda. Além disso, segundo o Comic Natalie (*a tradução do Pro Shoujo Spain me popupou de traduzir*), haverá um guia sobre Paris, com direito a manual de conversação na edição de fevereiro.

Ranking do New York Times



E não é que Vampire Knight segurou Full Metal Alchemist? Pois é, a série de vampiros, publicada no Brasil pela Panini, é o título que herdou o lugar de Fruits Basket e vem exercendo seu domínio de forma surpreendente. Os outros shoujo que estavam no ranking do New York Times, semana passada, também permanecem, Ouran Host Club e Black Bird estão fazendo bonito.

1. Vampire Knight #8
2. Fullmetal Alchemist #21
3. Naruto #46
4. Maximum Ride #2
5. Rosario + Vampire #10
6. Ouran Host Club #13
7. Black Bird #2
8. Soul Eater #1
9. Negima! Magister Negi Magi #24
10. Death Note: L, change the WorLd (light novel)

Momoko Sakura faz design de toalhas



Momoko Sakura é conehcida pelo seu mangá Chibi Maruko-chan (ちびまる子ちゃん), um hit do porte de Sazae-san, Doraemon e Shin-chan, basta ver o ranking semanal de audiência dos animes publicado pelo ANN, e que faz sucesso em suas múltiplas. Segundo o Comic Natalie, ela foi convidada para fazer o design de seis toalhas para uma grande feira do gênero que se realizará em 25 de dezembro. Kokeshi, Daruma, peixes típicos, coelho, as ilustrações são bem bonitinhas. Eu acho que vou usar uma ou duas como papel de parede do Twitter.

Izumi Yamaguchi character design de jogo de relacionamento



Segundo entendi do Comic Natalie, o jogo, chamado Otome Desk (乙女デスク), se passa em uma agência de propaganda e a protagonista – a Otome Desk, Moça da Mesa – deve selecionar o casting e, acredito eu, fatalmente, encontrar/escolher um par. O jogo pode ser acessado on line ao custo de 315 ienes por mês e tem toda a possibilidade de virar mangá e outras coisas. Yamaguchi produz regularmente para a revista Betsuma e seu mangá Domino deve estrear na edição de fevereiro. A ficha dos personagens de Otome Desk está no Comic Natalie.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Evangelion para comer e colecionar



Japoneses curtem muitas coisas que eu acho estranhas. Há café gelado, Pepsi e Coca-Cola com sabores exóticos e agora descobri o pão enlatado. Pois bem, como evangelion é fonte de lucro certa, lançaram seis (*a lata com todo mundo não tem imagem em bom tamanho,, nem descrição de sabor mas pode ser vista no Akibanana*) latinhas com cada um dos adolescentes pilotos da série. Os sabores são: Shinji de mel, Rei de leite, Asuka de morango, Marie (*a nova personagem*) de uva passa e Kaoru de chocolate. Eu realmente não me importo com o pão, que deve ser na verdade um bolo, mas queria as latas, mesmo não dando a mínima para Evangelion. O preço de cada uma é de 525 ienes.

Uma História de Horrível e Inofensiva Violência



O site Comixology publicou um interessante artigo chamado “Uma História de Horrível e Inofensiva Violência” (A History of Horrible, Harmless Violence) e que trata da violência nos shounen mangá. Asseverando que as séries japonesas permitem um nível de violência jamais encontrado nos comics americano ou na animação, e que nos seinen a coisa ainda é mais explícita.

Logo no começo, eles citam uma fala de Nobuhiro Watsuki, autor de Rurouni Kenshin. Segundo este mangá-ka “O básico do shounen mangá são sorrisos e finais felizes”, ao que o autor do artigo acrescenta “e terrível sofrimento”. O autor também cita uma fã que teria dito para ele em um desses Comicons da vida que o que atrai nos mangás são as lutas, porque é na batalha que as personagens mostram o quanto se preocupam/gostam uma das outras.

Como meu blog não é sobre shounen, e como vocês devem ter percebido estou bem atrasada nos posts, não vou traduzir tudo, só a parte das regras da violência no shounen. O artigo original, em inglês, está aqui. Seguem as regras que o autor formulou para os shounen e shoujo mangás com mais ação, ele cita Shoujo Kakumei Utena e as séries de Yuu Watase. Não deve estar familiarizado com coisas como Basara ou Anatolia Story. Nem vou entrar no material clássico, porque aí é pegar no pé. Enfim, lá vão elas (*tradução livre e difícil em alguns momentos*):
(1) O corpo humano contém um suprimento infinito de sangue. (*Essa é básica*)
(2) Vomitar/tossir/cuspir sangue é como espirrar.
(3) Os órgãos internos vão desviar dos golpes que podem causar dano.
(4) Heróis são também imunes aos esmagamentos.
(5) Se há um pequeno pedaço de carne presa, ela não está amputada.
(6) Se ferir o vilão não é a solução, ferir a si mesmo é.
(7) Se tudo falhar, sempre haverá a possibilidade de regeneração.
Acrescentaria a ressurreição, pois em muitos shounen – e alguns shoujo – morrer e voltar é coisa banal. Faltou também a regra da “zona de ferimento do herói”, só que agora não achei o texto, mas é o seguinte, se um herói é ferido (*não morto, que fique claro*) ele normalmente receberá um ferimento em alguma zona não mortal, como pernas, braços, alguma área do rosto. Se for um romance Harlequin, ou shoujo mangá mais “clássico”, é suportável que o herói tenha cicatrizes charmosas (*um tapa olho, uma cicatriz no rosto, essas coisas*), ou manque de uma perna. Mais que isso, é arriscado...

Na série americana Norte & Sul, o personagem do livro perde o braço na altura do ombro. Isso seria muito complicado de colocar em tela, além de ser um bruta desrespeito à regra da zona de ferimento do herói, mas o John Jakes parece não funcionar bem da cachola às vezes... Como na versão para a TV o personagem era o Patrick Swayze transformaram o ferimento terrível em um charmoso mancar da perna... E ainda assim o maluco entra em depressão profunda... enfim... Se bem que eu tinha uma amiga que dizia preferir os homens carregados de cicatrizes... Por isso, até hoje eu dou risada quando um dos “anões” de Branca de Neve na Floresta Negra tira a camisa... Mas melhor deixar essas discussões freaks para outro post...

Você acrescentaria ou tiraria alguma regra? Use os comentários de quiser. Eu não tinha como traduzir tudo, infelizmente. Ele cita exemplos que dão embasamento aos argumentos, por isso, dê uma olhada no original.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Ranking da Oricon



Ontem saiu o ranking da Oricon, magro do jeito que ele está, não tive muito ânimo em postar. Enfim, um shoujo no top 10, Gakuen Alice, e comente quatro shoujo entre os 30. Se não me engano, é o último volume de Shiawase Kissa 3-chōme. Acho que foi a pior semana desde que comecei a postar esse ranking aqui no blog. E o ranking da Taiyosha nem saiu ainda.

9. Gakuen Alice #20
16. Shiawase Kissa 3-chōme #15
26. Orange Chocolate #2
30. Sakura-Hime Kaden #3

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Nodame Gaiden na Kiss



O Comic Natalie trouxe notinha hoje sobre o gaiden de Nodame Cantabile (のだめカンタービレ), mas a capa da Kiss é o excelente (*e abandonado pelos scanlators*) Kiss & Never Cry (キス&ネバークライ). Enfim, para quem, como eu, ficou indignada e frustrada com o último capítulo de Nodame, há esperança de que a autora dê uma salvada no final (*se bem que o penúltimo capítulo seria um melhor final... parece até Karekano*) com os gaidens, pois nãos e enganem, este é somente o primeiro. Dia 27 de novembro, o último volume chega às lojas em duas edições, a limitada com DVD e a normal. As vendas do volume #23 devem ser altíssimas.

Autora de Trinity Blood lança Artbook



Segundo o Comic Natalie, Kiyo Kyujyo, desenhista de Trinity Blood (トリニティ・ブラッド), lançará no Japão o seu primeiro artbook, o nome é Trinity Blood ~ rubor ~ e a data de lançamento é 24 de dezembro. O artbook reúne não somente imagens de Trinity Blood, mas de outras obras da autora como Zone-00 (ゾーンゼロゼロ). Trinity Blood é publicado no Brasil pela Panini.

Informações sobre Kaichou-wa Maid-sama, o anime



A Lala que saiu no dia 24 de novembro dá informações sobre o anime de Kaichou-wa Maid-sama! (会長はメイド様!). A série animada, baseada no mangá de Hiro Fujiwara estreará na primavera japonesa e o estúdio responsável é o JCSTAFF que fez Nodame Cantabile e Honey & Clover... Um... Qualidade eles têm. Vamos aguardar. Quem quiser maiores detalhes, já que eu não tenho competência para traduzir tudo o que está no Comic Natalie, aguarde outros sites, ou leia a Lala. :)

Cartões de Ano Novo de Tonari no Yaoi-chan



O Comic Natalie anunciou que estão à venda no Japão o conjunto de cartões de Ano Novo da série Tonari no Yaoi-chan (となりの801ちゃん) de Kojima Ajiko. O nome do conjunto – e vocês podem ver as imagens no Comic Natalie – é Mixi Nengajou (ミクシィ年賀状). “Nengajou” é cartão de Ano Novo e o conjunto estará à venda até 05 de janeiro de 2010. São sete cartões ao todo.

Calendário de Hetalia em edição limitada



Bem, não sei porque só ano que vem, mas, segundo o Comic Natalie, será lançado em 26 de fevereiro o calendário de Hetalia Axis Power (ヘタリア Axis Powers) para 2010. O nome do calendário é Himekuri Hetalia School Calendar (日めくりヘタリア スクールカレンダー), o objetivo é proporcionar 365 dias com Hetalia. A edição é limitada, então, os fãs têm que fazer reservas com antecedência. Hetalia é um dos grandes sucessos do momento com seu clima nonsense, seu toque shounen-ai e os países transformados em lindos bishounen.

Asuka com novos mangás e Drama CD de brinde



A edição da Asuka que chegou às lojas ontem trouxe de brinde um Drama CD do mangá Momogumi Plus Senki (桃組プラス戦記), no mesmo dia foi lançado o volume 7 da série. Segundo o Comic Natalie, há também uma promoção que dará 50 booklets com ilustrações especiais da série para os fãs que forem sorteados. Também na mesma edição estrearam Raspberry Field no Majo (ラズベリーフィールドの魔女), de Miyagi Tooko, autora de Seirei Produce (精霊プロデュース). Também foi retomada a série D.N. Angel.

Ranking da Tohan



O ranking da Taiyosha ainda não saiu, mas o da Tohan já apareceu. Somente um shoujo entre os dez, Gakuen Alice, mangá que parece agradar muito no Japão e que teve série animada algumas temporadas atrás. Eu particularmente achei a série muito infantil, mas as músicas do anime eram boas. De resto, os shounen dominam, Detetive Conan lidera, há uma forte presença das séries de esporte, 5º e 6º baseball, 9º futebol. :) E temos uma boa presença dos mangás publicados no Brasil pela JBC.

1. Detetive Conan #66
2. Tsubasa #28
3. Mahou Sensei Negima! #28
4. Fairy Tail #18
5. Cross Game #16
6. Diamond no Ace #18
7. Gakuen Alice #20
8. Billy Bat #2
9. Area no Kishi #18
10. Sayonara Zetsubou Sensei #19

terça-feira, 24 de novembro de 2009

16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres



Trata-se de uma campanha anual, porque a violência contra as mulheres é algo tão corrente (*exemplo: Evangélico espanca filha adulta (e esposa) porque ela fazia chapinha no cabelo*), tão absurdo (*vide o caso UNIBAN, procure aqui no blog*) e tão aceito socialmente, que é necessário repetir e repetir que nós não somos cidadas de segunda classe e que não podemos aceitar ou nos calar. Na página da Campanha é possível obter informações atualizadas. Ela começou oficialmente no dia 20 de novembro até o dia 10 de dezembro. O video aí em cima está ligado à campanha. É apra chocar mesmo, porque esse tipo de coisa não pode continuar acontecendo.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Ensaios culinários de Moyoco Anno



Só lembrando, este ano Moyoco Anno comemora seus 20 anos de carreira. Por conta disso, muitos dos seus mangás antigos estão sendo republicados, há exposições e o retorno – depois de uma licença médica – a o trabalho. Estes dois volumes que o Comic Natalie anuncia são novidade, trata-se de ensaios sobre culinária, ilustrados e com 4koma (*tirinhas*), se bem entendi, que foram publicados semanalmente em um jornal japonês, acho que o nome é Bungei. Quem comprar os dois volumes, podem concorrer à prêmios exclusivos e a data para enviar os cupons é 31 de março de 2010. O nome da “série” é Kuiiji (くいいじ), que pode ser traduzido tanto como “fome”, quanto como “desejo”.

Provedor japonês usa shoujo animes clássicos em propaganda




Segundo o Japan Probe, o OCN é um provedor de internet (*ou algo do gênero*) e colocou a segund apropaganda no ar baseada em shoujo animes clássicos. A primeira usando a abertura de Attack Nº1 (アタックNo.1), anime baseado no primeiro shoujo de esportes, e, agora, de Mahou Tsukai Sally, o primeiro shoujo anime a ir ao ar nas TVs japonesas. Para quem está na dúvida, explico: Sally estreou nas TVs um pouco antes da Princesa e o Cavaleiro, daí, ser o primeiro shoujo anime. Realmente, muito legal de se ver e mostra o valor dado a estes animes que são dos anos 60. :)

Cavaleiros do Zodíaco (made in Brazil)



Tá certo que não sou fã dos Cavaleiros do Zodíaco (Saint Seya - 圣斗士星矢), muito menos do Hyoga (sei lá), mas esta notícia é tão inusitada e tão legal que, enfim, vale a pena postar aqui. Eu realmente me enganaria se não parasse para olhar com muito cuidado e pensaria se tratar de produto japonês. Aliás, o character design fez justiaça ao original de Shingo Araki e Miki Himeno. Parabéns ao Gustavo Moritz. Espero que portas se abram para ele.

Como o trabalho de fã para fã, e que não é a primeira iniciativa. Daí, entendo os cuidados do autor, ainda que não acredite que picaretas não irão roubar seu trabalho e vender em camelôs por aí do mesmo jeito. Espero que, pelo menos, que estiver lendo a Folha de São Paulo, o meu blog e outros por aí, não se engane. Para assistir, você pode ir ao Youtube, ou ao site especializado Cavaleiros do Zodíaco.

Cavaleiros do Zodíaco (made in Brazil)

Catarinense lança na rede animação caseira colaborativa baseada em seu animê predileto

DIOGO BERCITO
DA REPORTAGEM LOCAL

Em 1998, quando o desenho japonês "Cavaleiros do Zodíaco" ainda era febre na televisão brasileira, o catarinense Gustavo Moritz era tão fã da história de Seiya (o protagonista, cavaleiro de Pégaso) que montou uma página na internet sobre o animê. Hoje, aos 23 anos e estudante de cinema, continua apaixonado pelo assunto e lançou na internet, há uma semana, o curta de animação "Natássia do País do Gelo" (bit.ly/6z8RP).

O filme tem 14 minutos de duração e é fruto de uma parceria on-line entre seis fãs de diversos cantos do país - a comunicação rolava por MSN. Gustavo dirigiu o processo a partir de sua casa, em Florianópolis. Ninguém ganhou um tostão pelo trabalho, que contou até com dublagem profissional - o Hyoga do curta, por exemplo, tem a mesma voz que tinha na versão brasileira do desenho original. Demorou dez meses para ficar pronto, com direito a trailer e a cartaz de divulgação.

E repercutiu. O filme caseiro foi notícia em sites brasileiros e estrangeiros. "As pessoas têm gostado do resultado, mas reclamam da música de abertura, acham que ficou forçada", diz Gustavo à Folha, por telefone. Mas trocar o cantor nem passou pela cabeça dele. "É um amigo nosso, não poderia deixar ele de fora", diz.

Outra questão delicada é o fato de que Gustavo não pediu autorização para os detentores dos direitos autorais dos personagens da série - o que era obrigatório, pela lei. O garoto sabe disso, mas está tranqüilo. "É um projeto de fã, ninguém vai ser importar com isso", diz.

Por via das dúvidas, porém, Gustavo não disponibiliza uma versão em alta definição de seu filme. Da última vez em que fez isso - com a animação "Seiya vs Goku" -, viu seu trabalho vendido em DVD por camelôs, dando uma visibilidade comercial indesejada ao projeto.

"Natássia do País do Gelo" conta uma história de apenas 30 páginas do mangá de "Cavaleiros do Zodíaco", logo após a saga do santuário. O personagem principal é Hyoga, cavaleiro de Cisne. Seiya, de Pégaso, nem sequer aparece na tela. O capítulo, passado na gelada Sibéria, não virou animê - mas inspirou a saga de Asgard, que não está no gibi original.

Para quem gostava da melancolia de Hyoga, é uma boa pedida. Para os demais fãs, vale para lembrar-se das aventuras dos cavaleiros órfãos e corajosos de Atena.

domingo, 22 de novembro de 2009

Revista Sylph faz exposição com seus principais mangás



A revista Sylph da Media Works vai colocar em exposição, entre os dias 24 de novembro e 24 de dezembro, ilustrações exclusivas de suas séires de maior destaque. Se entendi bem o Comic Natalie, a exposição será na estaçãod e chiba (*metrô, suponho*) na loja Sanseido. A edição da revista lançada no dia 24 também dará de brinde um drama CD do mangá Dear Girl~Stories~Hibiki (Dear Girl~Stories~響), desde que o cupom que vem com a revista seja preenchido e enviado. Estarão em exposição ilustrações dos seguintes mangás: Torikagoshou no Kyou mo Nemutai Juunintachi (鳥籠荘の今日も眠たい住人たち), Himegoto wa Hanazono(ひめごとははなぞの), Kitchen no Sukima (キッチンのスキマ), Dear Girl~Stories~Hibiki (Dear Girl~Stories~響), S.L.H - Stray Love Hearts! (S・L・H ストレイ・ラブ・ハーツ!), Fujoshissu! (腐女子っス!) e Majina! (マジナ!) .

Comentando Tenshi (Anjo) e Tenshi no Su (O Ninho do Anjo) de Erica Sakurazawa




Ontem eu comentei que iria postar as resenhas que fiz para a Neo Tokyo de dois mangás da Erica Sakurazawa. Lembro, que na época em que foram publicados, lá no início da revista (*e ela já está chegando no volume #50*), houve uma figura que me acusou de estar fazendo matéria paga, falando de material desconhecido que já estava licenciado no Brasil. Isso deve te sido em 2006, acho eu. E eis que o tempo passou e nada desta autora apareceu no Brasil. E olha que acho que não seria caro ou difícil, além de ser material josei sem grandes riscos, pois Sakurazawa normalmente faz one-shots. A não ser que a Shodensha ou a Tokyopop (*que publicou muita coisa dela nos EUA*) exija licenciamento de vários títulos ao mesmo tempo.

Enfim, ao que parece, a série Tenshi - e só falo série, por causa do título - tem ainda um terceiro volume de 2005, Tenshi no Sumumachi (天使の棲む街) ou Cidade dos Anjos, que não saiu nos EUA. Não mexi na estrutura do texto, então, desconsiderem o final em que pergunto quando teremos um josei no Brasil. Hoje, já tivemos dois em nossas bancas, Paradise Kiss e Honey & Clover, que está em andamento. Nana não é josei, pois a rigor está em revista shoujo, mas, claro, que por seu recorte poderia ser sem problema. Então, é isso, se nada mais aparecer no domingo, vocês têm a resenha. ;)

TENSHI (天使 - Anjo) e TENSHI NO SU (O Ninho do Anjo - 天使の巣)
AUTORA: Erica Sakurazawa
PUBLICAÇÃO: 1999-2000
VOLUMES: 2 volumes
REVISTA ORIGINAL: Feel Young

SINOPSE: Tudo pode acontecer quando um anjo aparece na sua vida. Em um único volume, temos a chance de ver como a vida de pessoas comuns, mas solitárias, pode ser iluminada pela presença silenciosa e reconfortante de uma garota anjo que poucos podem ver. Tudo começa quando Kato – um jovem balconista que mora sozinho em Tokyo – descobre a bela anjinha em um bar e ela o segue até em casa, sendo alimentada com gin e limão. A partir daí, muita coisa acontece e misteriosamente a vida de várias pessoas começa a mudar para melhor.

RESENHA: Angel é um josei, um mangá feito para mulheres adultas, e tem todos as virtudes e defeitos desse segmento do shoujo mangá. A história é simples, mas em poucas páginas as personagens são bem definidas. Assim, tudo se resolve em um volume só que é feito de pequenos capítulos que poderiam ser lidos como histórias fechadas. Kato, por exemplo, não aparece em todos os capítulos, porque a anjinha visita várias pessoas, ele não monopoliza a história, pois há vários dramas a resolver. Eis o grande mérito de Tenshi, o roteiro bem amarrado. Há também o clima de mistério, afinal, a autora não se preocupa em explicar muita coisa, em dar oferecer respostas absolutas.

Quando vamos para a arte, entretanto, é possível perceber o calcanhar de Aquiles da obra. Lá estão as imensas bocas com lábios grossos que algumas autoras de josei parecem amar, é possível vê-las em Kimi Wa Pet de Ogawa Yayoi e Happy Mania de Moyoco Ano, também, por exemplo. Tem gente que estranha, mas depois a gente se acostuma. Agora, a arte no geral é fraca, tudo parece esboçado... Mas são esboços bem feitos demais para quem não sabe desenhar direito. O que quero dizer com isso? Tenho algumas revistas adultas aqui, sei que muitas autoras apresentam traço descuidado, nada de bonequinhas bonitinhas, a ênfase está na narrativa, no roteiro, na qualidade da história. Mesmo gente que desenhava muito bonito quando estava na Ribon ou em outra coletânea para um público mais jovem, parece relaxar quando faz josei. Nada demais para mim, mas sei que muita gente rejeitaria o mangá só de olhar para ele. Mas voltemos ao geral da história...

Angel – que foi publicado pela Tokyopop nos Estados Unidos – conta a história de um rapaz, Kato, que encontra um anjo em um bar. Sempre que a menina anjo o beija, crescem asas nas suas costas, a sensação é estranha, mas elas desaparecem depois de algum tempo. A anjinha – sim, ela parece uma moça e se veste como tal – é muda e só se alimenta de gin com limão. Ela é chegada em bebidas alcoólicas, e deixar a garrafa e o copo preparado é uma boa isca para tê-la por perto. O rapaz fica intrigado porque somente ele pode vê-la e, também, porque o anjo desaparece às vezes.

Quando a menina anjo some, ela está ajudando outras pessoas e o mangá traz um desfile de tipos solitários presentes que expõe as mazelas da sociedade japonesa contemporânea: o balconista que mora sozinho em uma kitnet; o solteirão gentil que não tem família nem a mínima esperança de construir uma; a moça do interior que vem para a cidade em busca de uma vida melhor, mas se sente perdida; a menina que sofre bullying, não tem a compreensão da família e deseja se matar; a mãe solteira que sofre uma série de pressões; a divorciada infeliz que não dá a devida atenção à sua filhinha; a vizinha cujo marido está longe há meses trabalhando. Uma lista considerável para míseros 9 capítulos.

A Anjinha ainda aparece mais uma vez em um outro volume intitulado Tenshi no Su – O Ninho do Anjo, Angel Nest na edição da Tokyopop. Nesta última história, que me agradou muito, temos duas mulheres, uma madura e outra saindo da adolescência, solitárias – sim, solidão parece ser uma praga no Japão – e traídas pelo mesmo homem, marido da primeira e ex-professor da segunda. Graças à menina anjo, elas se tornam amigas e se ajudam. É um pequeno conto sobre a solidariedade feminina, daqueles que estimulam as pessoas – as mulheres, em especial – a reverem seus conceitos e tomarem posição diante da vida.

Em Tenshi no Su, há outras histórias curtas. A anjinha não mais aparece e as personagens não são tão solitárias, mesmo assim Erica Sakurazawa mantém o encantamento, e continua tecendo o que o site Anime News Network chamou de “contos de fada para adultos”. Sim, os temas não são leves e ela toca em questões dolorosas seja no Japão, ou em outros países. Nas mãos de outros (as) mangá-kas suas histórias poderiam ficar bem cruas, mas Sakurazawa não quer nos deprimir, nem nos dar respostas, nem nos impor um final acabado, ela nos faz refletir e até sonhar.

Em uma das histórias de Tenshi no Su temos um rapaz, outro balconista, que decide “furtar” um carro de luxo que foi deixado com a chave na ignição, há uma moça dormindo no carro. Depois do susto, eles decidem aproveitar o momento. Por que, não? E pensam em uma história para contar aos policiais, caso sejam pegos... Mas acabam acreditando na própria invenção. Não darei spoilers. Em outra, temos dois amigos de infância, dois adultos, um hetero e outro gay, que ajudam uma adolescente que está preste a fazer uma grande tolice só para se vingar do namorado que a traiu. A história que poderia ser dramática vai ganhando leveza conforme o trio interage, se conhece, desenvolve confiança. Nada de romance entre eles, nada de piadinhas bobas, nada de finais carregados de clichês.

Tenshi parece um daqueles filmes intimistas, lentos, feitos com baixo orçamento, mas que receberiam muitos elogios dos críticos por sua ousadia e simplicidade. Há também o sonho, o mistério, a falta de respostas que pode incomodar algumas pessoas. Não é para todos os gostos, aviso, mas as histórias são tocantes, e trazem uma mensagem positiva, pois há esperança para todos, desde que você queira tentar. Eu acredito nisso, então, acabei gostando de Tenshi. Mas eu falei em filme? Pois é há um live action japonês baseado no mangá. Não pude assisti-lo ainda, mas se conseguir, talvez faça alguma resenha sobre ele.

Muita gente diz que a VIZ é que lança os bons mangás, leia-se "sucessos de vendas", mas o pessoal da Tokyopop tem um olho clínico para rastrear material de qualidade, com roteiro e conteúdo. Por isso mesmo, publicaram uma série de trabalhos de Érika Sakurazawa. E no Brasil? Quando é que os leitores de mangá irão poder ler o seu primeiro josei?

Os Animes e sua influência sobre os japoneses



O Business Media não revelou quantas pessoas foram pesquisadas, mas os resultados foram interessantes e, por isso, decidi postar. A primeira pergunta foi O que/quem influenciou sua vida e seus sonhos? Vejam só os resultados: Programa de TV (anime, não mangá) – 23.9%. Anime ou Mangá – 19.7%, Professor/a – 19.5%, Uma Biografia (Helen Keller, Thomas Edison e outros são citados) – 18.9%, Pai – 18.7%, mãe – 18.0 %. Entre os homens, a influência do pai foi de 27.6%, e entre as mulheres, a influência da mãe foi de 23.0%. Agora, surpreendente é como a TV foi apontada como fonte de influência, e o público entrevistado cresceu ou nos anos 70, ou nos 80.

Já que os animes apareceram com tantos votos, perguntaram, claro, quais animes mais influenciaram. Os que cresceram nos anos 70 o que mais influenciou foi Manga Nippon Mukashibanashi (まんが日本昔ばなし), que é a versão exclusiva com contos japoneses do anime Super Aventuras (Manga Sekai Mukashi Banashi – まんが世界昔ばなし), que passou aqui no Brasil. Nippon Mukashibanashi obteve 27,3% dos votos de homens e mulehres. Entre os homens, os mais votados foram: Gundam – 39.0%, Space Battleship Yamato – 34.4%, Galaxy Express 999 – 32.8%, e Lupin III – 32.%. Entre as mulheres, os mais votados foram Candy Candy – 44.6%, Heidi – 35.2%, Nippon Mukashibanashi – 31.8%.

Já os que cresceram nos ano 80 votaram em massa em Touch que conseguiu 32% dos votos gerais. Já se se paramos por gênero, os homens preferiam Hokuto no Ken – 34.4%, Touch – 30% e Dragon Ball – 28,8%. Já as mulheres votaram em Touch – 34%, Dr. Slump – 24,8% e Nausicaa – 24,2%.

sábado, 21 de novembro de 2009

Japoneses revelam seus hábitos em relação aos animes


O site Business Media fez uma pesquisa com 14.060 pessoas (homens – 46%, mulheres – 54%. 2% na casa dos 10, 15% na casa dos 20, 38% na casa dos 30, 29% na casa dos 40, 16% na casa dos 50) para saber “Qual o seu anime favorito?” e outras informações sobre os hábitos dos japoneses em relação à animação. Não peguei tudo, vou concentrar em três dados da pesquisa.

Os animes mais votados como favoritos no geral foram entre os homens Gundam (349 votos) e entre as mulheres Meu Vizinho Totoro (482 votos). No geral o resultado foi:

Os mais votados por faixa etária foram:

A outra pergunta é “Qual o gênero de anime que você prefere?”

Notícias de Shinjo Mayu



Segundo o Comic Natalie, Shinjo Mayu continua publicando o seu mangá Ayakashi Koi Emaki (あやかし恋絵巻) na revista Margaret e o Segundo volume está previsto para o dia 4 de janeiro. No mesmo mês, no dia 15, sera publicado o primeiro volume de Heart no Diamond (ハートのダイヤ), sua série na revista Ribon. Shinjo Mayu mudou de foco recentemente, saindo da Shogakukan e abandonando os steamy shoujo, chegou até a publicar um shounen, ou pelo menos publicar na revista Square Jump. Ao que parece seu mangá shounen Go Shimei Desu! (ご指名です!) teve via curta. Segundo o Comic Natalie, quem comprar dois desses três lançamentos poderá a prêmios diversos. Uma ilustração limitada para 50 pessoas, e stickers e clear files para 500 sortudos.

Erica Sakurazawa na Office You



Erica Sakurazawa é uma das minhas autoras de josei favoritas. Seu estilo é simples, direto, sensível sem ser piegas, e em geral, suas histórias são boas, ainda que curtas. Segundo o Comic Natalie, a nova série da autora se chama Koi no Kaori (恋の香り) e parece ser uma coletânea de histórias curtas como tantas outras que ela já fez. Para comemorar a nova série, 50 ilustrações autografadas serão sorteadas, mas não entendi qual o critério da Office You. A Tokyopop públicou vários trabalhos da autora e eu resenhei um deles para a Neo Tokyo no início da revista. Lembro que, na época, uma figurinha chata insinuou que eu estava fazendo matéria paga para alguma editora... antes fosse, pois os anos passaram e nada da autora apareceu aqui no Brasil. Talvez eu poste aqui a resenha que fiz para a Neo Tokyo depois...

Ranking do New York Times



Mais um ranking do New York Times, mais uma semana com vampire Knight no topo da lista. E, vejam que legal, Black Bird subiu uma posição. Os americanos gostaram mesmo da série. E eu não vou poder ler o volume tão cedo, porque esqueci de encomendar na Cultura... Enfim, três shoujo nos dez mais vendidos. Nada mal.

1. Vampire Knight #8
2. Naruto #46
3. Ouran High School Host Club #13
4. Black Bird #2
5. Maximum Ride #2
6. Rosario + Vampire #10
7. Negima! Magister Negi Magi #24
8. Soul Eater #1
9. D.Gray-man #15
10. Tsubasa, RESERVoir CHRoNiCLE #24

Retorno de Yami no Matsuei



O Comic Natalie noticiou (*e o Missión Tokyo facilitou minha vida*) que em janeiro sai o volume #12 de Yami no Matsuei (闇の末裔). É material que estava pendente e já é conhecido. Não se sabe se Youko Matsushita, a autora, vai voltar ao trabalho, ou porque ela parou. Para se ter uma idéia o último volume do mangá saiu em 2001... O fato é que Yami no Matsuei fez muito sucesso e retrata uma agência de detetives que investigam crimes paranormais... Algo, que na premissa se aproxima um pouco de Yu Yu Hakusho. A série teve anime, foi licenciada em vários países e, de repente, parou.

Já li em algum site americano, que não achei agora, claro, que a autora começou a exagerar nas doses BL que eram contidas. Exagerar, entenda-se bem, para o padrão Hana to Yume... Daí, como é a revista que publica Kaori Yuki, eu imagino se é verdade, ou é surto de americano... Enfim, o fato é que o mangá já deveria ter terminado, ou alguma explicação teria que ter sido dada. Se a publicação do volume #12 é sinal ou não de retorno, só o tempo dirá.

Calendários da Betsucomi e da Lala 2010



Eu postei aqui o link para baixar o Calendário da Hana to Yume de 2010, agora, o Pro Shoujo Spain postou links para baixar os calendários 2010 da revista Lala e da Betsucomi. Mais informações e links, visite o Pro Shoujo Spain, um dos melhores blogs sobre shoujo mangá da web. :)

Shoujo Café no Wordpress



Olha, como o Google agora cismou de ficar bloqueando o Shoujo Café por causa de supostos viírus, malware, whatever (*não, eu acho que não está contaminado, e não, eu não sei como resolver essa encheção de saco*), reativei o blog no Wordpress. Já estava aberto faz algum tempo e sem uso. Na medida do possível, tudo que postar aqui, postarei lá. Mas como ando sem tempo, isso pode não acontecer. O endereço é este aqui. Fiquem avisados em caso de emergência.

Obrigada!

Revista Otona Fami fala de monstros e Nodame Cantabile



A revista Otona Fami (オトナファミ), lançada em 20 de novembro, traz um especial sobre os monstros dos mangás. Se entendi bem o Comic Natalie, são listados 50 mangás com seres monstruosos, como Dororo (どろろ) de Osamu Tezuka, GeGeGe no Kitaro (ゲゲゲの鬼太郎)de Shigeru Mizuki, Natsume Yuujinchou (夏にはため息をつく) de Yuki Midorikawa (*que acho que é uma entrevista*), entre muitos outros. Além dessa matéria, há uma cobertura especial do lançamento do primeiro filme de Nodame Cantabile nos cinemas e da temporada final do anime que chega às TVs japonesas em janeiro. A capa são os protagonistas, os fofíssimos Hiroshi Tamaki (Chiaki) e Juri Ueno (Nodame).

K-ON! Tudo que você sempre quis saber sobre o anime



O Comic Natalie anunciou esta semana o lançamento do K-ON! TV Animation Official Guide Book ou K-ON! TV Anime Koushiki Guidebook (けいおん!TVアニメ公式ガイドブック) – o subtítulo não consegui traduzir – mais três volumes do mangá ao mesmo tempo. Tudo chega às lojas japonesas em 18 de dezembro. Pelo jeito, o guide book é um luxo só e prepara terreno para o lançamento de um novo episódio do anime agora em janeiro. Enfim, eu acho que K-ON! pode render muito ainda e como é um material despretensioso, com grandes possibilidades de continuar divertido e lucrativo.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Minami Q-ta autografa novos volumes de seus mangás



Segundo o Comic Natalie, o primeiro volume do mangá Boku no Kazoku (ぼくの家族), da editora Shueisha, e o segundo volume do mangá Pink Pepper (ピンクペッパー), da Shodensha, serão lançados ao mesmo tempo. Os dois têm formato B6, que eu acredito ser um tamanho maior que a média. Ambos são da mangá-ka Minami Q-ta. No dia 17 de novembro foram distribuídos os convites para 150 pessoas e a sessão d eautógrafos será no dia 12 de dezembro. É mais um investida conjunta de duas editoras na promoção dos seus mangás.

Novo volume de Eki Kara 5 Fun lançado no Japão



Fusako Kuramochi é uma das mangá-kas mais aclamadas do Japão e, segundo o Comic Natalie, o terceiro volume do mangá Eki Kara 5 Fun (駅から5分) será lançado no dia 19 de novembro. A série é publicada na revista Chorus e já foi indicada ao Tezuka Award. Ao que parece, a autora não publica a série com tanta regularidade e, por isso, a lentidão no lançamento dos encadernados da série.

O retorno de Vampire Princess Miyu



Segundo o Mission Tokyo, Narumi Kakinouchi retomou o universo de Vampire Princess Miyu na revista Flex Comix Flare, trata-se de uma publicação on line da editora Softbank.. Segundo a Comipedia, é uma revista mista que publica todos os gêneros. A mangá-ka será auxiliada no roteiro por seu marido, Toshiki Hirano. Na nova série, Miyu e Yui, personagem de um spin-off, se encontrarão. Ainda segundo o site, trata-se de um reboot que pode mudar as origens das persoangens.

Ranking da Oricon



Esta semana o ranking da Oricon está bem interessante. Três grandes mangá-kas marcam presença, Chie Shinohara, como Tokidamari no Hime; Arina Tanemura, com Sakura-Hime Kaden; e Yumi Tamura com Neko Mix Genkitan Toraji. Fora isso, temos um josei, Tokyo Alice, e um yaoi, Haru wo Daiteita. Não é a metade do ranking – que pode ser visto completo na página do ANN – mas as posições são ótimas.

8. We Were There #13
10. Faster than a Kiss #6
11. Sakura-Hime Kaden #3
13. Tokidamari no Hime #2
14. Majo wa Nido Aegu #2
15. Tokyo Alice #5
19. Neko Mix Genkitan Toraji #3
25. Haru wo Daiteita #14
28. Machi de Uwasa no Tengu no Ko #5

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Ranking da Tohan



Se o ranking da Taiyosha veio sem shoujo mangá, o da Tohan traz dois: Bokura ga Ita, que mantém a posição da semana passada, e Kisu yori mo Hayaku, em décimo. Bem, nada mau, já que o top 10 está cheio de mangás comercialmente muito fortes.

1. Naruto #48
2. Angel Heart #31
3. Gintama #31
4. Bakuman #5
5. Claymore #17
6. Steel Ball Run #19
7. Bokura ga Ita #13
8. Sengoku Tenshouki #7
9. Liar Game #10
10. Kisu yori mo Hayaku #6